No principio não havia noite- dia somente havia em todo o tempo. A noite estava adormecida no fundo das águas. Todas as coisas falavam.
A filha da cobra grande – contam – casara-se com um moço.
Esse moço tinha três fâmulos fiéis. Um dia, ele chamou os três fâmulos e disse-lhes: - ide passear, porque minha mulher não quer dormir comigo.
Os fâmulos foram-se, e então ele chamou sua mulher para dormir com ele.
A filha da cobra grande respondeu-lhe:
- Ainda não é noite.
- O moço disse-lhe:
- Não há noite somente a dia.
- A moça falou:
- Meu pai tem noite. Se queres dormir comigo,manda busca-la lá, pelo grande rio.
- O moço chamou os três fâmulos; a moça mandou-os a casa de seu pai para trazerem um caroço de tucumã.
- Os fâmulos foram, chegaram a casa da cobra grande, esta lhes entregou um caroço de tucumã muito bem fechado e disse-lhes:
- Aqui esta; levai-º Eia! Não o abrais, senão todas as coisas se perderão.
- Os fâmulos foram-se, e estavam ouvindo um barulho dentro do coco de tucumã, assim: tem, tem, ...xi...Era o barulho dos grilos e dos sapinhos que cantam de noite.
- Quando já estavam longe,um dos fâmulos disse a seus companheiros – Vamor ver que barulho será este?
- O piloto disse:- Não do contrario nos perderemos. Vamos embora, eia, remai!
- Eles foram e continuaram a ouvir aquele barulho dentro do coco de tucumã, e não sabiam que barulho era.
- Quando já estavam muito longe, ajuntaram-se nomeio da canoa, acenderam fogo, derreteram o breu que fechava o coco e abriram-no. De repente tudo escureceu.
- O piloto então disse: Nós estamos perdidos; e a moça, em sua casa, já sabe que nós abrimos o coco de tucumã!
- Eles seguiram viagem.
- A moça, em sua casa, disse ao seu marido:
- Eles soltaram a noite; vamos esperar a manhã.
- Então todas as coisas que estavam espalhadas pelo bosque se transformaram em animais e pássaros.
- As coisas que estavam espalhadas pelo rio se transformaram em patos e em peixes. Do paneiro gerou-se a onça; o pescador e sua canoa se transformaram em pato; de sua cabeça nasceram a cabeça e o bico do pato; da canoa, o corpo do pato; dos remos as pernas do pato.
- A filha da cobra grande, quando viu a estrela-d’alva, disse a seu marido:
- A madrugada vem rompendo. Vou dividir o dia da noite.
- Então ela enrolou um fio, e disse-lhe: Tu serás cujubim. Assim ela fez o cujubim; pintou a cabeça de do cujubim de branco, com tabatinga; pintou-lhe as pernas de vermelho com urucu, e, então, disse-lhe: - Cantaras para todo e sempre quando a manhã vier raiando.
- Ela enrolou o fio, sacudiu cinza em riba dele, e disse: tu serás inhambu, para cantar nos diversos tempos da noite de madrugada.
- De então todos os pássaros cantaram em seus tempos, e de madrugada,para alegrar o principio do dia.
- Quando três fâmulos chegaram, o moço disse-lhes: - Não fostes fiéis abristes o caroço de tucumã, soltastes a noite e todas as coisas se perderam, e vós também que vos metamorfoseastes em macacos, andareis para todo e sempre pelos galhos dos paus.
- (A boca preta e risca amarela que eles têm no braço dizem que são ainda o sinal do breu que fechava o caroço de tucumã e que escorreu sobre eles quando o derreteram)(General Couto de Magalhães,O selvagem)
- Nota – Esta lenda é provavelmente um fragmento do Gênesis dos antigos selvagens sul- americanos. É talvez o eco degradado e corrompido das crenças que eles tinham de como se formou esta ordem de coisas no meio da qual vivemos e, depois das formas grosseiras com que provavelmente a vestiram as avós e as amas de leite, ela mostra que por toda a parte o homem se propôs a resolver este problema - de onde nós viemos? Aqui, como nos Vedas, como no Gênesis, a questão é no fundo resolvida pela mesma forma, isto é: no principio todos eram felizes; uma desobediência, num episodio de amor, uma fruta proibida, trouxe a degradação. A lenda é, em resumo, a seguinte: no principio, não havia distinção entre animais, o homem e as plantas: tudo falava. Também não havia trevas. Tendo a filha da cobra grande se casado não queria coabitar com o seu marido enquanto não houvesse noite sobre o mundo, assim como havia no fundo das águas. O marido mandou buscar a noite, que lhe foi remetida encerrada dentro de um caroço de tucumã, bem fechado, co proibição expressa aos condutores de o abrirem, penas de perderem a si e a seus descendentes todas as coisas. A principio, resistem a tentação; mas depois a curiosidade de saber o que havia dentro da fruta os fez violar a proibição, e assim se perderam . Substituindo a fruta de tucumã pela arvore proibida, a curiosidade de saber pela tentação do espírito maligno, parece haver no fundo do episodio tanta semelhança com o pensamento asiático, que vacilo eu pergunto se não será um eco degradado e transformado desse pensamento.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
João e Maria /(Irmãos Grimm)
Às margens de uma extensa mata existia, há muito tempo, uma cabana pobre, feita de troncos de árvore, na qual morava um lenhador com sua segunda esposa e seus dois filhinhos, nascidos do primeiro casamento. O garoto chamava-se João e a menina, Maria.
A vida sempre fora difícil na casa do lenhador, mas naquela época as coisas haviam piorado ainda mais: não havia comida para todos.
Minha mulher, o que será de nós? Acabaremos todos por morrer de necessidade. E as crianças serão as primeiras.
- Há uma solução… - disse a madrasta, que era muito malvada. Amanhã daremos a João e Maria um pedaço de pão, depois os levaremos à mata e lá os abandonaremos.
O lenhador não queria nem ouvir falar de um plano tão cruel, mas a mulher, esperta e insistente, conseguiu convencê-lo.
No aposento ao lado, as duas crianças tinham escutado tudo, e Maria desatou a chorar.
- Não chore, tranqüilizou-a o irmão. Tenho uma idéia.
Esperou que os pais estivessem dormindo, saiu da cabana, catou um punhado de pedrinhas brancas que brilhavam ao clarão da lua e as escondeu no bolso. Depois voltou para a cama.
No dia seguinte, ao amanhecer, a madrasta acordou as crianças.
As crianças foram com o pai e a madrasta cortar lenha na floresta e lá foram abandonadas.
João havia marcado o caminho com as pedrinhas e, ao anoitecer, conseguiram voltar para casa.
O pai ficou contente, mas a madrasta, não. Mandou-os dormir e trancou a porta do quarto. Como era malvada, ela planejou levá-los ainda mais longe no dia seguinte.
João ouviu a madrasta novamente convencendo o pai a abandoná-los, mas desta vez não conseguiu sair do quarto para apanhar as pedrinhas, pois sua madrasta havia trancado a porta. Maria desesperada só chorava. João pediu-lhe para ficar calma e ter fé em Deus.
Antes de saírem para o passeio, receberam para comer um pedaço de pão velho. João, em vez de comer o pão, guardou-o.
Ao caminhar para a floresta, João jogava as migalhas de pão no chão, para marcar o caminho da volta.
Chegando a uma clareira, a madrasta ordenou que esperassem até que ela colhesse algumas frutas, por ali. Mas eles esperaram em vão. Ela os tinha abandonado mesmo!
- Não chore Maria, disse João. Agora, só temos é que seguir a trilha que eu fiz até aqui e ela está toda marcada com as migalhas do pão.
Só que os passarinhos tinham comido todas as migalhas de pão deixadas no caminho.
A vida sempre fora difícil na casa do lenhador, mas naquela época as coisas haviam piorado ainda mais: não havia comida para todos.
Minha mulher, o que será de nós? Acabaremos todos por morrer de necessidade. E as crianças serão as primeiras.
- Há uma solução… - disse a madrasta, que era muito malvada. Amanhã daremos a João e Maria um pedaço de pão, depois os levaremos à mata e lá os abandonaremos.
O lenhador não queria nem ouvir falar de um plano tão cruel, mas a mulher, esperta e insistente, conseguiu convencê-lo.
No aposento ao lado, as duas crianças tinham escutado tudo, e Maria desatou a chorar.
- Não chore, tranqüilizou-a o irmão. Tenho uma idéia.
Esperou que os pais estivessem dormindo, saiu da cabana, catou um punhado de pedrinhas brancas que brilhavam ao clarão da lua e as escondeu no bolso. Depois voltou para a cama.
No dia seguinte, ao amanhecer, a madrasta acordou as crianças.
As crianças foram com o pai e a madrasta cortar lenha na floresta e lá foram abandonadas.
João havia marcado o caminho com as pedrinhas e, ao anoitecer, conseguiram voltar para casa.
O pai ficou contente, mas a madrasta, não. Mandou-os dormir e trancou a porta do quarto. Como era malvada, ela planejou levá-los ainda mais longe no dia seguinte.
João ouviu a madrasta novamente convencendo o pai a abandoná-los, mas desta vez não conseguiu sair do quarto para apanhar as pedrinhas, pois sua madrasta havia trancado a porta. Maria desesperada só chorava. João pediu-lhe para ficar calma e ter fé em Deus.
Antes de saírem para o passeio, receberam para comer um pedaço de pão velho. João, em vez de comer o pão, guardou-o.
Ao caminhar para a floresta, João jogava as migalhas de pão no chão, para marcar o caminho da volta.
Chegando a uma clareira, a madrasta ordenou que esperassem até que ela colhesse algumas frutas, por ali. Mas eles esperaram em vão. Ela os tinha abandonado mesmo!
- Não chore Maria, disse João. Agora, só temos é que seguir a trilha que eu fiz até aqui e ela está toda marcada com as migalhas do pão.
Só que os passarinhos tinham comido todas as migalhas de pão deixadas no caminho.
As crianças andaram muito até que chegaram a uma casinha toda feita com chocolate, biscoitos e doces. Famintos, correram e começaram a comer.
De repente, apareceu uma velhinha, dizendo: - Entrem, entrem, entrem, que lá dentro tem muito mais para vocês.
Mas a velhinha era uma bruxa que os deixou comer bastante até cair no sono em confortáveis caminhas.
Quando as crianças acordaram, achavam que estavam no céu, parecia tudo perfeito.
Porém a velhinha era uma bruxa malvada que e aprisionou João numa jaula para que ele engordasse. Ela queria devorá-lo bem gordo. E fez da pobre e indefesa Maria, sua escrava.
Todos os dias João tinha que mostrar o dedo para que ela sentisse se ele estava engordando. O menino, muito esperto, percebendo que a bruxa enxergava pouco, mostrava-lhe um ossinho de galinha. E ela ficava furiosa, reclamava com Maria:
- Esse menino, não há meio de engordar.
- Dê mais comida para ele!
Passaram-se alguns dias até que numa manhã assim que a bruxa acordou, cansada de tanto esperar, foi logo gritando:
- Hoje eu vou fazer uma festança. Maria ponha um caldeirão bem grande, com água até a boca para ferver e dê bastante comida paro seu o irmão, pois é hoje que eu vou comê-lo ensopado.
Assustada, Maria começou a chorar.
- Acenderei o forno também, pois farei um pão para acompanhar o ensopado, a bruxa falou.
Ela empurrou Maria para perto do forno e disse:
- Entre e veja se o forno está bem quente para que eu possa colocar o pão.
A bruxa pretendia fechar o forno quando Maria estivesse lá dentro, para assá-la e comê-la também, mas Maria percebeu a intenção da bruxa e disse:
- Ih! Como posso entrar no forno, não sei como fazer?
- Menina boba! - disse a bruxa. Há espaço suficiente, até eu poderia passar por ela.
A bruxa se aproximou e colocou a cabeça dentro do forno. Maria, então, deu-lhe um empurrão e ela caiu lá dentro. A menina, então, rapidamente trancou a porta do forno deixando que a bruxa morresse queimada.
Maria foi direto libertar seu irmão.
Estavam muito felizes e tiveram a idéia de pegarem o tesouro que a bruxa guardava e ainda algumas guloseimas .
Encheram seus bolsos com tudo que conseguiram e partiram rumo a floresta.
Depois de muito andarem atravessaram um grande lago com a ajuda de um cisne.
Andaram mais um pouco e começaram a reconhecer o caminho e viram ao longe a pequena cabana do pai.
Ao chegarem na cabana encontraram o pai triste e arrependido. A madrasta havia morrido de fome e o pai estava desesperado com o que fez com os filhos.
Quando os viu, o pai ficou muito feliz e foi correndo abraçá-los. Joãozinho e Maria mostraram-lhe toda a fortuna que traziam nos seus bolsos, agora não haveria mais preocupação com dinheiro e comida e assim foram felizes para sempre.
As crianças andaram muito até que chegaram a uma casinha toda feita com chocolate, biscoitos e doces. Famintos, correram e começaram a comer. De repente, apareceu uma velhinha, dizendo: - Entrem, entrem, entrem, que lá dentro tem muito mais para vocês.
Mas a velhinha era uma bruxa que os deixou comer bastante até cair no sono em confortáveis caminhas.
Quando as crianças acordaram, achavam que estavam no céu, parecia tudo perfeito.
Porém a velhinha era uma bruxa malvada que e aprisionou João numa jaula para que ele engordasse. Ela queria devorá-lo bem gordo. E fez da pobre e indefesa Maria, sua escrava.
Todos os dias João tinha que mostrar o dedo para que ela sentisse se ele estava engordando. O menino, muito esperto, percebendo que a bruxa enxergava pouco, mostrava-lhe um ossinho de galinha. E ela ficava furiosa, reclamava com Maria:
- Esse menino, não há meio de engordar.
- Dê mais comida para ele!
Passaram-se alguns dias até que numa manhã assim que a bruxa acordou, cansada de tanto esperar, foi logo gritando:
- Hoje eu vou fazer uma festança. Maria ponha um caldeirão bem grande, com água até a boca para ferver e dê bastante comida paro seu o irmão, pois é hoje que eu vou comê-lo ensopado.
Assustada, Maria começou a chorar.
- Acenderei o forno também, pois farei um pão para acompanhar o ensopado, a bruxa falou.
Ela empurrou Maria para perto do forno e disse:
- Entre e veja se o forno está bem quente para que eu possa colocar o pão.
A bruxa pretendia fechar o forno quando Maria estivesse lá dentro, para assá-la e comê-la também, mas Maria percebeu a intenção da bruxa e disse:
- Ih! Como posso entrar no forno, não sei como fazer?
- Menina boba! - disse a bruxa. Há espaço suficiente, até eu poderia passar por ela.
A bruxa se aproximou e colocou a cabeça dentro do forno. Maria, então, deu-lhe um empurrão e ela caiu lá dentro. A menina, então, rapidamente trancou a porta do forno deixando que a bruxa morresse queimada.
Maria foi direto libertar seu irmão.
Estavam muito felizes e tiveram a idéia de pegarem o tesouro que a bruxa guardava e ainda algumas guloseimas .
Encheram seus bolsos com tudo que conseguiram e partiram rumo a floresta.
Depois de muito andarem atravessaram um grande lago com a ajuda de um cisne.
Andaram mais um pouco e começaram a reconhecer o caminho e viram ao longe a pequena cabana do pai.
Ao chegarem na cabana encontraram o pai triste e arrependido. A madrasta havia morrido de fome e o pai estava desesperado com o que fez com os filhos.
Quando os viu, o pai ficou muito feliz e foi correndo abraçá-los. Joãozinho e Maria mostraram-lhe toda a fortuna que traziam nos seus bolsos, agora não haveria mais preocupação com dinheiro e comida e assim foram felizes para sempre.
O Retrato do Pato
O Pato ganhou sapato
Foi logo tirar retrato.
O Macaco retratista
Era mesmo um grande artista.
Disse ao Pato: "Não se mexa
Para depois não ter queixa".
E o Pato, duro e sem graça
Como se fosse de massa!
"Olhe pra cá direitinho:
Vai sair um passarinho".
O Passarinho saiu,
Bicho assim nunca se viu.
Com três penas no topete
E no rabo apenas sete.
Mário Quintana
Foi logo tirar retrato.
O Macaco retratista
Era mesmo um grande artista.
Disse ao Pato: "Não se mexa
Para depois não ter queixa".
E o Pato, duro e sem graça
Como se fosse de massa!
"Olhe pra cá direitinho:
Vai sair um passarinho".
O Passarinho saiu,
Bicho assim nunca se viu.
Com três penas no topete
E no rabo apenas sete.
Mário Quintana
Por detrás da malha fina
Poema transitório
Vagaroso com vagarosas paradas
Em cada estaçãozinha pobre
Para comprar
Pastéis
Pés-de-moleque
Sonhos
- principalmente sonhos!
porque as moças da cidade vinham
olhar o trem passar:
eles suspirando maravilhosas viagens
e a gente com um desejo súbito
de ficar ali morando sempre...
Nisto, o apito da locomotiva
e o trem se afastando
e o trem arquejando
é preciso partir
é preciso chegar
é preciso partir é preciso chegar...
Ah, como esta vida é urgente!
... no entanto
eu gostava era mesmo de partir...
e - até hoje – quando acaso embarco
para alguma parte
acomodo-me no meu lugar
fecho os olhos e sonho:
viajar, viajar
mas para parte nenhuma...
viajar indefinidamente...
como uma nave espacial perdida entre as estrelas.
Mario Quintana
Marinheiro Só
Eu não sou daqui
Marinheiro só
Eu não tenho amor
Marinheiro só
Eu sou da bahia
Marinheiro só
De são salvador
Marinheiro só
Lá vem, lá vem
Marinheiro só
Como ele vem faceiro
Marinheiro só
Todo de branco
Marinheiro só
Com o seu bonezinho
Marinheiro só
Ô, marinheiro marinheiro
Marinheiro só
Ô, quem te ensinou a nadar
Marinheiro só
Ou foi o tombo do navio
Marinheiro só
Ou foi o balanço do mar
Marinheiro só
Domínio público
Marinheiro só
Eu não tenho amor
Marinheiro só
Eu sou da bahia
Marinheiro só
De são salvador
Marinheiro só
Lá vem, lá vem
Marinheiro só
Como ele vem faceiro
Marinheiro só
Todo de branco
Marinheiro só
Com o seu bonezinho
Marinheiro só
Ô, marinheiro marinheiro
Marinheiro só
Ô, quem te ensinou a nadar
Marinheiro só
Ou foi o tombo do navio
Marinheiro só
Ou foi o balanço do mar
Marinheiro só
Domínio público
Asa-Branca
Qando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu,ai
Por que tamanha judiação
Até mesmo a asa-Branca
Bateu asas do Setão
Então eu disse:"Adeus,Rosinha,
Guarda contigo meu coração".
Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na plantação
Eu te asseguro Não chore não,viu?
Que eu voltarei,viu?
Meu coração!
Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira
Qual fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu,ai
Por que tamanha judiação
Até mesmo a asa-Branca
Bateu asas do Setão
Então eu disse:"Adeus,Rosinha,
Guarda contigo meu coração".
Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na plantação
Eu te asseguro Não chore não,viu?
Que eu voltarei,viu?
Meu coração!
Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira
Ano Novo
Para você ganhar belíssimo Ano Novo...
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependimento
pelas besteiras consumadas nem
parvamente acreditar que por decreto
da esperança a partir de Janeiro
as coisas mudem e seja claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações,
as coisas mudem e seja claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e
gosto de pão matinal, direitos respeitados,
começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo que mereça
este nome, você, meu caro, tem de
merecê-lo, tem de fazê-lo novo,
Eu sei que não é fácil mas tente,
experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
Um maravilhoso ano para você
Amor é síntese
Por favor não me analise
Não fique procurando cada ponto fraco meu
Se ninguém resiste a uma análise profunda
Quanto mais eu
Ciumento, exigente, inseguro, carente
Todo cheio de marcas que a vida deixou
Vejo em cada grito de exigência
Um pedido de carência, um pedido de amor
Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braços
E eu serei perfeito amor.
Poemas & Prosa Poética/A Arte de Ser Feliz
A Arte de Ser Feliz
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Cecília Meireles
Houve um tempo em que minha janela se abriasobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Cecília MeirelesTipos de Amigos
Tipos de Amigos
Amigos, tem de vários tipos, dos mais atenciosos até os mais fingidos.
Amigo sincero: é aquele que nos aceita como nós somos, e nos leva a sério.
Amigo passagem: é aquele que só procura a nossa amizade nos momentos de necessidade.
Amigo interesseiro: é aquele que só procura a nossa amizade pelo o nosso dinheiro.
Amigo inveja: é aquele que nos cobiça pelos nossos bens, ou por alguma habilidade que a gente tem.
Amigo orgulho: é aquele que desde há muitos é nosso amigo, mas se conseguir alguma coisa na vida, nos isola por isso.
Amigo falso: é aquele que demonstra simpatia na nossa frente, e por trás conspira contra a gente.
Amigo ouro: é aquele que convive conosco nos momentos bons e ruins, demonstrando a sua amizade o tempo todo.
Amigo estrela: é aquele que nem a distância nos afasta e ele permanece conosco a vida inteira.
Amigo extermínio: este é o pior amigo, porque é capaz de tirar a nossa vida para tomar o que temos, ou lucrar com isso.
Amigo amor: este é o amigo de verdade, porque é capaz de dar a sua vida pela consideração de uma amizade.
Estas são as pessoas que estão no nosso convívio, pois, esses são os tipos de amigos.
de Patrícia Dayanne
Alto Santo -
Amigos, tem de vários tipos, dos mais atenciosos até os mais fingidos.
Amigo sincero: é aquele que nos aceita como nós somos, e nos leva a sério.
Amigo passagem: é aquele que só procura a nossa amizade nos momentos de necessidade.
Amigo interesseiro: é aquele que só procura a nossa amizade pelo o nosso dinheiro.
Amigo inveja: é aquele que nos cobiça pelos nossos bens, ou por alguma habilidade que a gente tem.
Amigo orgulho: é aquele que desde há muitos é nosso amigo, mas se conseguir alguma coisa na vida, nos isola por isso.
Amigo falso: é aquele que demonstra simpatia na nossa frente, e por trás conspira contra a gente.
Amigo ouro: é aquele que convive conosco nos momentos bons e ruins, demonstrando a sua amizade o tempo todo.
Amigo estrela: é aquele que nem a distância nos afasta e ele permanece conosco a vida inteira.
Amigo extermínio: este é o pior amigo, porque é capaz de tirar a nossa vida para tomar o que temos, ou lucrar com isso.
Amigo amor: este é o amigo de verdade, porque é capaz de dar a sua vida pela consideração de uma amizade.
Estas são as pessoas que estão no nosso convívio, pois, esses são os tipos de amigos.
de Patrícia Dayanne
Alto Santo -
AMIZADE
Verdadeira amizade
A verdadeira amizade
É leal à sua essência
De amigo de irmão,
Acima de tudo é sincera
Se magoada, fala
Não fica calada,
Não guarda ressentimentos consigo
Reparte-os com o amigo,
Não oculta em pensamentos,
Por mais que doa, sempre fala a verdade,
Esta é a verdadeira amizade!
“A amizade é a forma mais doce do amor.”
de Inoema Nunes Jahnke
Cachoeirinha -
A verdadeira amizade
É leal à sua essência
De amigo de irmão,
Acima de tudo é sincera
Se magoada, fala
Não fica calada,
Não guarda ressentimentos consigo
Reparte-os com o amigo,
Não oculta em pensamentos,
Por mais que doa, sempre fala a verdade,
Esta é a verdadeira amizade!
“A amizade é a forma mais doce do amor.”
de Inoema Nunes Jahnke
Cachoeirinha -
Kiss And Say Goodbye/Beijar e Dizer Adeus
Kiss And Say Goodbye
This is got to be the saddest thing of my life
I called you here today
For a bit of bad news
I won't be able to see you anymore
Because of my obligations
And the ties that you have
We've been meeting here everyday
And since it's our last day together
I wanna hold you just one more time
When you turn and walk away
Don't look back
I wanna remember you just like this
Let's just kiss and say goodbye
I had to meet you here today
There's just so many things to say
Please don't stop me 'til I'm through
This is something I hate to do
We've been meeting here so long
I guess what we've done,
I know it was wrong
Please darling, don't you cry
Let's just kiss and say goodbye
Now many months have passed by
I'm gonna miss you, I can't lie, oh no
I've got ties and so do you
I think this is a thing to do
It's gonna hurt me, I can't lie
Maybe you need, you need another guy
Understand me, won't you try, try, try, ...
Let's just kiss and say goodbye
(I'm gonna miss you)
I'm gonna miss you, I can't lie (I'm gonna miss you)
Understand me, won't you try, try, try
Let's just kiss and say goodbye (Just say goodbye)
Beijar e Dizer Adeus
Este tem de ser mais triste momento minha vida
Chamei você aqui hoje
para dar más noticias
Eu não poderei te encontrar mais
Por causa das minhas obrigações
E dos vínculos que você tem
nos estamos nos encontrando aqui hoje
e este será nosso ultimo dia juntos
eu quero abraçar você apenas mais uma vez
quando você se virar e for embora
não olhe para trás
eu quero lembrar de você apenas dessa forma
vamos apenas nos beijar e dizer adeus
eu tenho que encontrar você hoje
tenho apenas algumas coisas para dizer
por favor não me pare ...
esta é algo que eu odeio que faça
esse nosso encontro aqui vai ser longo
eu desejo que não acabe
eu sei que isso estava errado
por favor querida não chore
vamos apenas nos beijar e dizer adeus
desde então vários meses se passaram
eu sinto sua falta eu não posso mentir
eu tenho vínculos e você também
eu acho que isso era o que tinha que ser feito
isso me machuca, eu não posso mentir
talvez você precise, você precise de um outro rapaz
compreenda me quanto eu tenta, tento, tento...
vamos apenas nos beijar e dizer adeus
eu vou sentir sua falta
eu vou sentir sua falta, eu não posso mentir(eu vou sentir sua falta)
compreenda me quanto eu tenta, tento, tento...
vamos apenas nos beijar e dizer adeus(apenas dizer adeus)
This is got to be the saddest thing of my life
I called you here today
For a bit of bad news
I won't be able to see you anymore
Because of my obligations
And the ties that you have
We've been meeting here everyday
And since it's our last day together
I wanna hold you just one more time
When you turn and walk away
Don't look back
I wanna remember you just like this
Let's just kiss and say goodbye
I had to meet you here today
There's just so many things to say
Please don't stop me 'til I'm through
This is something I hate to do
We've been meeting here so long
I guess what we've done,
I know it was wrong
Please darling, don't you cry
Let's just kiss and say goodbye
Now many months have passed by
I'm gonna miss you, I can't lie, oh no
I've got ties and so do you
I think this is a thing to do
It's gonna hurt me, I can't lie
Maybe you need, you need another guy
Understand me, won't you try, try, try, ...
Let's just kiss and say goodbye
(I'm gonna miss you)
I'm gonna miss you, I can't lie (I'm gonna miss you)
Understand me, won't you try, try, try
Let's just kiss and say goodbye (Just say goodbye)
Beijar e Dizer Adeus
Este tem de ser mais triste momento minha vida
Chamei você aqui hoje
para dar más noticias
Eu não poderei te encontrar mais
Por causa das minhas obrigações
E dos vínculos que você tem
nos estamos nos encontrando aqui hoje
e este será nosso ultimo dia juntos
eu quero abraçar você apenas mais uma vez
quando você se virar e for embora
não olhe para trás
eu quero lembrar de você apenas dessa forma
vamos apenas nos beijar e dizer adeus
eu tenho que encontrar você hoje
tenho apenas algumas coisas para dizer
por favor não me pare ...
esta é algo que eu odeio que faça
esse nosso encontro aqui vai ser longo
eu desejo que não acabe
eu sei que isso estava errado
por favor querida não chore
vamos apenas nos beijar e dizer adeus
desde então vários meses se passaram
eu sinto sua falta eu não posso mentir
eu tenho vínculos e você também
eu acho que isso era o que tinha que ser feito
isso me machuca, eu não posso mentir
talvez você precise, você precise de um outro rapaz
compreenda me quanto eu tenta, tento, tento...
vamos apenas nos beijar e dizer adeus
eu vou sentir sua falta
eu vou sentir sua falta, eu não posso mentir(eu vou sentir sua falta)
compreenda me quanto eu tenta, tento, tento...
vamos apenas nos beijar e dizer adeus(apenas dizer adeus)
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Linguagem e Língua -
Linguagem
Linguagem é a representação do pensamento por meio de sinais que permitem a comunicação e a interação entre as pessoas.
-Linguagem verbal: é aquela que tem por unidade a palavra.
-Linguagem não verbal: tem outros tipos de unidade, como gestos, o movimento, a imagem e etc.
-Linguagem mista: como as histórias em quadrinhos, o cinema e a tv que utilizam a imagem e a palavra.
Língua
É o tipo de código formado por palavras e leis combinatórias por meio do qual as pessoas se comunicam e interagem entre si.
Variedades lingüísticas:
São as variações que uma língua apresenta, de acordo com as condições sociais, culturais, regionais e históricas em que é utilizada.
-Norma culta: é a língua padrão, a variedade lingüística de maior prestígio social.
-Norma popular: são todas as variedades lingüísticas diferentes da língua padrão.
Dialetos:
São variedades originadas das diferenças de região, de idade, de sexo, de classes ou de grupos sociais e da própria evolução histórica da língua (ex.: gíria)
Intencionalidade discursiva: são as intenções, explícitas ou implícitas, existentes na linguagem dos interlocutores que participam de uma situação comunicativa.
Conceituado:
Texto: É uma unidade lingüística concreta, percebida pela audição (na fala) ou pela visão (na escrita), que tem unidade de sentido e intencionalidade comunicativa.
Discurso: É a atividade comunicativa capaz de gerar sentido desenvolvido entre interlocutores. Além dos enunciados verbais, engloba outros elementos do processo comunicativo que também participam da construção do sentido do texto.
Coesão textual são as articulações gramaticais existentes entre palavras, orações, frases, parágrafos e partes maiores de um texto que garantem sua conexão seqüencial.
Coerência textual é o resultado da articulação das idéias de um texto ; é a estruturação lógica- semântica que faz com que numa situação discursiva palavras e frases
Linguagem é a representação do pensamento por meio de sinais que permitem a comunicação e a interação entre as pessoas.
-Linguagem verbal: é aquela que tem por unidade a palavra.
-Linguagem não verbal: tem outros tipos de unidade, como gestos, o movimento, a imagem e etc.
-Linguagem mista: como as histórias em quadrinhos, o cinema e a tv que utilizam a imagem e a palavra.
Língua
É o tipo de código formado por palavras e leis combinatórias por meio do qual as pessoas se comunicam e interagem entre si.
Variedades lingüísticas:
São as variações que uma língua apresenta, de acordo com as condições sociais, culturais, regionais e históricas em que é utilizada.
-Norma culta: é a língua padrão, a variedade lingüística de maior prestígio social.
-Norma popular: são todas as variedades lingüísticas diferentes da língua padrão.
Dialetos:
São variedades originadas das diferenças de região, de idade, de sexo, de classes ou de grupos sociais e da própria evolução histórica da língua (ex.: gíria)
Intencionalidade discursiva: são as intenções, explícitas ou implícitas, existentes na linguagem dos interlocutores que participam de uma situação comunicativa.
Conceituado:
Texto: É uma unidade lingüística concreta, percebida pela audição (na fala) ou pela visão (na escrita), que tem unidade de sentido e intencionalidade comunicativa.
Discurso: É a atividade comunicativa capaz de gerar sentido desenvolvido entre interlocutores. Além dos enunciados verbais, engloba outros elementos do processo comunicativo que também participam da construção do sentido do texto.
Coesão textual são as articulações gramaticais existentes entre palavras, orações, frases, parágrafos e partes maiores de um texto que garantem sua conexão seqüencial.
Coerência textual é o resultado da articulação das idéias de um texto ; é a estruturação lógica- semântica que faz com que numa situação discursiva palavras e frases
Linguagem Verbal e Linguagem Não-Verbal
O que é linguagem? É o uso da língua como forma de expressão e comunicação entre as pessoas. Agora, a linguagem não é somente um conjunto de palavras faladas ou escritas, mas também de gestos e imagens. Afinal, não nos comunicamos apenas pela fala ou escrita, não é verdade?
Então, a linguagem pode ser verbalizada, e daí vem a analogia ao verbo. Você já tentou se pronunciar sem utilizar o verbo? Se não, tente, e verá que é impossível se ter algo fundamentado e coerente! Assim, a linguagem verbal é que se utiliza de palavras quando se fala ou quando se escreve.
A linguagem pode ser não verbal, ao contrário da verbal, não se utiliza do vocábulo, das palavras para se comunicar. O objetivo, neste caso, não é de expor verbalmente o que se quer dizer ou o que se está pensando, mas se utilizar de outros meios comunicativos, como: placas, figuras, gestos, objetos, cores, ou seja, dos signos visuais.
Vejamos: um texto narrativo, uma carta, o diálogo, uma entrevista, uma reportagem no jornal escrito ou televisionado, um bilhete? Linguagem verbal!
Agora: o semáforo, o apito do juiz numa partida de futebol, o cartão vermelho, o cartão amarelo, uma dança, o aviso de “não fume” ou de “silêncio”, o bocejo, a identificação de “feminino” e “masculino” através de figuras na porta do banheiro, as placas de trânsito? Linguagem não verbal!
A linguagem pode ser ainda verbal e não verbal ao mesmo tempo, como nos casos das charges, cartoons e anúncios publicitários.
Observe alguns exemplos:
Cartão vermelho – denúncia de falta grave no futebol.
Charge do autor Tacho – exemplo de linguagem verbal (óxente, polo norte 2100) e não verbal (imagem: sol, cactus, pinguim).
Placas de trânsito – à frente “proibido andar de bicicleta”, atrás “quebra-molas”.
Símbolo que se coloca na porta para indicar “sanitário masculino”.
Imagem indicativa de “silêncio”.
Semáforo com sinal amarelo advertindo “atenção”.
Então, a linguagem pode ser verbalizada, e daí vem a analogia ao verbo. Você já tentou se pronunciar sem utilizar o verbo? Se não, tente, e verá que é impossível se ter algo fundamentado e coerente! Assim, a linguagem verbal é que se utiliza de palavras quando se fala ou quando se escreve.
A linguagem pode ser não verbal, ao contrário da verbal, não se utiliza do vocábulo, das palavras para se comunicar. O objetivo, neste caso, não é de expor verbalmente o que se quer dizer ou o que se está pensando, mas se utilizar de outros meios comunicativos, como: placas, figuras, gestos, objetos, cores, ou seja, dos signos visuais.
Vejamos: um texto narrativo, uma carta, o diálogo, uma entrevista, uma reportagem no jornal escrito ou televisionado, um bilhete? Linguagem verbal!
Agora: o semáforo, o apito do juiz numa partida de futebol, o cartão vermelho, o cartão amarelo, uma dança, o aviso de “não fume” ou de “silêncio”, o bocejo, a identificação de “feminino” e “masculino” através de figuras na porta do banheiro, as placas de trânsito? Linguagem não verbal!
A linguagem pode ser ainda verbal e não verbal ao mesmo tempo, como nos casos das charges, cartoons e anúncios publicitários.
Observe alguns exemplos:
Cartão vermelho – denúncia de falta grave no futebol.
Charge do autor Tacho – exemplo de linguagem verbal (óxente, polo norte 2100) e não verbal (imagem: sol, cactus, pinguim).
Placas de trânsito – à frente “proibido andar de bicicleta”, atrás “quebra-molas”.
Símbolo que se coloca na porta para indicar “sanitário masculino”.
Imagem indicativa de “silêncio”.
Semáforo com sinal amarelo advertindo “atenção”.
linguística
A autora Eni Pulcinelli Orlandi em seu livro "O que é linguística" afirma que o ser humano necessita de conhecimentos para poder se estabelecer no mundo em que vive. É por isso que ela procura explicações para tudo que existe, um exemplo importante é a procura de explicações para a linguagem que o acompanha onde quer que ela esteja, isto é, ela é extremamente necessária para a convivência com os outros.
O homem sempre está a procura de respostas que possam explicar a linguagem, pois ela o acompanha desde sempre, isto através da literatura, poesias, religião, lendas etc. Tudo isso mostra a curiosidade do homem pela linguagem.
Para Eni, a linguística é completamente diferente da gramática tradicional, normativa, que estabelece regras de correção para o uso da linguagem verbal, oral ou escrita. Ela estuda a estrutura (como se forma, sua origem, sua decomposição) e a função (qual papel como elemento comum a uma coletividade de linguagem humana).
Como a linguagem é uma abstração, a lingüística busca o estudo cientifico dessa linguagem, determinando normas que possibilitem o conhecimento no tempo e no espaço. Ela se preocupa com a faculdade humana de produzir signos orais e escritos de comunicação, também leva em conta principalmente a possibilidade de individuo pesquisar e buscar novos conhecimentos. Por esse motivo é que a língua portuguesa deve ser revista não como fator de exclusão, mas como um elo de interação entre os personagens que possuem um bem comum: uma mesma língua-mãe.
Quando o ser humano fala ou escreve ele produz sinais que são chamados de signos. Esses signos é que une o homem com os demais, ou seja, com sua realidade social e natural;
De acordo com Saussure a definição de signo é como uma união entre significante (imagem acústica) e significado (conceito), sendo o significante o suporte material do signo ou de uma expressão.
Saussure também faz uma distinção importante que é a separação da língua e fala. Para ele língua é o conjunto de todas as regras que determinam o emprego de sons e relações sintáticas necessárias para a produção de significados, isto é, fato social, geral e visual, em contrapartida a fala é a execução da língua pelo individuo falante, ela depende do individuo e não da sistemática.
Nesta distinção também há a que separa a sincronia da diacronia. A sincronia é o estado atual do sistema da língua, já a diacronia é a sucessão de diferentes estados da língua em evolução. Ele inclui a fala e a diacronia deixando somente os conceitos de língua, valor e sincronia.
São traçadas pela escritora as funções da linguagem. Essas funções vão ser caracterizadas de acordo com o papel de cada um dos elementos do esquema de comunicação que é: emissor que transmite a mensagem ao receptor, canal que liga o emissor com o receptor e o código de comunicação que une todos estes elementos.
Vamos recapitular as funções:
Expressiva > Centrada no emissor
Conotativa > Centrada no receptor
Referencial > Centrada no objeto de comunicação
Fática > Centrada no canal, ligação entre emissor e receptor.
Poética > Centrada na mensagem
Metalingüística > No código
Quando nós falamos, colocamos em funcionamento todas essas funções, sendo que algumas podem apresentar mais que as outras, isso depende do contexto de cada uma.
A autora também trata neste livro do objetivo da sociolingüística que é sistematizar a variação existente na linguagem. Ela julga que a mesma não é homogênea, mas é heterogênea e dinâmica.
Podemos observar hoje que a linguagem esta sempre em mudança, inovando-se a cada dia conforma a atualidade. Como a sociolingüística mantém separado a lingüística e o social ela não produz inovações quando a análise propriamente lingüística.
A linguagem não é só ordem e principio de classificação. Como o ser humano ela é feita também por suas ilusões e seus mistérios, e são essas ilusões e mistérios é que fascina.
Conclusão
Este livro "O que é lingüística" esclarece todas as duvidas que me acompanhava. Nele a autora traz muitas definições e exemplos do que é realmente lingüística.
Esta leitura possibilitou o aprendizado e me incentivou ainda mais para se interar do assunto, procurando livros, pessoas mais informadas sobre o mesmo, enfim, tudo que pudesse suprir minhas necessidades e expectativas.
Ele me auxiliou no aprendizado e me fez entender o que é lingüística, sua relação com as outras ciências, seus objetivos, sua divisão, a contribuição de Saussure para com ela, a diferença entre a lingüística e a gramática, finalmente tudo que se relaciona com ela.
Evidentemente este trabalho foi muito bom, pois agora não só eu, mas com certeza todos os acadêmicos que o leram estão mais informados, ou seja, obterão com a leitura mais conhecimentos sobre esta disciplina.
Espero que cada vez mais possamos nos interar sobre este assunto para alcançar mais instruções e experiências sobre o mesmo.
O homem sempre está a procura de respostas que possam explicar a linguagem, pois ela o acompanha desde sempre, isto através da literatura, poesias, religião, lendas etc. Tudo isso mostra a curiosidade do homem pela linguagem.
Para Eni, a linguística é completamente diferente da gramática tradicional, normativa, que estabelece regras de correção para o uso da linguagem verbal, oral ou escrita. Ela estuda a estrutura (como se forma, sua origem, sua decomposição) e a função (qual papel como elemento comum a uma coletividade de linguagem humana).
Como a linguagem é uma abstração, a lingüística busca o estudo cientifico dessa linguagem, determinando normas que possibilitem o conhecimento no tempo e no espaço. Ela se preocupa com a faculdade humana de produzir signos orais e escritos de comunicação, também leva em conta principalmente a possibilidade de individuo pesquisar e buscar novos conhecimentos. Por esse motivo é que a língua portuguesa deve ser revista não como fator de exclusão, mas como um elo de interação entre os personagens que possuem um bem comum: uma mesma língua-mãe.
Quando o ser humano fala ou escreve ele produz sinais que são chamados de signos. Esses signos é que une o homem com os demais, ou seja, com sua realidade social e natural;
De acordo com Saussure a definição de signo é como uma união entre significante (imagem acústica) e significado (conceito), sendo o significante o suporte material do signo ou de uma expressão.
Saussure também faz uma distinção importante que é a separação da língua e fala. Para ele língua é o conjunto de todas as regras que determinam o emprego de sons e relações sintáticas necessárias para a produção de significados, isto é, fato social, geral e visual, em contrapartida a fala é a execução da língua pelo individuo falante, ela depende do individuo e não da sistemática.
Nesta distinção também há a que separa a sincronia da diacronia. A sincronia é o estado atual do sistema da língua, já a diacronia é a sucessão de diferentes estados da língua em evolução. Ele inclui a fala e a diacronia deixando somente os conceitos de língua, valor e sincronia.
São traçadas pela escritora as funções da linguagem. Essas funções vão ser caracterizadas de acordo com o papel de cada um dos elementos do esquema de comunicação que é: emissor que transmite a mensagem ao receptor, canal que liga o emissor com o receptor e o código de comunicação que une todos estes elementos.
Vamos recapitular as funções:
Expressiva > Centrada no emissor
Conotativa > Centrada no receptor
Referencial > Centrada no objeto de comunicação
Fática > Centrada no canal, ligação entre emissor e receptor.
Poética > Centrada na mensagem
Metalingüística > No código
Quando nós falamos, colocamos em funcionamento todas essas funções, sendo que algumas podem apresentar mais que as outras, isso depende do contexto de cada uma.
A autora também trata neste livro do objetivo da sociolingüística que é sistematizar a variação existente na linguagem. Ela julga que a mesma não é homogênea, mas é heterogênea e dinâmica.
Podemos observar hoje que a linguagem esta sempre em mudança, inovando-se a cada dia conforma a atualidade. Como a sociolingüística mantém separado a lingüística e o social ela não produz inovações quando a análise propriamente lingüística.
A linguagem não é só ordem e principio de classificação. Como o ser humano ela é feita também por suas ilusões e seus mistérios, e são essas ilusões e mistérios é que fascina.
Conclusão
Este livro "O que é lingüística" esclarece todas as duvidas que me acompanhava. Nele a autora traz muitas definições e exemplos do que é realmente lingüística.
Esta leitura possibilitou o aprendizado e me incentivou ainda mais para se interar do assunto, procurando livros, pessoas mais informadas sobre o mesmo, enfim, tudo que pudesse suprir minhas necessidades e expectativas.
Ele me auxiliou no aprendizado e me fez entender o que é lingüística, sua relação com as outras ciências, seus objetivos, sua divisão, a contribuição de Saussure para com ela, a diferença entre a lingüística e a gramática, finalmente tudo que se relaciona com ela.
Evidentemente este trabalho foi muito bom, pois agora não só eu, mas com certeza todos os acadêmicos que o leram estão mais informados, ou seja, obterão com a leitura mais conhecimentos sobre esta disciplina.
Espero que cada vez mais possamos nos interar sobre este assunto para alcançar mais instruções e experiências sobre o mesmo.
Linguística
A vida humana em sociedade não teria sido possível sem sistemas de signos que permitissem a comunicação. A ciência da lingüística começou a se desenvolver quando os homens começaram a fazer perguntas sobre a linguagem que embasava sua civilização.
Lingüística é a ciência que estuda a linguagem. O termo foi empregado pela primeira vez em meados do século XIX, para distinguir as novas diretrizes para o estudo da linguagem, em contraposição ao enfoque filológico mais tradicional. A filologia ocupa-se, principalmente, da evolução histórica das línguas, tal como se manifestam nos textos escritos e no contexto literário e cultural associado. A lingüística tende a dar prioridade à língua falada e à maneira como ela se manifesta em determinada época.
Apresenta ainda uma tendência maior à universalização e aspira à construção de uma teoria geral da estrutura da linguagem que abarque todos os seus aspectos. O desenvolvimento, ao longo dos séculos, de várias hipóteses sobre a formação, evolução e funcionamento da linguagem criou a base para as pesquisas lingüísticas atuais.
Origem da lingüística. Antes do século XIX, quando a lingüística ainda não havia adquirido caráter científico, os estudos nessa área eram dominados por considerações empíricas sobre a própria condição da linguagem, que proliferaram em vários glossários e gramáticas cujo objetivo era explicar e conservar as formas lingüísticas conhecidas. No século V antes da era cristã, surgiu na Índia a primeira gramática destinada a preservar as antigas escrituras sagradas.
Na Grécia antiga, as questões propostas em torno da naturalidade e arbitrariedade da linguagem -- ou seja, o que existe nela "por natureza" ou "por convenção" -- deram origem a duas escolas opostas: os analogistas sustentavam a regularidade básica da linguagem, devida à convenção, e os anomalistas consideravam que a linguagem era irregular, por refletir a própria irregularidade da natureza. As pesquisas sobre essas questões, que os gramáticos romanos se encarregariam, mais tarde, de continuar e transmitir, impulsionaram o progresso da gramática no Ocidente.
A concepção da linguagem como um espelho em que se refletia a verdadeira imagem da realidade levou as gramáticas especulativas medievais a destacarem o aspecto semântico -- relativo ao significado -- da língua. A partir do século XV, a tradição gramatical greco-romana, que até então imperara, perdeu importância à medida que avançava o estudo das línguas vernáculas e exóticas.
A gramática geral de Port-Royal, redigida por estudiosos franceses no século XVII, preparou a abordagem histórica da língua que caracterizou os estudos lingüísticos do século XVIII e abriu caminho ao comparativismo do século seguinte. Gramática comparada e lingüística histórica. A descoberta, no final do século XVIII, das afinidades "genealógicas" entre o sânscrito, o grego e o latim, atribuída comumente ao orientalista inglês Sir William Jones, deu lugar a um exaustivo estudo comparado dessas e de outras línguas. Tais pesquisas apresentaram os primeiros resultados positivos quando, em 1816, o lingüista alemão Franz Bopp publicou sua obra Über das Conjugations system der Sanskritsprache... (Sobre o sistema das conjugações em sânscrito...). Por meio da comparação metódica das conjugações do sânscrito, persa, grego, latim e alemão, Bopp concluiu que as afinidades fonéticas e morfológicas demonstravam a existência de um tronco hipotético ou língua comum anterior, o indo-europeu.
Foram assim estabelecidos os alicerces da gramática comparada, que não tardaria a adquirir caráter científico graças ao trabalho de dois lingüistas: Rasmus Rask, na Dinamarca, e Jacob Grimm, na Alemanha.
Ao primeiro se deve a elaboração de uma gramática geral e comparativa das línguas do mundo e o estabelecimento de uma série de correspondências fonéticas entre as palavras de significado igual ou semelhante. Grimm acrescentou a esses estudos uma perspectiva histórica, ao pesquisar as numerosas correspondências fonéticas entre as consoantes do latim, do grego, do sânscrito e do ramo germânico do indo-europeu. O resultado de sua pesquisa, conhecido como "lei de Grimm" ou "primeira mutação consonântica do germânico", representou um progresso notável nos estudos lingüísticos.
A classificação das línguas, a evolução histórica de seus aspectos fonológicos, morfológicos e léxicos, os estudos sobre distribuição geográfica dos idiomas indo-europeus e a reconstrução da língua comum de que provinham definiram o contorno geral dos estudos lingüísticos que dominaram a segunda metade do século XIX. Na década de 1870, o movimento dos neogramáticos, cujos principais representantes foram os alemães August Leskien e Hermann Paul, marcou um dos períodos mais significativos da lingüística histórica por conferir à disciplina um caráter mais científico e preciso.
Com base nas teorias evolucionistas de Charles Darwin e na compreensão da língua como um organismo vivo, que nasce, se desenvolve e morre, os neogramáticos atribuíram à evolução histórica das línguas a determinadas leis fonéticas, regulares e imutáveis, a partir das quais seria possível reconstruir as formas originais de que haviam surgido. Apesar das evidentes limitações desse enfoque fonético, o método e as técnicas dos neogramáticos muito influenciaram os lingüistas posteriores.
Nas correntes lingüísticas surgidas durante a primeira metade do século XX, foram também importantes as teorias desenvolvidas um século antes pelo alemão Wilhelm Von Humboldt, para quem a língua, organismo vivo e manifestação do espírito humano, era uma atividade e não um ato. Com sua concepção estruturalista da língua como um conjunto orgânico composto por uma forma externa (os sons), estruturada e dotada de sentido por uma forma interna, peculiar a cada língua, Humboldt foi o precursor do estruturalismo lingüístico de Ferdinand de Saussure.
Século XX.
Com o progresso do método comparativista, os estudos lingüísticos do século XX adotaram uma nova orientação e uma nova atitude com relação ao enfoque e ao objeto de estudo da lingüística. Ao invés de se concentrar na descrição histórica da língua, como queriam os gramáticos comparativistas, a lingüística daria maior ênfase ao estudo da linguagem em si mesma e a seu caráter sociocultural.
Durante a primeira metade do século XX, as novas orientações lingüísticas estiveram representadas fundamentalmente pelo estruturalismo, cujos expoentes foram Ferdinand de Saussure, na Europa, e Leonard Bloomfield, nos Estados Unidos.
Estruturalismo europeu. Considera-se em geral o suíço Ferdinand de Saussure o fundador do estruturalismo lingüístico na Europa, embora suas teorias não tenham sido assim definidas explicitamente. As principais idéias de Saussure, reunidas por seus discípulos Charles Bally e Albert Séchehaye e publicadas postumamente sob o título Cours de linguistique générale (1916; Curso de lingüística geral), tiveram forte influência nos estudos lingüísticos da primeira metade do século XX.
O estruturalismo, conforme exposto na obra de Saussure, baseia-se na convicção de que a linguagem é um sistema abstrato de relações diferenciais entre todas as suas partes. Esse sistema se apresenta subjacente aos fatos lingüísticos concretos e constitui o principal objeto de estudo do lingüista.
Para fundamentar suas afirmações, Saussure estabeleceu uma série de definições e distinções sobre a natureza da linguagem, que se podem resumir nos seguintes pontos: (1) a diferenciação entre langue (língua), sistema de signos presente na consciência de todos os membros de uma determinada comunidade lingüística, e parole (discurso), realização concreta e individual da língua num determinado momento e lugar por cada um dos membros da comunidade; (2) a consideração do signo lingüístico, elemento essencial na comunidade humana, como a combinação de um significante (ou expressão) e um significado (conteúdo), cuja relação arbitrária se define em termos sintagmáticos (entre os elementos que se combinam na seqüência do discurso) ou paradigmáticos (entre os elementos capazes de aparecer no mesmo contexto); e (3) a distinção entre o estudo sincrônico da língua, ou seja, a descrição do estado estrutural da língua em um dado momento, e o estudo diacrônico, descrição da evolução histórica da língua, que leva em conta os diferentes estágios sincrônicos.
Saussure considerou prioritário o estudo sincrônico, que permite revelar a estrutura essencial da linguagem: "A língua é um sistema em que todas as partes podem e devem ser consideradas em sua solidariedade sincrônica."
Os lingüistas encontraram nas idéias renovadoras de Saussure o ponto de partida para desenvolver novos métodos e teorias. Foi o caso da chamada escola de Praga, surgida em 1926 e formada, entre outros, pelos lingüistas de origem russa Nikolai Trubetskoi, Serguei Karcevski e Roman Jakobson. No I Congresso Internacional de Lingüistas, realizado em Haia, em 1928, os integrantes da escola de Praga assinalaram a importância da fonologia no sistema da língua.
Sobre a base das distinções realizadas por Saussure entre língua e discurso, sincronia e diacronia, os lingüistas da escola de Praga proclamaram a necessidade de se fazer distinção entre fonologia e fonética, dois termos usados até então para definir a ciência dos sons. Segundo eles, a fonologia estuda as funções lingüísticas dos sons, os fonemas, enquanto a fonética se preocupa com a produção e as características dos sons da fala.
À escola de Praga deveu-se também a definição de fonema como a unidade mínima do significante que está no plano da língua, assim como o conceito de traços pertinentes, distintivos ou funcionais dos fonemas.
Os lingüistas escandinavos Viggo Brøndal e Louis Hjelmslev, criadores da teoria da linguagem conhecida como glossemática, foram os principais representantes do Círculo Lingüístico de Copenhague, fundado em 1931, e que também se inspirou nos conceitos de língua, discurso, sincronia e estrutura de Saussure. Coube a Hjelmslev criar uma das mais conhecidas e precisas definições da lingüística estrutural: "conjunto de pesquisas baseadas na hipótese de que é cientificamente legítimo descrever uma língua como, essencialmente, uma unidade autônoma de dependências internas ou, numa só palavra, uma estrutura".
Estruturalismo americano. O surgimento do estruturalismo nos Estados Unidos foi condicionado pela análise descritiva das centenas de línguas ameríndias no final do século XIX. A necessidade de buscar princípios metodológicos apropriados para a análise dessas línguas, em grande parte desconhecidas e ágrafas (não escritas), resultou num enfoque antropológico e etnológico desses estudos.
Os pesquisadores pretendiam reconstruir as civilizações primitivas, cujas estruturas lingüísticas consideravam indissociáveis do contexto social e cultural em que se haviam originado. Nesse sentido destacaram-se os trabalhos de Franz Boas e de seu discípulo Edward Sapir, que em Language (1921; Linguagem) ressaltou, como fizera Saussure, o caráter da linguagem como modelo geral e preparou o caminho da lingüística estrutural americana, cujo principal representante seria Leonard Bloomfield.
Em 1933, a publicação de um livro de Bloomfield, Language, marcou o início de uma nova era na lingüística e influiu nos trabalhos da escola distribucionalista (também denominada neobloomfieldiana) surgida depois dele. Para obter o máximo rigor científico no estudo da linguagem, Bloomfield adotou um enfoque behaviorista em sua análise lingüística e definiu a linguagem em termos de respostas a estímulos. O autor excluiu de suas considerações, quase completamente, alusões à significação ou à semântica.
O estruturalismo de Bloomfield era eminentemente analítico e descritivo e centrava-se no estudo da morfologia e da sintaxe: ao partir da frase como unidade máxima analisável, empregava métodos de redução que permitiam decompô-la em seus elementos constituintes imediatos, até chegar ao morfema, unidade mínima indivisível. Esse método de análise foi o principal objeto de pesquisa dos neobloomfieldianos ou distribucionalistas, os mais importantes dos quais foram Bernard Bloch, George L. Trager, Robert Anderson Hall e, especialmente, Zellig S. Harris, autor de um livro fundamental no estruturalismo americano, Methods in Structural Linguistics (1951; Métodos da lingüística estrutural).
Gramática gerativo-transformacional. A publicação de Syntactic Structures (1957; Estruturas sintáticas), do americano Noam Chomsky, deu nova orientação aos estudos lingüísticos modernos. Chomsky reagia contra as hipóteses teóricas do distribucionalismo (fora discípulo de Zellig S. Harris) e expunha o que deveria ser, em sua opinião, o objetivo da lingüística: a formulação de uma gramática que, por meio de um número finito de regras, fosse capaz de gerar todas as frases de um idioma, do mesmo modo que um falante pode formar um número infinito de frases em sua língua, mesmo quando nunca as tenha ouvido ou pronunciado.
Tais regras, afirmou Chomsky, não são leis da natureza. Foram "construídas pela mente durante a aquisição do conhecimento" e podem ser consideradas "princípios universais da linguagem". A tese representou uma negação frontal do behaviorismo.
Cabia ao lingüista a tarefa de construir essa gramática, a partir do que Chomsky denominou "competência" (o conhecimento que o falante possui de sua língua e que lhe permite gerar e compreender mensagens) e não do "desempenho" (o emprego concreto que o falante faz de sua língua). A regras gramaticais que permitissem gerar orações inteligíveis num idioma seria denominada gramática gerativa.
Em suas formulações sobre essa gramática, Chomsky distinguiu três componentes: o sintático, com função geradora; o fonológico, a imagem acústica da estrutura elaborada pelo componente sintático; e o semântico, que interpreta essa imagem. Em oposição à gramática estruturalista dos distribucionalistas, que se baseava na análise dos constituintes imediatos, Chomsky analisou as estruturas das orações em dois níveis, o profundo e o superficial, para indicar as transformações produzidas ao se passar de um nível para outro e as regras que regem as transformações.
Esses conceitos explicam a razão do termo gramática gerativo-transformacional e fundamentaram grande parte dos estudos lingüísticos realizados depois de Chomsky.
Segundo a teoria gerativo-transformacional, todas as línguas possuem uma estrutura superficial ou aparente, que representa a forma em que aparece a oração, e outra estrutura profunda ou latente, que encerra o conteúdo semântico da oração e forma o corpus gramatical básico que o falante de uma língua possui. Por meio de uma quantidade limitada de regras de transformação, o falante pode criar um número infinito de orações superficiais. O componente fonológico, ou seja, a imagem acústica das estruturas elaboradas pelo componente sintático, é dado por uma série de segmentos -- denominados morfofonemas por alguns lingüistas -- com traços distintivos que indicam como devem ser representadas, na estrutura superficial, as orações geradas pela sintaxe.
De maneira semelhante, o componente semântico fornece o significado às orações da estrutura superficial pela substituição ou inserção léxica de palavras e morfemas (unidades significativas) durante o processo de transformação da estrutura profunda na superficial.
Essa consideração do componente semântico, que respondia à diferenciação entre sintaxe e semântica das primeiras formulações da gramática gerativa, foi um dos pontos mais conflituosos para teorias gerativas posteriores, que consideravam inexistente essa diferenciação.
Psicolingüística e sociolingüística. A teoria gerativa de Chomsky abriu caminho para uma renovação radical da lingüística e para sua aplicação a diversas disciplinas do saber humano, como a psicologia ou a sociologia. Um dos principais campos de aplicação da gramática gerativo-transformacional, sobretudo no que diz respeito à dicotomia competência-desempenho, foi à psicolingüística, termo surgido na década de 1940 e definido como o estudo de fatos da linguagem considerados sob seus aspectos psicológicos, fundamentalmente no que se refere à aquisição da linguagem, à percepção da fala e aos distúrbios patológicos, como por exemplo a afasia (perda da fala).
O caráter e função social da linguagem, suas repercussões no comportamento do indivíduo e os condicionamentos sociais (diferenças de classe, sexo, educação, idade e ocupação) que determinam as variações lingüísticas dentro de uma língua representam os objetivos principais da sociolingüística.
Em oposição às teorias sociolingüísticas, segundo as quais a língua é ao mesmo tempo causa e efeito das concepções sobre a realidade e o mundo de uma comunidade de falantes (hipótese do americano Benjamin Lee Whorf) ou resultado de estruturas sociais determinadas (teoria do georgiano Nikolai Y. Marr), as pesquisas do americano William Labov tentaram explicar as variações lingüísticas de uma determinada língua por meio de uma redefinição do conceito chomskiano de competência. Labov entendia a competência como o conjunto de regras de conteúdo sociológico -- diferentes níveis e registros de língua -- que, uma vez conhecidas pelo falante, podem ser empregadas de acordo com o contexto social ou a situação.
Outras teorias.
Embora a influência do trabalho de Chomsky tenha levado praticamente todas as escolas lingüísticas a definirem suas posições com relação às teorias do lingüista americano, continuaram a surgir enfoques radicalmente opostos. A gramática estratificacional, desenvolvida pelo americano Sidney Lamb, reelaborou elementos do estruturalismo de Bloomfield ao definir a estrutura lingüística como uma teia de relações, mais do que como um sistema de regras; as unidades lingüísticas seriam apenas pontos, ou posições, nessa teia. O distribucionalismo e a escola de Praga inspiraram também tendências como à análise tagmêmica (que considera que a posição dos elementos define a gramática de uma língua) ou a chamada gramática de casos.
A lingüística representa hoje um campo aberto e em contínua renovação, cujos estudos, a partir de perspectivas diferentes, contribuem para a construção de modelos cada vez mais amplos que considerem os elementos constituintes do fenômeno lingüístico.
Lingüística é a ciência que estuda a linguagem. O termo foi empregado pela primeira vez em meados do século XIX, para distinguir as novas diretrizes para o estudo da linguagem, em contraposição ao enfoque filológico mais tradicional. A filologia ocupa-se, principalmente, da evolução histórica das línguas, tal como se manifestam nos textos escritos e no contexto literário e cultural associado. A lingüística tende a dar prioridade à língua falada e à maneira como ela se manifesta em determinada época.
Apresenta ainda uma tendência maior à universalização e aspira à construção de uma teoria geral da estrutura da linguagem que abarque todos os seus aspectos. O desenvolvimento, ao longo dos séculos, de várias hipóteses sobre a formação, evolução e funcionamento da linguagem criou a base para as pesquisas lingüísticas atuais.
Origem da lingüística. Antes do século XIX, quando a lingüística ainda não havia adquirido caráter científico, os estudos nessa área eram dominados por considerações empíricas sobre a própria condição da linguagem, que proliferaram em vários glossários e gramáticas cujo objetivo era explicar e conservar as formas lingüísticas conhecidas. No século V antes da era cristã, surgiu na Índia a primeira gramática destinada a preservar as antigas escrituras sagradas.
Na Grécia antiga, as questões propostas em torno da naturalidade e arbitrariedade da linguagem -- ou seja, o que existe nela "por natureza" ou "por convenção" -- deram origem a duas escolas opostas: os analogistas sustentavam a regularidade básica da linguagem, devida à convenção, e os anomalistas consideravam que a linguagem era irregular, por refletir a própria irregularidade da natureza. As pesquisas sobre essas questões, que os gramáticos romanos se encarregariam, mais tarde, de continuar e transmitir, impulsionaram o progresso da gramática no Ocidente.
A concepção da linguagem como um espelho em que se refletia a verdadeira imagem da realidade levou as gramáticas especulativas medievais a destacarem o aspecto semântico -- relativo ao significado -- da língua. A partir do século XV, a tradição gramatical greco-romana, que até então imperara, perdeu importância à medida que avançava o estudo das línguas vernáculas e exóticas.
A gramática geral de Port-Royal, redigida por estudiosos franceses no século XVII, preparou a abordagem histórica da língua que caracterizou os estudos lingüísticos do século XVIII e abriu caminho ao comparativismo do século seguinte. Gramática comparada e lingüística histórica. A descoberta, no final do século XVIII, das afinidades "genealógicas" entre o sânscrito, o grego e o latim, atribuída comumente ao orientalista inglês Sir William Jones, deu lugar a um exaustivo estudo comparado dessas e de outras línguas. Tais pesquisas apresentaram os primeiros resultados positivos quando, em 1816, o lingüista alemão Franz Bopp publicou sua obra Über das Conjugations system der Sanskritsprache... (Sobre o sistema das conjugações em sânscrito...). Por meio da comparação metódica das conjugações do sânscrito, persa, grego, latim e alemão, Bopp concluiu que as afinidades fonéticas e morfológicas demonstravam a existência de um tronco hipotético ou língua comum anterior, o indo-europeu.
Foram assim estabelecidos os alicerces da gramática comparada, que não tardaria a adquirir caráter científico graças ao trabalho de dois lingüistas: Rasmus Rask, na Dinamarca, e Jacob Grimm, na Alemanha.
Ao primeiro se deve a elaboração de uma gramática geral e comparativa das línguas do mundo e o estabelecimento de uma série de correspondências fonéticas entre as palavras de significado igual ou semelhante. Grimm acrescentou a esses estudos uma perspectiva histórica, ao pesquisar as numerosas correspondências fonéticas entre as consoantes do latim, do grego, do sânscrito e do ramo germânico do indo-europeu. O resultado de sua pesquisa, conhecido como "lei de Grimm" ou "primeira mutação consonântica do germânico", representou um progresso notável nos estudos lingüísticos.
A classificação das línguas, a evolução histórica de seus aspectos fonológicos, morfológicos e léxicos, os estudos sobre distribuição geográfica dos idiomas indo-europeus e a reconstrução da língua comum de que provinham definiram o contorno geral dos estudos lingüísticos que dominaram a segunda metade do século XIX. Na década de 1870, o movimento dos neogramáticos, cujos principais representantes foram os alemães August Leskien e Hermann Paul, marcou um dos períodos mais significativos da lingüística histórica por conferir à disciplina um caráter mais científico e preciso.
Com base nas teorias evolucionistas de Charles Darwin e na compreensão da língua como um organismo vivo, que nasce, se desenvolve e morre, os neogramáticos atribuíram à evolução histórica das línguas a determinadas leis fonéticas, regulares e imutáveis, a partir das quais seria possível reconstruir as formas originais de que haviam surgido. Apesar das evidentes limitações desse enfoque fonético, o método e as técnicas dos neogramáticos muito influenciaram os lingüistas posteriores.
Nas correntes lingüísticas surgidas durante a primeira metade do século XX, foram também importantes as teorias desenvolvidas um século antes pelo alemão Wilhelm Von Humboldt, para quem a língua, organismo vivo e manifestação do espírito humano, era uma atividade e não um ato. Com sua concepção estruturalista da língua como um conjunto orgânico composto por uma forma externa (os sons), estruturada e dotada de sentido por uma forma interna, peculiar a cada língua, Humboldt foi o precursor do estruturalismo lingüístico de Ferdinand de Saussure.
Século XX.
Com o progresso do método comparativista, os estudos lingüísticos do século XX adotaram uma nova orientação e uma nova atitude com relação ao enfoque e ao objeto de estudo da lingüística. Ao invés de se concentrar na descrição histórica da língua, como queriam os gramáticos comparativistas, a lingüística daria maior ênfase ao estudo da linguagem em si mesma e a seu caráter sociocultural.
Durante a primeira metade do século XX, as novas orientações lingüísticas estiveram representadas fundamentalmente pelo estruturalismo, cujos expoentes foram Ferdinand de Saussure, na Europa, e Leonard Bloomfield, nos Estados Unidos.
Estruturalismo europeu. Considera-se em geral o suíço Ferdinand de Saussure o fundador do estruturalismo lingüístico na Europa, embora suas teorias não tenham sido assim definidas explicitamente. As principais idéias de Saussure, reunidas por seus discípulos Charles Bally e Albert Séchehaye e publicadas postumamente sob o título Cours de linguistique générale (1916; Curso de lingüística geral), tiveram forte influência nos estudos lingüísticos da primeira metade do século XX.
O estruturalismo, conforme exposto na obra de Saussure, baseia-se na convicção de que a linguagem é um sistema abstrato de relações diferenciais entre todas as suas partes. Esse sistema se apresenta subjacente aos fatos lingüísticos concretos e constitui o principal objeto de estudo do lingüista.
Para fundamentar suas afirmações, Saussure estabeleceu uma série de definições e distinções sobre a natureza da linguagem, que se podem resumir nos seguintes pontos: (1) a diferenciação entre langue (língua), sistema de signos presente na consciência de todos os membros de uma determinada comunidade lingüística, e parole (discurso), realização concreta e individual da língua num determinado momento e lugar por cada um dos membros da comunidade; (2) a consideração do signo lingüístico, elemento essencial na comunidade humana, como a combinação de um significante (ou expressão) e um significado (conteúdo), cuja relação arbitrária se define em termos sintagmáticos (entre os elementos que se combinam na seqüência do discurso) ou paradigmáticos (entre os elementos capazes de aparecer no mesmo contexto); e (3) a distinção entre o estudo sincrônico da língua, ou seja, a descrição do estado estrutural da língua em um dado momento, e o estudo diacrônico, descrição da evolução histórica da língua, que leva em conta os diferentes estágios sincrônicos.
Saussure considerou prioritário o estudo sincrônico, que permite revelar a estrutura essencial da linguagem: "A língua é um sistema em que todas as partes podem e devem ser consideradas em sua solidariedade sincrônica."
Os lingüistas encontraram nas idéias renovadoras de Saussure o ponto de partida para desenvolver novos métodos e teorias. Foi o caso da chamada escola de Praga, surgida em 1926 e formada, entre outros, pelos lingüistas de origem russa Nikolai Trubetskoi, Serguei Karcevski e Roman Jakobson. No I Congresso Internacional de Lingüistas, realizado em Haia, em 1928, os integrantes da escola de Praga assinalaram a importância da fonologia no sistema da língua.
Sobre a base das distinções realizadas por Saussure entre língua e discurso, sincronia e diacronia, os lingüistas da escola de Praga proclamaram a necessidade de se fazer distinção entre fonologia e fonética, dois termos usados até então para definir a ciência dos sons. Segundo eles, a fonologia estuda as funções lingüísticas dos sons, os fonemas, enquanto a fonética se preocupa com a produção e as características dos sons da fala.
À escola de Praga deveu-se também a definição de fonema como a unidade mínima do significante que está no plano da língua, assim como o conceito de traços pertinentes, distintivos ou funcionais dos fonemas.
Os lingüistas escandinavos Viggo Brøndal e Louis Hjelmslev, criadores da teoria da linguagem conhecida como glossemática, foram os principais representantes do Círculo Lingüístico de Copenhague, fundado em 1931, e que também se inspirou nos conceitos de língua, discurso, sincronia e estrutura de Saussure. Coube a Hjelmslev criar uma das mais conhecidas e precisas definições da lingüística estrutural: "conjunto de pesquisas baseadas na hipótese de que é cientificamente legítimo descrever uma língua como, essencialmente, uma unidade autônoma de dependências internas ou, numa só palavra, uma estrutura".
Estruturalismo americano. O surgimento do estruturalismo nos Estados Unidos foi condicionado pela análise descritiva das centenas de línguas ameríndias no final do século XIX. A necessidade de buscar princípios metodológicos apropriados para a análise dessas línguas, em grande parte desconhecidas e ágrafas (não escritas), resultou num enfoque antropológico e etnológico desses estudos.
Os pesquisadores pretendiam reconstruir as civilizações primitivas, cujas estruturas lingüísticas consideravam indissociáveis do contexto social e cultural em que se haviam originado. Nesse sentido destacaram-se os trabalhos de Franz Boas e de seu discípulo Edward Sapir, que em Language (1921; Linguagem) ressaltou, como fizera Saussure, o caráter da linguagem como modelo geral e preparou o caminho da lingüística estrutural americana, cujo principal representante seria Leonard Bloomfield.
Em 1933, a publicação de um livro de Bloomfield, Language, marcou o início de uma nova era na lingüística e influiu nos trabalhos da escola distribucionalista (também denominada neobloomfieldiana) surgida depois dele. Para obter o máximo rigor científico no estudo da linguagem, Bloomfield adotou um enfoque behaviorista em sua análise lingüística e definiu a linguagem em termos de respostas a estímulos. O autor excluiu de suas considerações, quase completamente, alusões à significação ou à semântica.
O estruturalismo de Bloomfield era eminentemente analítico e descritivo e centrava-se no estudo da morfologia e da sintaxe: ao partir da frase como unidade máxima analisável, empregava métodos de redução que permitiam decompô-la em seus elementos constituintes imediatos, até chegar ao morfema, unidade mínima indivisível. Esse método de análise foi o principal objeto de pesquisa dos neobloomfieldianos ou distribucionalistas, os mais importantes dos quais foram Bernard Bloch, George L. Trager, Robert Anderson Hall e, especialmente, Zellig S. Harris, autor de um livro fundamental no estruturalismo americano, Methods in Structural Linguistics (1951; Métodos da lingüística estrutural).
Gramática gerativo-transformacional. A publicação de Syntactic Structures (1957; Estruturas sintáticas), do americano Noam Chomsky, deu nova orientação aos estudos lingüísticos modernos. Chomsky reagia contra as hipóteses teóricas do distribucionalismo (fora discípulo de Zellig S. Harris) e expunha o que deveria ser, em sua opinião, o objetivo da lingüística: a formulação de uma gramática que, por meio de um número finito de regras, fosse capaz de gerar todas as frases de um idioma, do mesmo modo que um falante pode formar um número infinito de frases em sua língua, mesmo quando nunca as tenha ouvido ou pronunciado.
Tais regras, afirmou Chomsky, não são leis da natureza. Foram "construídas pela mente durante a aquisição do conhecimento" e podem ser consideradas "princípios universais da linguagem". A tese representou uma negação frontal do behaviorismo.
Cabia ao lingüista a tarefa de construir essa gramática, a partir do que Chomsky denominou "competência" (o conhecimento que o falante possui de sua língua e que lhe permite gerar e compreender mensagens) e não do "desempenho" (o emprego concreto que o falante faz de sua língua). A regras gramaticais que permitissem gerar orações inteligíveis num idioma seria denominada gramática gerativa.
Em suas formulações sobre essa gramática, Chomsky distinguiu três componentes: o sintático, com função geradora; o fonológico, a imagem acústica da estrutura elaborada pelo componente sintático; e o semântico, que interpreta essa imagem. Em oposição à gramática estruturalista dos distribucionalistas, que se baseava na análise dos constituintes imediatos, Chomsky analisou as estruturas das orações em dois níveis, o profundo e o superficial, para indicar as transformações produzidas ao se passar de um nível para outro e as regras que regem as transformações.
Esses conceitos explicam a razão do termo gramática gerativo-transformacional e fundamentaram grande parte dos estudos lingüísticos realizados depois de Chomsky.
Segundo a teoria gerativo-transformacional, todas as línguas possuem uma estrutura superficial ou aparente, que representa a forma em que aparece a oração, e outra estrutura profunda ou latente, que encerra o conteúdo semântico da oração e forma o corpus gramatical básico que o falante de uma língua possui. Por meio de uma quantidade limitada de regras de transformação, o falante pode criar um número infinito de orações superficiais. O componente fonológico, ou seja, a imagem acústica das estruturas elaboradas pelo componente sintático, é dado por uma série de segmentos -- denominados morfofonemas por alguns lingüistas -- com traços distintivos que indicam como devem ser representadas, na estrutura superficial, as orações geradas pela sintaxe.
De maneira semelhante, o componente semântico fornece o significado às orações da estrutura superficial pela substituição ou inserção léxica de palavras e morfemas (unidades significativas) durante o processo de transformação da estrutura profunda na superficial.
Essa consideração do componente semântico, que respondia à diferenciação entre sintaxe e semântica das primeiras formulações da gramática gerativa, foi um dos pontos mais conflituosos para teorias gerativas posteriores, que consideravam inexistente essa diferenciação.
Psicolingüística e sociolingüística. A teoria gerativa de Chomsky abriu caminho para uma renovação radical da lingüística e para sua aplicação a diversas disciplinas do saber humano, como a psicologia ou a sociologia. Um dos principais campos de aplicação da gramática gerativo-transformacional, sobretudo no que diz respeito à dicotomia competência-desempenho, foi à psicolingüística, termo surgido na década de 1940 e definido como o estudo de fatos da linguagem considerados sob seus aspectos psicológicos, fundamentalmente no que se refere à aquisição da linguagem, à percepção da fala e aos distúrbios patológicos, como por exemplo a afasia (perda da fala).
O caráter e função social da linguagem, suas repercussões no comportamento do indivíduo e os condicionamentos sociais (diferenças de classe, sexo, educação, idade e ocupação) que determinam as variações lingüísticas dentro de uma língua representam os objetivos principais da sociolingüística.
Em oposição às teorias sociolingüísticas, segundo as quais a língua é ao mesmo tempo causa e efeito das concepções sobre a realidade e o mundo de uma comunidade de falantes (hipótese do americano Benjamin Lee Whorf) ou resultado de estruturas sociais determinadas (teoria do georgiano Nikolai Y. Marr), as pesquisas do americano William Labov tentaram explicar as variações lingüísticas de uma determinada língua por meio de uma redefinição do conceito chomskiano de competência. Labov entendia a competência como o conjunto de regras de conteúdo sociológico -- diferentes níveis e registros de língua -- que, uma vez conhecidas pelo falante, podem ser empregadas de acordo com o contexto social ou a situação.
Outras teorias.
Embora a influência do trabalho de Chomsky tenha levado praticamente todas as escolas lingüísticas a definirem suas posições com relação às teorias do lingüista americano, continuaram a surgir enfoques radicalmente opostos. A gramática estratificacional, desenvolvida pelo americano Sidney Lamb, reelaborou elementos do estruturalismo de Bloomfield ao definir a estrutura lingüística como uma teia de relações, mais do que como um sistema de regras; as unidades lingüísticas seriam apenas pontos, ou posições, nessa teia. O distribucionalismo e a escola de Praga inspiraram também tendências como à análise tagmêmica (que considera que a posição dos elementos define a gramática de uma língua) ou a chamada gramática de casos.
A lingüística representa hoje um campo aberto e em contínua renovação, cujos estudos, a partir de perspectivas diferentes, contribuem para a construção de modelos cada vez mais amplos que considerem os elementos constituintes do fenômeno lingüístico.
Variações linguísticas
Os anciãos estavam a dialogar no recinto.
Os idosos estavam debatendo no local.
Os velhos conversavam no tal lugar.
Os coroa tavam batendo um papo na baia.
Os idosos estavam debatendo no local.
Os velhos conversavam no tal lugar.
Os coroa tavam batendo um papo na baia.
Verbos no infinitivo e pronomes átonos: dica básica de acentuação
Uma dica de escrita básica, mas que sempre me deixava na dúvida.
Quando temos um verbo no infinitivo, e precisamos empregá-lo com um pronome átono (ou pronome pessoal do caso oblíquo), obtendo formas como usá-lo (verbo usar + pronome o), entretê-la (verbo entreter + pronome a), segui-lo (verbo seguir + pronome o) e pô-la (verbo pôr + pronome a) é preciso acentuar a palavra que vem antes do hífen?
A resposta é: quase sempre.
Verbos terminados em ar, er e or, sempre tornam-se formas acentuadas. A única exceção é para os verbos terminados em ir, que só levam acento quando o “i” final for um hiato.
Por isso, encontrá-lo, recebê-la e instruí-la são acentuados, mas imprimi-lo fica sem acento.
Quando temos um verbo no infinitivo, e precisamos empregá-lo com um pronome átono (ou pronome pessoal do caso oblíquo), obtendo formas como usá-lo (verbo usar + pronome o), entretê-la (verbo entreter + pronome a), segui-lo (verbo seguir + pronome o) e pô-la (verbo pôr + pronome a) é preciso acentuar a palavra que vem antes do hífen?
A resposta é: quase sempre.
Verbos terminados em ar, er e or, sempre tornam-se formas acentuadas. A única exceção é para os verbos terminados em ir, que só levam acento quando o “i” final for um hiato.
Por isso, encontrá-lo, recebê-la e instruí-la são acentuados, mas imprimi-lo fica sem acento.
Divisões da Linguística
1. Considerando o foco da análise:
Linguística Descritiva (ou sincrônica): Fala de uma língua, descrevendo-a simultaneamente no tempo, analisa as relações existentes entre os fatos linguísticos em um estado da língua, além de fornecer dados que confirmam ou não as hipóteses. Modernamente, ela cede lugar à Linguística Teórica, que constrói modelos teóricos, mais do que descreve;
Linguística História (ou diacrônica): Analisa as mudanças que a língua sofre através dos tempos, preocupando-se, principalmente, com as transformações ocorridas;
Linguística Teórica: Procura estudar questões sobre como as pessoas, usando suas linguagens, conseguem comunicar-se; quais propriedades todas as linguagens têm em comum; qual conhecimento uma pessoa deve possuir para ser capaz de usar uma linguagem e como a habilidade linguística é adquirida pelas crianças;
Linguística Aplicada: Utiliza conhecimentos da linguística para solucionar problemas, geralmente referentes ao ensino de línguas, à tradução ou aos distúrbios de linguagem.
Linguística Geral: Engloba todas as áreas, sem um detalhamento profundo. Fornece modelos e conceitos que fundamentarão a análise das línguas.
2. Considerando o que constitui a língua:
Fonologia: Estuda os menores segmentos que formam a língua, isto é, os fonemas;
Morfologia: Estuda as classes de palavras, suas flexões, estrutura e formação;
Sintaxe: Estuda as funções das palavras nas frases;
Semântica: Estuda os sentidos das frases e das palavras que a integram;
3. Considerando suas conexões com outros domínios:
Psicolinguística: Estuda a relação entre a linguagem e a mente;
Sociolinguística: Estuda a relação entre a linguagem e a sociedade;
Etnolinguística: Estuda a relação entre a linguagem e a cultura (cultura não no sentido de erudição ou conhecimento livreiro, mas sim como as tradições de um povo, esta cultura que todos possuem.)
Linguística Descritiva (ou sincrônica): Fala de uma língua, descrevendo-a simultaneamente no tempo, analisa as relações existentes entre os fatos linguísticos em um estado da língua, além de fornecer dados que confirmam ou não as hipóteses. Modernamente, ela cede lugar à Linguística Teórica, que constrói modelos teóricos, mais do que descreve;
Linguística História (ou diacrônica): Analisa as mudanças que a língua sofre através dos tempos, preocupando-se, principalmente, com as transformações ocorridas;
Linguística Teórica: Procura estudar questões sobre como as pessoas, usando suas linguagens, conseguem comunicar-se; quais propriedades todas as linguagens têm em comum; qual conhecimento uma pessoa deve possuir para ser capaz de usar uma linguagem e como a habilidade linguística é adquirida pelas crianças;
Linguística Aplicada: Utiliza conhecimentos da linguística para solucionar problemas, geralmente referentes ao ensino de línguas, à tradução ou aos distúrbios de linguagem.
Linguística Geral: Engloba todas as áreas, sem um detalhamento profundo. Fornece modelos e conceitos que fundamentarão a análise das línguas.
2. Considerando o que constitui a língua:
Fonologia: Estuda os menores segmentos que formam a língua, isto é, os fonemas;
Morfologia: Estuda as classes de palavras, suas flexões, estrutura e formação;
Sintaxe: Estuda as funções das palavras nas frases;
Semântica: Estuda os sentidos das frases e das palavras que a integram;
3. Considerando suas conexões com outros domínios:
Psicolinguística: Estuda a relação entre a linguagem e a mente;
Sociolinguística: Estuda a relação entre a linguagem e a sociedade;
Etnolinguística: Estuda a relação entre a linguagem e a cultura (cultura não no sentido de erudição ou conhecimento livreiro, mas sim como as tradições de um povo, esta cultura que todos possuem.)
O que é linguística?
Linguística é a ciência que estuda a linguagem verbal humana. Como toda a ciência, ela baseia-se em observações conduzidas através de métodos, com fundamentação em uma teoria.
Portanto, a função de um linguista é estudar toda e qualquer manifestação linguística como um fato merecedor de descrição e explicação dentro de um quadro científico adequado.
Para um linguista é muito mais interessante uma passagem do tipo:
Cumé qui é?
a outra:
Como é que é?
pois as variações linguísticas e seus motivos socio-culturais são, cientificamente, muito mais relevantes do que a norma padrão da língua, isto é, o jeito “correto” de falar.
O linguista quer descobrir como a língua funciona, estudando várias dessas línguas, de forma empírica (através de dados baseados na experiência), dando preferência às variações populares faladas em diversas comunidades.
Portanto, a função de um linguista é estudar toda e qualquer manifestação linguística como um fato merecedor de descrição e explicação dentro de um quadro científico adequado.
Para um linguista é muito mais interessante uma passagem do tipo:
Cumé qui é?
a outra:
Como é que é?
pois as variações linguísticas e seus motivos socio-culturais são, cientificamente, muito mais relevantes do que a norma padrão da língua, isto é, o jeito “correto” de falar.
O linguista quer descobrir como a língua funciona, estudando várias dessas línguas, de forma empírica (através de dados baseados na experiência), dando preferência às variações populares faladas em diversas comunidades.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
NÃO DEIXE O AMOR PASSAR
olá!!! Bem vindo !!!Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.
Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.
Carlos Drummond de Andrade
Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.
Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.
Carlos Drummond de Andrade
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Pássaro de Fogo Paula Fernandes
Vai se entregar pra mim
Como a primeira vez
Vai delirar de amor
Sentir o meu calor
Vai me pertencer
Sou pássaro de fogo
Que canta ao teu ouvido
Vou ganhar esse jogo,
Te amando feito um louco
Quero teu amor bandido
Minha alma viajante, coração independente
Por você corre perigo
To afim dos teus segredos
De tirar o teu sossego
Ser bem mais que um amigo
Não diga que não
Não negue a você
Um novo amor
Uma nova paixão
Diz pra mim...
Longe do chão
Serei os seus pés
Nas asas do sonho rumo ao teu coração
Permita sentir
Se entrega pra mim
Cavalguei meu corpo a minha eterna paixão...
Vai se entregar pra mim
Como a primeira vez
Vai delirar de amor
Sentir o meu calor
Vai me pertencer
Sou pássaro de fogo
Que canta ao teu ouvido
Vou ganhar esse jogo,
Te amando feito um louco
Quero teu amor bandido
Minha alma viajante, coração independente
Por você corre perigo
To afim dos teus segredos
De tirar o teu sossego
Ser bem mais que um amigo
Não diga que não
Não negue a você
Um novo amor
Uma nova paixão
Diz pra mim...
Longe do chão
Serei os seus pés
Nas asas do sonho rumo ao teu coração
E mi faz sentir
Se entrega pra mim
Cavalguei meu corpo a minha eterna paixão...
Longe do chão
Serei os seus pés
Nas asas do sonho rumo ao teu coração
E mi faz sentir
Se entrega pra mim
Cavalguei meu corpo a minha eterna paixão...
Como a primeira vez
Vai delirar de amor
Sentir o meu calor
Vai me pertencer
Sou pássaro de fogo
Que canta ao teu ouvido
Vou ganhar esse jogo,
Te amando feito um louco
Quero teu amor bandido
Minha alma viajante, coração independente
Por você corre perigo
To afim dos teus segredos
De tirar o teu sossego
Ser bem mais que um amigo
Não diga que não
Não negue a você
Um novo amor
Uma nova paixão
Diz pra mim...
Longe do chão
Serei os seus pés
Nas asas do sonho rumo ao teu coração
Permita sentir
Se entrega pra mim
Cavalguei meu corpo a minha eterna paixão...
Vai se entregar pra mim
Como a primeira vez
Vai delirar de amor
Sentir o meu calor
Vai me pertencer
Sou pássaro de fogo
Que canta ao teu ouvido
Vou ganhar esse jogo,
Te amando feito um louco
Quero teu amor bandido
Minha alma viajante, coração independente
Por você corre perigo
To afim dos teus segredos
De tirar o teu sossego
Ser bem mais que um amigo
Não diga que não
Não negue a você
Um novo amor
Uma nova paixão
Diz pra mim...
Longe do chão
Serei os seus pés
Nas asas do sonho rumo ao teu coração
E mi faz sentir
Se entrega pra mim
Cavalguei meu corpo a minha eterna paixão...
Longe do chão
Serei os seus pés
Nas asas do sonho rumo ao teu coração
E mi faz sentir
Se entrega pra mim
Cavalguei meu corpo a minha eterna paixão...
Catedral Zélia Duncan
O deserto que atravessei
Ninguém me viu passar
Estranha e só
Nem pude ver que o céu é maior
Tentei dizer
Mas vi você
Tão longe de chegar
Mais perto de algum lugar
É deserto onde eu te encontrei
Você me viu passar
Correndo só
Nem pude ver que o tempo é maior
Olhei pra mim
Me vi assim
Tão perto de chegar
Onde você não está
No silêncio uma catedral
Um templo em mim
Onde eu possa ser imortal
Mas vai existir
Eu sei, vai ter que existir
Vai resistir nosso lugar
Solidão, quem pode evitar?
Te encontro enfim
Meu coração é secular
Sonha e desagua dentro de mim
Amanhã, devagar
Me diz como voltar
É deserto onde eu te encontrei
Você me viu passar
Correndo só
Nem pude ver que o tempo é maior
Olhei pra mim
Me vi assim
Tão perto de chegar
Onde você não está
No silêncio uma Catedral
Um templo em mim
Onde eu possa ser imortal
Mas vai existir
Eu sei, vai ter que existir
Vai resistir nosso lugar
Solidão, quem pode evitar ?
Te encontro enfim
Meu coração é secular
Sonha e deságua dentro de mim
Amanhã, devagar
Me diz como voltar
Se eu disser que foi por amor
Não vou mentir pra mim
Se eu disser deixa pra depois
Não foi sempre assim
Tentei dizer
Mas vi você
Tão longe de chegar
Mais perto de algum lugar
Ninguém me viu passar
Estranha e só
Nem pude ver que o céu é maior
Tentei dizer
Mas vi você
Tão longe de chegar
Mais perto de algum lugar
É deserto onde eu te encontrei
Você me viu passar
Correndo só
Nem pude ver que o tempo é maior
Olhei pra mim
Me vi assim
Tão perto de chegar
Onde você não está
No silêncio uma catedral
Um templo em mim
Onde eu possa ser imortal
Mas vai existir
Eu sei, vai ter que existir
Vai resistir nosso lugar
Solidão, quem pode evitar?
Te encontro enfim
Meu coração é secular
Sonha e desagua dentro de mim
Amanhã, devagar
Me diz como voltar
É deserto onde eu te encontrei
Você me viu passar
Correndo só
Nem pude ver que o tempo é maior
Olhei pra mim
Me vi assim
Tão perto de chegar
Onde você não está
No silêncio uma Catedral
Um templo em mim
Onde eu possa ser imortal
Mas vai existir
Eu sei, vai ter que existir
Vai resistir nosso lugar
Solidão, quem pode evitar ?
Te encontro enfim
Meu coração é secular
Sonha e deságua dentro de mim
Amanhã, devagar
Me diz como voltar
Se eu disser que foi por amor
Não vou mentir pra mim
Se eu disser deixa pra depois
Não foi sempre assim
Tentei dizer
Mas vi você
Tão longe de chegar
Mais perto de algum lugar
TIM MAIA e GAL COSTA - UM DIA DE DOMINGO
Eu preciso ti falar
Te encontrar de qualquer jeito
Pra sentar e conversar
Depois andar de encontro ao vento
Eu preciso respirar,O mesmo ar que te rodeia
E na pele quero ter,O mesmo sol que te bronzeia
Eu preciso te tocar,E outra vez te ver sorrindo
E voltar num sonho lindo
Já não dá mais pra viver
Um sentimento sem sentido
Eu preciso descobrir, A emoção de estar contigo,
Ver o sol amanhecer, E ver a vida acontecer,
Como um dia de domingo
Faz de conta que ainda é cedo
Tudo vai ficar por conta da emoção
Faz de conta que ainda é cedo
E deixar falar a voz do coração
Eu preciso ti falar
Te encontrar de qualquer jeito
Pra sentar e conversar
Depois andar de encontro ao vento
Eu preciso respirar,O mesmo ar que te rodeia
E na pele quero ter,O mesmo sol que te bronzeia
Eu preciso te tocar,E outra vez te ver sorrindo
E voltar num sonho lindo
Já não dá mais pra viver
Um sentimento sem sentido
Eu preciso descobrir, A emoção de estar contigo,
Ver o sol amanhecer, E ver a vida acontecer,
Como um dia de domingo
Faz de conta que ainda é cedo
Tudo vai ficar por conta da emoção
Faz de conta que ainda é cedo
E deixar falar a voz do coração
Faz de conta que ainda é cedo
Tudo vai ficar por conta da emoção
Faz de conta que ainda é cedo
E deixar falar a voz do coração
Te encontrar de qualquer jeito
Pra sentar e conversar
Depois andar de encontro ao vento
Eu preciso respirar,O mesmo ar que te rodeia
E na pele quero ter,O mesmo sol que te bronzeia
Eu preciso te tocar,E outra vez te ver sorrindo
E voltar num sonho lindo
Já não dá mais pra viver
Um sentimento sem sentido
Eu preciso descobrir, A emoção de estar contigo,
Ver o sol amanhecer, E ver a vida acontecer,
Como um dia de domingo
Faz de conta que ainda é cedo
Tudo vai ficar por conta da emoção
Faz de conta que ainda é cedo
E deixar falar a voz do coração
Eu preciso ti falar
Te encontrar de qualquer jeito
Pra sentar e conversar
Depois andar de encontro ao vento
Eu preciso respirar,O mesmo ar que te rodeia
E na pele quero ter,O mesmo sol que te bronzeia
Eu preciso te tocar,E outra vez te ver sorrindo
E voltar num sonho lindo
Já não dá mais pra viver
Um sentimento sem sentido
Eu preciso descobrir, A emoção de estar contigo,
Ver o sol amanhecer, E ver a vida acontecer,
Como um dia de domingo
Faz de conta que ainda é cedo
Tudo vai ficar por conta da emoção
Faz de conta que ainda é cedo
E deixar falar a voz do coração
Faz de conta que ainda é cedo
Tudo vai ficar por conta da emoção
Faz de conta que ainda é cedo
E deixar falar a voz do coração
Solidão Sandra de Sá
Solidão,
dá um tempo e vá saindo,
de repente eu tô sentindo,
que você vai se dar mal.
Solidão,
meu amor está voltando,
daqui a pouco está chegando,
me abraçando todo meu,
meu, meu...
A solidão é nada
você vem na hora errada
em que eu não te quero aqui
Que solidão que nada,
eu preciso é ser amada,
eu preciso é ser feliz
Solidão,
ele disse que me ama,
se amarrou em mim na cama
me levou até o céu,
céu...
dá um tempo e vá saindo,
de repente eu tô sentindo,
que você vai se dar mal.
Solidão,
meu amor está voltando,
daqui a pouco está chegando,
me abraçando todo meu,
meu, meu...
A solidão é nada
você vem na hora errada
em que eu não te quero aqui
Que solidão que nada,
eu preciso é ser amada,
eu preciso é ser feliz
Solidão,
ele disse que me ama,
se amarrou em mim na cama
me levou até o céu,
céu...
A dois passos do paraíso Planta e Raiz
Longe de casa
Há mais de uma semana
Há milhas e milhas distante
Do meu amor...
Será que ela está me esperando?
Fico aqui sonhando
Não vôo alto
Chego perto do céu...
E é quando eu saio a noite
Uh! Uh! Uh!
Vou andando sozinho
Hié! Hié! Hié! Hié!...
Mas eu não entro
Em qualquer barra
Uh! Uh! Uh!
Só sigo o meu caminho
Hié! Hié! Hié! Hié!
De repente rola uma canção
Ela me faz lembrar você
Eu fico louco de emoção
Já eu não sei o que vou fazer...
Estou A Dois Passos do Paraíso!
Estou A Dois Passos do Paraíso!
Estou A Dois Passos do Paraíso!
Não sei porque
Que eu fui dizer
Bye! Bye!
Uh! Hiê!
Não sei porque
Que eu fui dizer
Bye! Bye!...
Longe de casa
Há mais de uma semana
Há milhas e milhas distante
Do meu amor...
Será que ela está me esperando?
Eu fico aqui sonhando
Não vôo alto
Chego perto do céu...
É quando saio a noite
Uh! Uh! Uh!
Vou andando sozinho
Hié! Hié! Hié!
Mas não entro
Em qualquer barra
Uh! Uh! Uh!
Só sigo o meu caminho
Hié! Hié! Hié! Hié!...
De repente rola uma canção
É o que me faz lembrar você
Eu fico louco de emoção
Já eu não sei o que vou fazer...
Estou A Dois Passos do Paraíso!
(Não sei se vou voltar!)
Estou A Dois Passos do Paraíso!
(Talvez eu volte, ou fique por lá)
Estou A Dois Passos Do paraíso!...
Não sei porque
Que eu fui dizer
Bye! Bye! Uh! Oh!...
Não sei porque
Que eu fui dizer
Bye Bye Bye Bye Bye
Bye Bye Bye Bye Bye...(2x)
Há mais de uma semana
Há milhas e milhas distante
Do meu amor...
Será que ela está me esperando?
Fico aqui sonhando
Não vôo alto
Chego perto do céu...
E é quando eu saio a noite
Uh! Uh! Uh!
Vou andando sozinho
Hié! Hié! Hié! Hié!...
Mas eu não entro
Em qualquer barra
Uh! Uh! Uh!
Só sigo o meu caminho
Hié! Hié! Hié! Hié!
De repente rola uma canção
Ela me faz lembrar você
Eu fico louco de emoção
Já eu não sei o que vou fazer...
Estou A Dois Passos do Paraíso!
Estou A Dois Passos do Paraíso!
Estou A Dois Passos do Paraíso!
Não sei porque
Que eu fui dizer
Bye! Bye!
Uh! Hiê!
Não sei porque
Que eu fui dizer
Bye! Bye!...
Longe de casa
Há mais de uma semana
Há milhas e milhas distante
Do meu amor...
Será que ela está me esperando?
Eu fico aqui sonhando
Não vôo alto
Chego perto do céu...
É quando saio a noite
Uh! Uh! Uh!
Vou andando sozinho
Hié! Hié! Hié!
Mas não entro
Em qualquer barra
Uh! Uh! Uh!
Só sigo o meu caminho
Hié! Hié! Hié! Hié!...
De repente rola uma canção
É o que me faz lembrar você
Eu fico louco de emoção
Já eu não sei o que vou fazer...
Estou A Dois Passos do Paraíso!
(Não sei se vou voltar!)
Estou A Dois Passos do Paraíso!
(Talvez eu volte, ou fique por lá)
Estou A Dois Passos Do paraíso!...
Não sei porque
Que eu fui dizer
Bye! Bye! Uh! Oh!...
Não sei porque
Que eu fui dizer
Bye Bye Bye Bye Bye
Bye Bye Bye Bye Bye...(2x)
O Amor e o Poder Rosana
olá!!! Bem vindo !!!música na sombra,
o ritmo no ar
Um animal que ronda
no véu do luar
Eu saio dos seus olhos
eu rolo pelo chão
Feito um amor que queima
magia negra
Sedução
Como uma deusa
você me mantém
E as coisas que você me diz
Me levam além
Aqui nesse lugar
Não há rainha ou rei
Há uma mulher e um homem
Trocando sonhos fora da lei
Como uma deusa
você me mantém
E as coisas que você me diz
Me levam além
Tão perto das lendas,
tão longe do fim
A fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder
A música na sombra
o ritmo no ar
um animal que ronda
no véu do luar
Tão perto das lendas,
tão longe do fim
A fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder
Como uma deusa
(me leva amor)
você me mantém
(longe do fim)
E as coisas que você me diz
Me levam além
Tão perto das lendas,
(me leva amor)
tão longe do fim
(longe do fim)
A fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder
o ritmo no ar
Um animal que ronda
no véu do luar
Eu saio dos seus olhos
eu rolo pelo chão
Feito um amor que queima
magia negra
Sedução
Como uma deusa
você me mantém
E as coisas que você me diz
Me levam além
Aqui nesse lugar
Não há rainha ou rei
Há uma mulher e um homem
Trocando sonhos fora da lei
Como uma deusa
você me mantém
E as coisas que você me diz
Me levam além
Tão perto das lendas,
tão longe do fim
A fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder
A música na sombra
o ritmo no ar
um animal que ronda
no véu do luar
Tão perto das lendas,
tão longe do fim
A fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder
Como uma deusa
(me leva amor)
você me mantém
(longe do fim)
E as coisas que você me diz
Me levam além
Tão perto das lendas,
(me leva amor)
tão longe do fim
(longe do fim)
A fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Você sabe porque os gatos caem em pé?
Isso ocorre porque a transmissão das mensagens nervosas entre os olhos, os ouvidos, os músculos e as articulações do gato ocorre tão rapidamente que faz com que o animal tenha um grande equilíbrio. Porém, para que ele caia em pé, é necessário que a queda lhe dê tempo suficiente para retomar o equilíbrio.
Quando o gato cai, os olhos e os ouvidos enviam ao cérebro uma mensagem sobre a posição da cabeça em relação ao solo. O cérebro responde com comandos para os músculos, que corrigem a postura da cabeça e alinham o corpo do animal. "Isso tudo acontece em frações de segundo e o gato chega ao solo com as patas para baixo, pronto para absorver o impacto", disse a veterinária Márcia Lima de Oliveira.
Segundo a veterinária, a elasticidade dos ossos dos gatos é apenas 1/10 menor do que a da borracha. Por isso, se um gato cair do 10º andar de um prédio, tem 90% de chance de sobreviver. Nos humanos, essa taxa cai para 10%.
Quando o gato cai, os olhos e os ouvidos enviam ao cérebro uma mensagem sobre a posição da cabeça em relação ao solo. O cérebro responde com comandos para os músculos, que corrigem a postura da cabeça e alinham o corpo do animal. "Isso tudo acontece em frações de segundo e o gato chega ao solo com as patas para baixo, pronto para absorver o impacto", disse a veterinária Márcia Lima de Oliveira.
Segundo a veterinária, a elasticidade dos ossos dos gatos é apenas 1/10 menor do que a da borracha. Por isso, se um gato cair do 10º andar de um prédio, tem 90% de chance de sobreviver. Nos humanos, essa taxa cai para 10%.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Espelhos D'Agua Patricia Marx
hum
seus olhos são espelhos d'agua
brilhando você
pra qualquer um
hum
por onde esse amor andava
que não quis você
de jeito algum
hum
que vontade de ter você
que vontade de perguntar
se ainda é cedo
hum
que vontade de merecer
um cantinho do seu olhar
mas tenho medo
seus olhos são espelhos d'agua
brilhando você
pra qualquer um
hum
por onde esse amor andava
que não quis você
de jeito algum
hum
que vontade de ter você
que vontade de perguntar
se ainda é cedo
hum
que vontade de merecer
um cantinho do seu olhar
mas tenho medo
Amor Virtual Sampa Crew
Huuuuum!
Meu amor virtual!
Como é que eu pude assim
Gostar de alguém
Que só vejo de longe
E nunca beijei
Foi como uma luz
Forte atração
Foi como ver o sol
Em plena escuridão...
Me deixa ver você
Liga o computador
Me diz onde te encontrar
Que eu já vou
Me deixa ver você
Dançar de novo pra mim
Vem cá
Quero te conhecer..
Deixa eu beijar você
Deixa eu abraçar você
Meu amor virtual!
(só você)
Quero sentir teu prazer
De um jeito natural
Meu amor virtual!
Hiê Hiê! Ooooh!
-"Abra sua cam
E o seu coração
E mostre todo o seu
Poder de sedução
Só te conheço assim
Pelo computador
Me apaixonei agora
Vivo essa dor
Queria te tocar
Te acariciar
Chega de dizer
Quero conversar
Quem sabe te convencer
Ao dizer
Que não é virtual
O que eu sinto por você"
O mundo hoje em dia
Até que tá legal
Cyberneticamente
Tudo natural
Mais namorar assim
Sem poder te tocar
Aí já é querer demais
Não dá prá aguentar...
Me deixa ver você
Liga o computador
Me diz onde te encontrar
Que eu já vou
Me deixa ver você
Dançar de novo pra mim
Vem cá
Quero te conhecer...
Deixa eu beijar você
Deixa eu abraçar você
(só você)
Meu amor virtual!
Quero sentir teu prazer
De um jeito natural
Meu amor virtual!
Hiê Hiê! Ooooh!
-"Essa história de amor
Pelo computador
Que era de prazer
Hoje é de dor
Posso sentir o perfume
De sua pele
Cada vez que pela cam
Você se mexe
Dançando e exibindo
Toda sensualidade
Até parece
Que te tenho de verdade
Me manda um e-mail
Vem, faz um contato
Me faz sentir
Que realmente sou amado"
Deixa eu abraçar você
Deixa eu beijar você
(só você)
Meu amor virtual
Quero sentir teu prazer
De um jeito natural
Meu amor virtual!
Meu amor virtual!
Meu amor virtual!
Meu amor virtual!!!!
Meu amor virtual!
Como é que eu pude assim
Gostar de alguém
Que só vejo de longe
E nunca beijei
Foi como uma luz
Forte atração
Foi como ver o sol
Em plena escuridão...
Me deixa ver você
Liga o computador
Me diz onde te encontrar
Que eu já vou
Me deixa ver você
Dançar de novo pra mim
Vem cá
Quero te conhecer..
Deixa eu beijar você
Deixa eu abraçar você
Meu amor virtual!
(só você)
Quero sentir teu prazer
De um jeito natural
Meu amor virtual!
Hiê Hiê! Ooooh!
-"Abra sua cam
E o seu coração
E mostre todo o seu
Poder de sedução
Só te conheço assim
Pelo computador
Me apaixonei agora
Vivo essa dor
Queria te tocar
Te acariciar
Chega de dizer
Quero conversar
Quem sabe te convencer
Ao dizer
Que não é virtual
O que eu sinto por você"
O mundo hoje em dia
Até que tá legal
Cyberneticamente
Tudo natural
Mais namorar assim
Sem poder te tocar
Aí já é querer demais
Não dá prá aguentar...
Me deixa ver você
Liga o computador
Me diz onde te encontrar
Que eu já vou
Me deixa ver você
Dançar de novo pra mim
Vem cá
Quero te conhecer...
Deixa eu beijar você
Deixa eu abraçar você
(só você)
Meu amor virtual!
Quero sentir teu prazer
De um jeito natural
Meu amor virtual!
Hiê Hiê! Ooooh!
-"Essa história de amor
Pelo computador
Que era de prazer
Hoje é de dor
Posso sentir o perfume
De sua pele
Cada vez que pela cam
Você se mexe
Dançando e exibindo
Toda sensualidade
Até parece
Que te tenho de verdade
Me manda um e-mail
Vem, faz um contato
Me faz sentir
Que realmente sou amado"
Deixa eu abraçar você
Deixa eu beijar você
(só você)
Meu amor virtual
Quero sentir teu prazer
De um jeito natural
Meu amor virtual!
Meu amor virtual!
Meu amor virtual!
Meu amor virtual!!!!
Azul da Cor do Mar Sampa Crew
u, u , u ,u
Ah!
Se o mundo inteiro me pudesse ouvir
Tenho muito pra contar
Dizer que aprendi
E na vida a gente tem que entender
Que eu nasci pra sofrer
Enquanto o outro ri
U, u, u, u, u
Mas, quem sofre sempre tem que procurar
Pelo menos vir à achar razão para viver
E ter na vida algum motivo pra sonhar
Ter um sonho todo azul,
Azul da cor do mar
(NARRAÇÃO)
Eu sempre disse que você poderia contar
Com meu ombro amigo pra te ajudar
A vida ensina em também guardar segredos
Mas só os desvenda quem nunca tem medo de levantar e gritar bem alto: Vou começar de novo
Deixe o azul do mar invadir todo seu corpo
Me dê a sua mão e respire bem fundo
Vamos seguir sem rumo e abraçar o mundo
Mas, quem sofre sempre tem que procurar
Pelo menos vir à achar razão para viver
E ter na vida algum motivo pra sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar
Ah!
Se o mundo inteiro me pudesse ouvir
Tenho muito pra contar
Dizer que aprendi
E na vida a gente tem que entender
Que eu nasci pra sofrer
Enquanto o outro ri
U, u, u, u, u
Mas, quem sofre sempre tem que procurar
Pelo menos vir à achar razão para viver
E ter na vida algum motivo pra sonhar
Ter um sonho todo azul,
Azul da cor do mar
(NARRAÇÃO)
Eu sempre disse que você poderia contar
Com meu ombro amigo pra te ajudar
A vida ensina em também guardar segredos
Mas só os desvenda quem nunca tem medo de levantar e gritar bem alto: Vou começar de novo
Deixe o azul do mar invadir todo seu corpo
Me dê a sua mão e respire bem fundo
Vamos seguir sem rumo e abraçar o mundo
Mas, quem sofre sempre tem que procurar
Pelo menos vir à achar razão para viver
E ter na vida algum motivo pra sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar
Uma história de amor Sampa Crew
Deixa eu lembrar de você
Da maneira que eu sei lembrar
Não tente mais me convencer
Nosso amor não foi tão vulgar...
Nunca esperei de você
Nem mesmo podia esperar
Que você pudesse entender
Tudo que eu queria te dar...
Oooooh!
Um Bye, Bye! Um Tchau!
É ponto final
Mas quem sabe um dia
Frente a frente
A gente ainda vai
Se encontrar...
Uma história de amor
Não acaba assim
Se não foi bom prá você
Foi tão bom prá mim...
Uma história de amor
Não tem sim nem não
E nem se pode explicar
Numa simples canção...
"Uma história de amor
Não tem que ser assim
Um final tão infeliz
Começo, meio
E no fim outra vez
Estou assim, sozinho a sofrer
Não fiz por merecer
Só queria ter você
Mostrar que sou capaz
De te fazer feliz
Não sei se foi você
Ou o destino que não quis
Não vou desanimar
Não vou desistir, não
De um dia ter a chave
Do teu coração"
Nunca esperei de você
Nem mesmo podia esperar
Que você pudesse entender
Tudo que eu queria te dar...
O meu coração quer saber
Porque a gente sonha demais
Se ontem foi romance e prazer
Hoje amanheceu tão fulgaz...
Um Bye! Bye! Um Tchau!
É ponto final
Mas quem sabe um dia
Frente a frente
A gente ainda vai
Se encontrar...
Uma história de amor
Não acaba assim
Se não foi bom prá você
Foi tão bom prá mim
Uma história de amor
Não tem sim nem não
E nem se pode explicar
Numa simples canção...(3x)
Da maneira que eu sei lembrar
Não tente mais me convencer
Nosso amor não foi tão vulgar...
Nunca esperei de você
Nem mesmo podia esperar
Que você pudesse entender
Tudo que eu queria te dar...
Oooooh!
Um Bye, Bye! Um Tchau!
É ponto final
Mas quem sabe um dia
Frente a frente
A gente ainda vai
Se encontrar...
Uma história de amor
Não acaba assim
Se não foi bom prá você
Foi tão bom prá mim...
Uma história de amor
Não tem sim nem não
E nem se pode explicar
Numa simples canção...
"Uma história de amor
Não tem que ser assim
Um final tão infeliz
Começo, meio
E no fim outra vez
Estou assim, sozinho a sofrer
Não fiz por merecer
Só queria ter você
Mostrar que sou capaz
De te fazer feliz
Não sei se foi você
Ou o destino que não quis
Não vou desanimar
Não vou desistir, não
De um dia ter a chave
Do teu coração"
Nunca esperei de você
Nem mesmo podia esperar
Que você pudesse entender
Tudo que eu queria te dar...
O meu coração quer saber
Porque a gente sonha demais
Se ontem foi romance e prazer
Hoje amanheceu tão fulgaz...
Um Bye! Bye! Um Tchau!
É ponto final
Mas quem sabe um dia
Frente a frente
A gente ainda vai
Se encontrar...
Uma história de amor
Não acaba assim
Se não foi bom prá você
Foi tão bom prá mim
Uma história de amor
Não tem sim nem não
E nem se pode explicar
Numa simples canção...(3x)
Eterno Amor Sampa Crew
"oculto em minha alma
Há tempos trancado
Um grande sentimento
Por ti foi libertado
Coincidência ou não
Nesse exato momento
A folha brinca no vento
Você no meu pensamento
Seu corpo ardente
Misturado ao meu
Seguimos incansáveis
Rumo ao apogeu
Nesse momento
Tudo é perfeito
Não existe nada
Que nos cause medo"
Você nasceu pra mim
Eu nasci pra você
Eterno amor é sempre assim
Que deve ser
Uh! Uh! Êh! Êh!...
"Tudo em você se encaixa
Perfeitamente em mim
Sua boca, sua pele
Seu jeito, tudo enfim
Me perdoa!
Sem licença invadir seu camarim
Você é a minha estrela
És minha cena, és tudo enfim
Minhas mãos percorrem soltas
As estradas do teu corpo
Demonstrando estarem aflitas
A procura de socorro
Os meus olhos navegam
Numa busca delirante
No teu corpo, um oceano lindo
Deslumbrante"
Você nasceu pra mim
Eu nasci pra você
Eterno amor é sempre assim
Que deve ser
Uh! Uh! Êh! Êh!...
"Por dentro e por fora
Você é muito brilhante
Inspirado em você
Foi criado o diamante
Seus carinhos me alucinam
Em você até me perco
Me acho em sua boca
E o amor se faz perfeito
Eu pareço um poeta
Poeta não sou
Sou um homem embriagado
Por seus goles de amor
Eu me fiz uma abelha
E fui buscar numa linda flor
As mais belas palavras
Desses versos de amor"
Você nasceu pra mim
Eu nasci pra você
Eterno amor é sempre assim
Que deve ser
Uh! Uh! Uh! Uh!...
"Tudo que quero é te amar
Te amar com perfeição
Te amar é meu destino
A minha missão
Estando com você
Eu me sinto bem
Pra você eu não dou 10
Eu dou nota 100
Vendo você eu
Acredito no eterno amor
Sempre estarei com você
Aonde for
E que seja sempre assim
Pura magia
Eu serei sempre seu
Você sempre minha"
Você nasceu pra mim
Eu nasci pra você
Eterno amor é sempre assim
Que deve ser...(2x)
Uh! Uh! Uh! Uh!
Êh! Êh! Êh!...
Há tempos trancado
Um grande sentimento
Por ti foi libertado
Coincidência ou não
Nesse exato momento
A folha brinca no vento
Você no meu pensamento
Seu corpo ardente
Misturado ao meu
Seguimos incansáveis
Rumo ao apogeu
Nesse momento
Tudo é perfeito
Não existe nada
Que nos cause medo"
Você nasceu pra mim
Eu nasci pra você
Eterno amor é sempre assim
Que deve ser
Uh! Uh! Êh! Êh!...
"Tudo em você se encaixa
Perfeitamente em mim
Sua boca, sua pele
Seu jeito, tudo enfim
Me perdoa!
Sem licença invadir seu camarim
Você é a minha estrela
És minha cena, és tudo enfim
Minhas mãos percorrem soltas
As estradas do teu corpo
Demonstrando estarem aflitas
A procura de socorro
Os meus olhos navegam
Numa busca delirante
No teu corpo, um oceano lindo
Deslumbrante"
Você nasceu pra mim
Eu nasci pra você
Eterno amor é sempre assim
Que deve ser
Uh! Uh! Êh! Êh!...
"Por dentro e por fora
Você é muito brilhante
Inspirado em você
Foi criado o diamante
Seus carinhos me alucinam
Em você até me perco
Me acho em sua boca
E o amor se faz perfeito
Eu pareço um poeta
Poeta não sou
Sou um homem embriagado
Por seus goles de amor
Eu me fiz uma abelha
E fui buscar numa linda flor
As mais belas palavras
Desses versos de amor"
Você nasceu pra mim
Eu nasci pra você
Eterno amor é sempre assim
Que deve ser
Uh! Uh! Uh! Uh!...
"Tudo que quero é te amar
Te amar com perfeição
Te amar é meu destino
A minha missão
Estando com você
Eu me sinto bem
Pra você eu não dou 10
Eu dou nota 100
Vendo você eu
Acredito no eterno amor
Sempre estarei com você
Aonde for
E que seja sempre assim
Pura magia
Eu serei sempre seu
Você sempre minha"
Você nasceu pra mim
Eu nasci pra você
Eterno amor é sempre assim
Que deve ser...(2x)
Uh! Uh! Uh! Uh!
Êh! Êh! Êh!...
A Carta Sampa Crew
Amor escrevo essa carta e me abro
Espero que leia e entenda o meu lado
É que venho sofrendo a tanto tempo que nem
Sei por onde começar a explicar hó meu bem
Quando me olhar tente entender
Não tenha pena de mim pelo que vem a saber
Não posso mais suportar por isso devo dizer
Garota eu amo você
Amo você, me dê uma chance de poder provar
Amo você, eu quero acordar ao teu lado e sonhar (2x)
Você é como a luz que desnuda as trevas
É a paz que habita no momento da guerra
E não há nesse mundo beleza maior
Sem você meu amor pra sempre estarei só
A poesia se confunde com a realidade
Pois tudo que te escrevo é a pura verdade
É o modo que tenho pra poder te dizer
Garota Eu Amo Você.
Amo você, me dê uma chance de poder provar
Amo você, eu quero acordar ao teu lado e sonhar (3x)
Me de uma chance,
Te amo tanto
Só uma chance
Eu amo você
Amo você, me dê uma chance de poder provar
Amo você, eu quero acordar ao teu lado e sonhar (3x)
Espero que leia e entenda o meu lado
É que venho sofrendo a tanto tempo que nem
Sei por onde começar a explicar hó meu bem
Quando me olhar tente entender
Não tenha pena de mim pelo que vem a saber
Não posso mais suportar por isso devo dizer
Garota eu amo você
Amo você, me dê uma chance de poder provar
Amo você, eu quero acordar ao teu lado e sonhar (2x)
Você é como a luz que desnuda as trevas
É a paz que habita no momento da guerra
E não há nesse mundo beleza maior
Sem você meu amor pra sempre estarei só
A poesia se confunde com a realidade
Pois tudo que te escrevo é a pura verdade
É o modo que tenho pra poder te dizer
Garota Eu Amo Você.
Amo você, me dê uma chance de poder provar
Amo você, eu quero acordar ao teu lado e sonhar (3x)
Me de uma chance,
Te amo tanto
Só uma chance
Eu amo você
Amo você, me dê uma chance de poder provar
Amo você, eu quero acordar ao teu lado e sonhar (3x)
Ninguém Sampa Crew
o seu cheiro, amo seu jeito
Eu amo os carinhos baby que você me faz
A cada segundo te sinto cada vez mais
Te quero bem perto vem me traz a tua paz
Mas se você não está aqui? ...Ninguém
Quem vai me fazer sorrir? ...Ninguém
Quem vai me fazer sonhar? ...Ninguém
Ninguém baby Ninguém
Mas se você não está aqui? ...Ninguém
Quem eu vou querer beijar? ...Ninguém
Quem vai me fazer tão bem? ...Ninguém
Ninguém baby Ninguém
Por toda noite só eu e você
Eu conto as estrelas no seu corpo nu
Mais que amantes amigos ou algo mais
Estamos unidos a muitas vidas atrás
Mas se você não está aqui...
...Ninguém baby
Eu não vivo sem você
Você não tem idéia do bem que me faz
Te conhecer foi tudo de bom ah e muito mais
Eu não acreditava que alguém fosse capaz
De pegar meu coração desse jeito perfeito
Só tenho medo que não seja para sempre
O que sinto por você não sentirei por mais ninguém
baby
Ah! Eu preciso tanto desse amor
Eu também! Eu também preciso
Não me deixe não me deixe jamais
Não jamais não me deixe
Não me deixe
Vem pra mim
Mas se você não está aqui? ... Ninguém
Quem vai me fazer sorrir? ... Ninguém
Quem vai me fazer sonhar? ... Ninguém
Ninguém baby Ninguém
Mas se você não está aqui? ...Ninguém
Quem eu vou querer beijar? ...Ninguém
Quem vai me fazer tão bem?...Ninguém
Ninguém baby Ninguém
Eu amo os carinhos baby que você me faz
A cada segundo te sinto cada vez mais
Te quero bem perto vem me traz a tua paz
Mas se você não está aqui? ...Ninguém
Quem vai me fazer sorrir? ...Ninguém
Quem vai me fazer sonhar? ...Ninguém
Ninguém baby Ninguém
Mas se você não está aqui? ...Ninguém
Quem eu vou querer beijar? ...Ninguém
Quem vai me fazer tão bem? ...Ninguém
Ninguém baby Ninguém
Por toda noite só eu e você
Eu conto as estrelas no seu corpo nu
Mais que amantes amigos ou algo mais
Estamos unidos a muitas vidas atrás
Mas se você não está aqui...
...Ninguém baby
Eu não vivo sem você
Você não tem idéia do bem que me faz
Te conhecer foi tudo de bom ah e muito mais
Eu não acreditava que alguém fosse capaz
De pegar meu coração desse jeito perfeito
Só tenho medo que não seja para sempre
O que sinto por você não sentirei por mais ninguém
baby
Ah! Eu preciso tanto desse amor
Eu também! Eu também preciso
Não me deixe não me deixe jamais
Não jamais não me deixe
Não me deixe
Vem pra mim
Mas se você não está aqui? ... Ninguém
Quem vai me fazer sorrir? ... Ninguém
Quem vai me fazer sonhar? ... Ninguém
Ninguém baby Ninguém
Mas se você não está aqui? ...Ninguém
Quem eu vou querer beijar? ...Ninguém
Quem vai me fazer tão bem?...Ninguém
Ninguém baby Ninguém
Com todos menos comigo Dominó
Vai por aí com uns e com outros
E passa por mim
Faz pouco de mim
Anda muito bem
Com todos menos comigo
Seus olhos são
São verdes bofetadas
No meu coração
Me dizem que não
E vai por aí
Com todos menos comigo
E gosta de rir diante de mim
Representa o papel de sereia feliz
E perde seu controle
Com todos menos comigo
Já cheguei a pensar
Mais de uma vez
Me fazer infeliz te provoca prazer
Dizer que faz amor
Com todos menos comigo
Mas hoje eu sei que dentro de mim
Tem um lance do amor
Que não tem mais fim
Isso acaba mal
Com todos menos comigo
Nunca diga jamais
Pra não errar
Essa história de amor bem que pode virar
E você vai ficar
Com todos menos comigo
E passa por mim
Faz pouco de mim
Anda muito bem
Com todos menos comigo
Seus olhos são
São verdes bofetadas
No meu coração
Me dizem que não
E vai por aí
Com todos menos comigo
E gosta de rir diante de mim
Representa o papel de sereia feliz
E perde seu controle
Com todos menos comigo
Já cheguei a pensar
Mais de uma vez
Me fazer infeliz te provoca prazer
Dizer que faz amor
Com todos menos comigo
Mas hoje eu sei que dentro de mim
Tem um lance do amor
Que não tem mais fim
Isso acaba mal
Com todos menos comigo
Nunca diga jamais
Pra não errar
Essa história de amor bem que pode virar
E você vai ficar
Com todos menos comigo
Ela Não Liga Polegar
sou um carro, ela não guia
Sou um cigarro, ela não fuma
Eu tô na dela, ela tá numa
Eu tô de noite, ela de dia
Eu viro rádio, ela não liga
Eu peço um gesto, ela faz figa
Toco guitarra e bateria, ela só ouve sinfonia.
(Refrão)
Ela não liga se estou apaixonado
E nem se toca com a minha fantasia
Se ela soubesse quanto tenho estudado
Pra ver se entro lá na sua academia
Ela não liga se eu pareço desligado
Mas acontece que ela já virou mania
Quando aparece eu já me sinto sorteado
Eu sou o bilhete ela é a loteria
Ela não liga Ela não liga
Ela não liga Ela não liga pra mim
Ela não sabe da minha história
Eu tô na sua geografia
Eu jogo sempre pela vitória
Ela só joga água fria
(Repete refrão)
Sou um cigarro, ela não fuma
Eu tô na dela, ela tá numa
Eu tô de noite, ela de dia
Eu viro rádio, ela não liga
Eu peço um gesto, ela faz figa
Toco guitarra e bateria, ela só ouve sinfonia.
(Refrão)
Ela não liga se estou apaixonado
E nem se toca com a minha fantasia
Se ela soubesse quanto tenho estudado
Pra ver se entro lá na sua academia
Ela não liga se eu pareço desligado
Mas acontece que ela já virou mania
Quando aparece eu já me sinto sorteado
Eu sou o bilhete ela é a loteria
Ela não liga Ela não liga
Ela não liga Ela não liga pra mim
Ela não sabe da minha história
Eu tô na sua geografia
Eu jogo sempre pela vitória
Ela só joga água fria
(Repete refrão)
Ando Falando Sozinho Polegar
ocê... é a primeira palavra que rola na minha canção
Só você... tem a chave que abre as portas do meu coração
É aquela onda que vem de mansinho e acaba me levando
É aquele sonho que mesmo acordado eu vou viver sonhando
Meu amor... eu te vi tantas vezes mas nunca te dei atenção
Mas você.. pouco a pouco acabou me deixando na palma da mão
Com esse jeito de quem não quer nada, me fez entrar na dança
E eu que achava que conto de fadas era coisa de criança
Ooooooo
Você diz que me adora e grita comigo
Devora meu amor rasga meu coração
Mas eu não sei viver sem você
Ando falando sozinho..oo
Você brinca com fogo e eu que me queimo
Se sai no temporal quem se molha sou eu
Mas depois que eu provei seu amor
Ando falando sozinho..oo
Só você... tem a chave que abre as portas do meu coração
É aquela onda que vem de mansinho e acaba me levando
É aquele sonho que mesmo acordado eu vou viver sonhando
Meu amor... eu te vi tantas vezes mas nunca te dei atenção
Mas você.. pouco a pouco acabou me deixando na palma da mão
Com esse jeito de quem não quer nada, me fez entrar na dança
E eu que achava que conto de fadas era coisa de criança
Ooooooo
Você diz que me adora e grita comigo
Devora meu amor rasga meu coração
Mas eu não sei viver sem você
Ando falando sozinho..oo
Você brinca com fogo e eu que me queimo
Se sai no temporal quem se molha sou eu
Mas depois que eu provei seu amor
Ando falando sozinho..oo
Destino Patricia Marx
Sempre viajo numa canção
Numa emoção
não sei qual o meu destino
Pede passagem meu coração
Sem direção
e assim vou no trem da ilusão
Que já não quer
mais os trilhos
porque quer voar
e sabe que pra se achar
é preciso sonhar
Será que o meu destino
é te amar
ou será viajar
nas palavras de amor
que eu cantar
Será que minha vida
é você
ou que pra me encontrar
tenho que te perder
Nesse horizonte
blues sobre blues
Tudo seduz
nem sei qual o meu destino
Pede passagem meu coração
outra paixão
e assim dividida que eu vou
entre viver pra você
Vou te deixar pra viver
porque pro corpo gostar
basta agente sonhar
Será que o meu destino
é te amar
ou será viajar
nas palavras de amor
que eu cantar
Será que minha vida
é você
ou que pra me encontrar
tenho que te perder
Nesse horizonte
blues sobre blues
Tudo seduz
nem sei qual o meu destino
Pede passagem meu coração
outra paixão
e assim dividida que eu vou
entre viver pra você
ou te deixar pra viver
porque pro corpo gostar
basta agente sonhar
Será que o meu destino
é te amar
ou será viajar
nas palavras de amor
que eu cantar
Será que minha vida
é você
ou que pra me encontrar
tenho que te perder
Será que o meu destino
é te amar
ou será viajar
nas palavras de amor
que eu cantar
Será que minha vida
é você
ou que pra me encontrar
tenho que te perder
Numa emoção
não sei qual o meu destino
Pede passagem meu coração
Sem direção
e assim vou no trem da ilusão
Que já não quer
mais os trilhos
porque quer voar
e sabe que pra se achar
é preciso sonhar
Será que o meu destino
é te amar
ou será viajar
nas palavras de amor
que eu cantar
Será que minha vida
é você
ou que pra me encontrar
tenho que te perder
Nesse horizonte
blues sobre blues
Tudo seduz
nem sei qual o meu destino
Pede passagem meu coração
outra paixão
e assim dividida que eu vou
entre viver pra você
Vou te deixar pra viver
porque pro corpo gostar
basta agente sonhar
Será que o meu destino
é te amar
ou será viajar
nas palavras de amor
que eu cantar
Será que minha vida
é você
ou que pra me encontrar
tenho que te perder
Nesse horizonte
blues sobre blues
Tudo seduz
nem sei qual o meu destino
Pede passagem meu coração
outra paixão
e assim dividida que eu vou
entre viver pra você
ou te deixar pra viver
porque pro corpo gostar
basta agente sonhar
Será que o meu destino
é te amar
ou será viajar
nas palavras de amor
que eu cantar
Será que minha vida
é você
ou que pra me encontrar
tenho que te perder
Será que o meu destino
é te amar
ou será viajar
nas palavras de amor
que eu cantar
Será que minha vida
é você
ou que pra me encontrar
tenho que te perder
Certo ou Errado Patricia Marx
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não pula o muro
Não aprende a se arriscar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não cai da escada
Não aprende a levantar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Você já sabe tudo
Princípio, meio e fim
E vive a me dizer
O que é bom ou mau pra mim
Ô, ô, mas o que serve pra você
Nem sempre vai me convencer
Eu tenho a vida inteira
E muito que aprender
Mas todos os meus problemas
Você teima em resolver
Ô, ô, só eu que posso escolher
A vida que eu vou viver
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não sai na chuva
Não aprende a se molhar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Eu sei que é prova de amor
Você não quer que eu
Jogue pra perder
Deixa a vida me ensinar
Eu vou provar
Pra saber escolher
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não pula o muro
Não aprende a se ariscar
Não tá com nada, uou, uou
Certo ou errado
Quem não pula o muro
Não aprende a se arriscar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não cai da escada
Não aprende a levantar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Você já sabe tudo
Princípio, meio e fim
E vive a me dizer
O que é bom ou mau pra mim
Ô, ô, mas o que serve pra você
Nem sempre vai me convencer
Eu tenho a vida inteira
E muito que aprender
Mas todos os meus problemas
Você teima em resolver
Ô, ô, só eu que posso escolher
A vida que eu vou viver
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não sai na chuva
Não aprende a se molhar
Não tá com nada, uou, uou
Não tá com nada
Eu sei que é prova de amor
Você não quer que eu
Jogue pra perder
Deixa a vida me ensinar
Eu vou provar
Pra saber escolher
Certo ou errado,
Certo ou errado
Quem não pula o muro
Não aprende a se ariscar
Não tá com nada, uou, uou
Sonho de Amor Patricia Marx
Se uma estrela cadente o céu cruzar
E uma chama no corpo me acender
Vou fazer um pedido e te chamar
Pra o começo do sonho acontecer
Quando os dedos tocarem lá no céu
O universo vai todo estremecer
E as estrelas rodando em carrossel
Testemunhas de amor, eu e você
As batidas do nosso coração
Se acalmando depois da explosão
Quando o sol se prepara pra nascer...
Oh... sonho de amor...
(refrão)
As noites sabem como eu te esperei
Não conto pra ninguém
A lua sabe que eu me apaixonei
Se você é real ,porque você não vem?!
Oh... sonho de amor...
E uma chama no corpo me acender
Vou fazer um pedido e te chamar
Pra o começo do sonho acontecer
Quando os dedos tocarem lá no céu
O universo vai todo estremecer
E as estrelas rodando em carrossel
Testemunhas de amor, eu e você
As batidas do nosso coração
Se acalmando depois da explosão
Quando o sol se prepara pra nascer...
Oh... sonho de amor...
(refrão)
As noites sabem como eu te esperei
Não conto pra ninguém
A lua sabe que eu me apaixonei
Se você é real ,porque você não vem?!
Oh... sonho de amor...
Quando Chove Patricia Marx
ando olho nos teus olhos
Não vejo a luz do amor
Só as sombras do passado
Só um fogo que se apagou
A vida é assim
Nosso espelho se quebrou
É hora de se guardar
Um segredo no coração
(refrão)
Se chove lá fora
Queimo aqui dentro
De vontade de te abraçar
Amor
Quando chove
Fica mais triste esperar
Por alguém
Que não vai chegar
Quando ouço teu silêncio
Escuto meu coração
Bater apressado e urgente
Te querendo sem querer
Cansado de sofrer
Mas agora já é hora
Dessa chuva ir embora
Não vejo a luz do amor
Só as sombras do passado
Só um fogo que se apagou
A vida é assim
Nosso espelho se quebrou
É hora de se guardar
Um segredo no coração
(refrão)
Se chove lá fora
Queimo aqui dentro
De vontade de te abraçar
Amor
Quando chove
Fica mais triste esperar
Por alguém
Que não vai chegar
Quando ouço teu silêncio
Escuto meu coração
Bater apressado e urgente
Te querendo sem querer
Cansado de sofrer
Mas agora já é hora
Dessa chuva ir embora
Kid Abelha(Pintura íntima)
Vem amor que a hora é essa
Vê se entende a minha pressa
Não me diz que eu tô errado
Eu tô seco, eu tô molhado
(Refrão)
Deixa as contas
que no fim das contas
O que interessa pra nós
É fazer amor de madrugada
Amor com jeito de virada
Larga logo desse espelho
Não reparou que eu tô até vermelho
Tá ficando tarde no meu edredon
Logo o sono bate
(Refrão)
Deixa as contas
que no fim das contas
O que interessa pra nós
É fazer amor de madrugada
Amor com jeito de virada
Vê se entende a minha pressa
Não me diz que eu tô errado
Eu tô seco, eu tô molhado
(Refrão)
Deixa as contas
que no fim das contas
O que interessa pra nós
É fazer amor de madrugada
Amor com jeito de virada
Larga logo desse espelho
Não reparou que eu tô até vermelho
Tá ficando tarde no meu edredon
Logo o sono bate
(Refrão)
Deixa as contas
que no fim das contas
O que interessa pra nós
É fazer amor de madrugada
Amor com jeito de virada
Kid Abelha(Fórmula do amor)
Eu tenho o gesto exato, sei como devo andar
Aprendi nos filmes pra um dia usar
Um certo ar cruel de quem sabe o que quer
Tenho tudo planejado pra te impressionar
Luz de fim de tarde, meu rosto em contra-luz
Não posso compreender, não faz nenhum efeito
A minha aparição será que errei na mão
As coisas são mais fáceis na televisão
Mantenho o passo alguém me vê
Nada acontece, não sei porque
Se eu não perdi nenhum detalhe
Onde foi que eu errei
Ainda encontro a fórmula do amor
Ainda encontro a fórmula do amor
Eu tenho a pose exata pra me fotografar
Aprendi nos livros pra um dia usar
Um certo ar cruel, de quem sabe o que quer
Tenho tudo ensaiado pra te conquistar
Eu tenho um bom papo e sei até dançar
Não posso compreender, não faz nenhum efeito
A minha aparição será que errei na mão
As coisas são mais fáceis na televisão
Eu jogo um charme, alguém me vê
Nada acontece, não sei porque
Se eu não perdi nenhum detalhe
Onde foi que eu errei
Aprendi nos filmes pra um dia usar
Um certo ar cruel de quem sabe o que quer
Tenho tudo planejado pra te impressionar
Luz de fim de tarde, meu rosto em contra-luz
Não posso compreender, não faz nenhum efeito
A minha aparição será que errei na mão
As coisas são mais fáceis na televisão
Mantenho o passo alguém me vê
Nada acontece, não sei porque
Se eu não perdi nenhum detalhe
Onde foi que eu errei
Ainda encontro a fórmula do amor
Ainda encontro a fórmula do amor
Eu tenho a pose exata pra me fotografar
Aprendi nos livros pra um dia usar
Um certo ar cruel, de quem sabe o que quer
Tenho tudo ensaiado pra te conquistar
Eu tenho um bom papo e sei até dançar
Não posso compreender, não faz nenhum efeito
A minha aparição será que errei na mão
As coisas são mais fáceis na televisão
Eu jogo um charme, alguém me vê
Nada acontece, não sei porque
Se eu não perdi nenhum detalhe
Onde foi que eu errei
Kid Abelha(Como eu quero)
Diz prá eu ficar muda
Faz cara de mistério
Tira essa bermuda
Que eu quero você sério...
Tramas do sucesso
Mundo particular
Solos de guitarra
Não vão me conquistar...
Uh! eu quero você
Como eu quero!
Uh! eu quero você
Como eu quero!...(x2)
O que você precisa
É de um retoque total
Vou transformar o seu rascunho
Em arte final...
Agora não tem jeito
Cê tá numa cilada
Cada um por si
Você por mim e mais nada...
Uh! eu quero você
Como eu quero!
Uh! eu quero você
Como eu quero!...
Longe do meu domínio
Cê vai de mal a pior
Vem que eu te ensino
Como ser bem melhor...
Longe do meu domínio
Cê vai de mal a pior
Vem que eu te ensino
Como ser bem melhor...
(Bem melhor!)...
Uh! eu quero você
Como eu quero!
Uh! eu quero você
Como eu quero!...(2x)
Uh! eu quero você
Como eu quero!
Uuuuuuuuuuhhh!
Uuuuuuuuuuhhh!...
Faz cara de mistério
Tira essa bermuda
Que eu quero você sério...
Tramas do sucesso
Mundo particular
Solos de guitarra
Não vão me conquistar...
Uh! eu quero você
Como eu quero!
Uh! eu quero você
Como eu quero!...(x2)
O que você precisa
É de um retoque total
Vou transformar o seu rascunho
Em arte final...
Agora não tem jeito
Cê tá numa cilada
Cada um por si
Você por mim e mais nada...
Uh! eu quero você
Como eu quero!
Uh! eu quero você
Como eu quero!...
Longe do meu domínio
Cê vai de mal a pior
Vem que eu te ensino
Como ser bem melhor...
Longe do meu domínio
Cê vai de mal a pior
Vem que eu te ensino
Como ser bem melhor...
(Bem melhor!)...
Uh! eu quero você
Como eu quero!
Uh! eu quero você
Como eu quero!...(2x)
Uh! eu quero você
Como eu quero!
Uuuuuuuuuuhhh!
Uuuuuuuuuuhhh!...
Kid Abelha(Eu só penso em você)
Saí de casa à procura de ilusões
Coincidências e confirmações
Alguém com seu nome, alguma lembrança
Alguma palavra, aquelas canções
O mundo assim parece tão pequeno
e eu continuo tendo visões
Depois que nos encontramos
eu esqueço todo tempo
que fiquei sem te ver
Fora tanto que eu me perco
fora tudo mais que eu penso
eu só penso em você
só penso em você
Eu só penso em você
Só penso em você
Só penso em você
Só penso...
Fiquei em casa a espera de nada
Nenhuma visita, nenhuma chamada
Ninguém com seu nome, nem sua feição
Nenhuma esperança, nenhuma canção
O mundo assim parece tão imenso
E eu continuo vivendo em vão
Coincidências e confirmações
Alguém com seu nome, alguma lembrança
Alguma palavra, aquelas canções
O mundo assim parece tão pequeno
e eu continuo tendo visões
Depois que nos encontramos
eu esqueço todo tempo
que fiquei sem te ver
Fora tanto que eu me perco
fora tudo mais que eu penso
eu só penso em você
só penso em você
Eu só penso em você
Só penso em você
Só penso em você
Só penso...
Fiquei em casa a espera de nada
Nenhuma visita, nenhuma chamada
Ninguém com seu nome, nem sua feição
Nenhuma esperança, nenhuma canção
O mundo assim parece tão imenso
E eu continuo vivendo em vão
Kid Abelha(Fixação)
Seu rosto na TV
Parece um milagre
Uma perfeição
Nos mínimos detalhes...
Eu mudo o canal
Eu viro a página
Mas você me persegue
Por todos os lugares...
Eu vejo seu poster
Na folha central
Beijo sua boca
Te falo bobagens...
Fixação!
Seus olhos no retrato
Fixação!
Minha assombração
Fixação!
Fantasmas no meu quarto
Fixação!
I want to be alone...
Preciso de uma chance
De tocar em você
Captar a vibração
Que sinto em sua imagem...
Fecho os olhos
Pra te ver, você nem percebe
Penso em provas de amor
Ensaio um show passional...
Eu vejo seu poster
Na folha central
Beijo sua boca
Te falo bobagens...
Fixação!
Seus olhos no retrato
Fixação!
Minha assombração
Fixação!
Fantasmas no meu quarto
Fixação!
I want to be alone...
Parece um milagre
Uma perfeição
Nos mínimos detalhes...
Eu mudo o canal
Eu viro a página
Mas você me persegue
Por todos os lugares...
Eu vejo seu poster
Na folha central
Beijo sua boca
Te falo bobagens...
Fixação!
Seus olhos no retrato
Fixação!
Minha assombração
Fixação!
Fantasmas no meu quarto
Fixação!
I want to be alone...
Preciso de uma chance
De tocar em você
Captar a vibração
Que sinto em sua imagem...
Fecho os olhos
Pra te ver, você nem percebe
Penso em provas de amor
Ensaio um show passional...
Eu vejo seu poster
Na folha central
Beijo sua boca
Te falo bobagens...
Fixação!
Seus olhos no retrato
Fixação!
Minha assombração
Fixação!
Fantasmas no meu quarto
Fixação!
I want to be alone...
Kid abelha(lágrimas e chuva-Acústico
olá!!! Bem vindo !!!á Lará Lará Lará Lará
Lá Lará Lará Lará Lará
Lá Lará Lará Lará Lará
Lá Lará Lará Lará Lará...
Eu perco o sono e choro
Sei que quase desespero
Mas não sei por quê...
A noite é muito longa
Eu sou capaz
De certas coisas
Que eu não quis fazer...
Será que alguma coisa
Nisso tudo faz sentido
A vida é sempre um risco
Eu tenho medo...
Lágrimas e chuva
Molham o vidro da janela
Mas ninguém me vê
O mundo é muito injusto
Eu dou plantão
Dos meus problemas
Que eu quero esquecer...
Será que existe alguém
Ou algum motivo importante
Que justifique a vida
Ou pelo menos esse instante
Eu vou contando as horas
E fico ouvindo passos
Quem sabe o fim da história
De mil e uma noites
De suspense no meu quarto...
Eu perco o sono e choro
Sei que quase desespero
Mas não sei por quê
Não sei por quê...
A noite é muito longa
Eu sou capaz
De certas coisas
Que eu não quis fazer
Quis fazer
Será que existe
Alguém no mundo?...
Eu vou contando as horas
E fico ouvindo passos
Quem sabe o fim da história
De mil e uma noites
De suspense no meu quarto
No meu quarto...
Eu vou contando as horas
E fico ouvindo passos
Quem sabe o fim da história
De mil e uma noites
De suspense no meu quarto
No meu quarto
No meu quarto...
Lá Lará Lará Lará Lará
Lá Lará Lará Lará Lará
Lá Lará Lará Lará Lará
Lá Lará Lará Lará Lará...
Lá Lará Lará Lará Lará
Lá Lará Lará Lará Lará
Lá Lará Lará Lará Lará...
Eu perco o sono e choro
Sei que quase desespero
Mas não sei por quê...
A noite é muito longa
Eu sou capaz
De certas coisas
Que eu não quis fazer...
Será que alguma coisa
Nisso tudo faz sentido
A vida é sempre um risco
Eu tenho medo...
Lágrimas e chuva
Molham o vidro da janela
Mas ninguém me vê
O mundo é muito injusto
Eu dou plantão
Dos meus problemas
Que eu quero esquecer...
Será que existe alguém
Ou algum motivo importante
Que justifique a vida
Ou pelo menos esse instante
Eu vou contando as horas
E fico ouvindo passos
Quem sabe o fim da história
De mil e uma noites
De suspense no meu quarto...
Eu perco o sono e choro
Sei que quase desespero
Mas não sei por quê
Não sei por quê...
A noite é muito longa
Eu sou capaz
De certas coisas
Que eu não quis fazer
Quis fazer
Será que existe
Alguém no mundo?...
Eu vou contando as horas
E fico ouvindo passos
Quem sabe o fim da história
De mil e uma noites
De suspense no meu quarto
No meu quarto...
Eu vou contando as horas
E fico ouvindo passos
Quem sabe o fim da história
De mil e uma noites
De suspense no meu quarto
No meu quarto
No meu quarto...
Lá Lará Lará Lará Lará
Lá Lará Lará Lará Lará
Lá Lará Lará Lará Lará
Lá Lará Lará Lará Lará...
Kid Abelha (na rua,na chuva ,na fazena)
olá!!! Bem vindo !!!ão estou disposto
A esquecer seu rosto
De vez
E acho que é tão normal
Dizem que sou louco
Por eu ter um gosto assim
Gostar de quem não gosta de mim
Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê
Não estou disposto
A esquecer seu rosto
De vez
E acho que é tão normal
Dizem que sou louco
Por eu ter um gosto assim
Gostar de quem não gosta de mim
Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê
A esquecer seu rosto
De vez
E acho que é tão normal
Dizem que sou louco
Por eu ter um gosto assim
Gostar de quem não gosta de mim
Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê
Não estou disposto
A esquecer seu rosto
De vez
E acho que é tão normal
Dizem que sou louco
Por eu ter um gosto assim
Gostar de quem não gosta de mim
Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê
Palpite (com KID ABELHA)
olá!!! Bem vindo !!!To com saudade de você
Debaixo do meu cobertor
De te arrancar suspiros
Fazer amor.
To com saudade de você
Na varanda em noite quente
E do arrepio frio que dá na gente
Truque do desejo,
Guardo na boca o gosto do beijo
Eu sinto a falta de você
Me sinto só
E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.
To com saudade de você,
Do nosso banho de chuva,
Do calor na minha pele
Da língua tua.
To com saudade de você
Censurando o meu vestido,
As juras de amor ao pé do ouvido,
Truque do desejo,
Guardo na boca o gosto do beijo.
Eu sinto a falta de você,
Me sinto só
E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta,
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.
Eu sinto a falta de você,
Me sinto só
E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta,
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.
E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta,
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite
Debaixo do meu cobertor
De te arrancar suspiros
Fazer amor.
To com saudade de você
Na varanda em noite quente
E do arrepio frio que dá na gente
Truque do desejo,
Guardo na boca o gosto do beijo
Eu sinto a falta de você
Me sinto só
E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.
To com saudade de você,
Do nosso banho de chuva,
Do calor na minha pele
Da língua tua.
To com saudade de você
Censurando o meu vestido,
As juras de amor ao pé do ouvido,
Truque do desejo,
Guardo na boca o gosto do beijo.
Eu sinto a falta de você,
Me sinto só
E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta,
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.
Eu sinto a falta de você,
Me sinto só
E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta,
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite.
E aí, será que você volta,
Tudo à minha volta,
É triste.
E aí, o amor pode acontecer,
De novo pra você,
Palpite
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Letra de muśica -A Little Bluer Than That e tradução(Alan Jackson)
Well tonight if you turn your radio on
You might hear a sad, sad song
About someone who lost everything they had
It may sound like me
But I'm a little bluer than that
When you look out in the morning you might see
Clouds rollin' by like memories
And a big old sky above you lookin' back
You may think of me
But I'm a little bluer than that
Where did we go wrong
I wish I knew
It haunts me all the time
Now wherever I go and
Whatever I do
You're always on my mind
I can picture you in his arms tonight
But as for me it don't feel right
To let us fade like some old photograph
It may work for you
But I'm a little bluer than that
Where did we go wrong
I wish I knew
It haunts me all the time
Now wherever I go and
Whatever I do
You're always on my mind
So tonight if you turn your radio on
You might hear a sad, sad song
About someone who lost everything they had
It may sound like me
But I'm a little bluer than that
You may think of me
But I'm a little bluer than that
Um Pouco Mais Triste Do Que Isso
Bem, hoje a noite, se você ligar seu rádio
Você pode ouvir uma triste canção
Sobre alguém que perdeu tudo que tinha
Pode parecer comigo
Mas eu estou um pouco mais triste do que isso
Quando você olhar para fora de manhã você pode ver
Nuvens passando como memórias
E um grande céu antigo sobre você recordando
Você pode pensar em mim
Mas eu estou um pouco mais triste que isso
Onde nós erramos
Eu gostaria de saber
Isso me assombra o tempo todo
Agora onde quer que eu vá e
O que quer que eu faça
Você está sempre em meu pensamento
Eu posso imaginar você nos braços dele esta noite
Mas para mim não parece certo
Nos deixar desportar como velhas fotografias
Isso pode funcionar pra você
Mas estou um pouco mais triste do que isso
Onde nós erramos
Eu gostaria de saber
Isso me assombra o tempo todo
Agora onde quer que eu vá e
O que quer que eu faça
Você está sempre em meu pensamento
Então hoje a noite, se você ligar seu rádio
Você pode ouvir uma triste canção
Sobre alguém que perdeu tudo que tinha
Pode parecer comigo
Mas eu estou um pouco mais triste do que isso
Você pode pensar em mim
Mas eu estou um pouco mais triste do que isso
Letra de muśica (COUNTRY BOY)ALAN JACKSON
Excuse me ma'am, I saw you walkin?
I turned around, Im not a stalker
Where you going? Maybe I can help you
My tank is full, and I'd be obliged to take you
Cause I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down country roads
I can get you where you need to go
cause I'm a country boy
You sure look good, sittin? in my right seat
Buckle up, I'll take you through the five speeds
Wind it up, or I can slow it way down
In the woods or right uptown
I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down country roads
I can get you where you need to go
cause I'm a country boy
Big 35?s whinin? on the asphalt
Grabbin? mud, and slingin? up some red dirt
cause I'm a country boy
My muffler's loud, dual Thrush tubes
I crank the music, the tone gets real good
Let me know when we're gettin? close
You can slide on out, or we can head on down the road
Cause I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down country roads
I can get you where you wanna go
cause I'm a country boy
Bucket seats, soft as baby's new butt
Lockin? hubs, that'll take you through a deep rut
Cause I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down winding roads
I can get you where you need to go
Cause I'm a country boy
Yea I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down country roads
I can get you where you wanna go
cause I'm a country boy
Yeah, I'm a country boy,
Oh, I'm just a country boy,
A nice little country boy.
I turned around, Im not a stalker
Where you going? Maybe I can help you
My tank is full, and I'd be obliged to take you
Cause I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down country roads
I can get you where you need to go
cause I'm a country boy
You sure look good, sittin? in my right seat
Buckle up, I'll take you through the five speeds
Wind it up, or I can slow it way down
In the woods or right uptown
I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down country roads
I can get you where you need to go
cause I'm a country boy
Big 35?s whinin? on the asphalt
Grabbin? mud, and slingin? up some red dirt
cause I'm a country boy
My muffler's loud, dual Thrush tubes
I crank the music, the tone gets real good
Let me know when we're gettin? close
You can slide on out, or we can head on down the road
Cause I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down country roads
I can get you where you wanna go
cause I'm a country boy
Bucket seats, soft as baby's new butt
Lockin? hubs, that'll take you through a deep rut
Cause I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down winding roads
I can get you where you need to go
Cause I'm a country boy
Yea I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down country roads
I can get you where you wanna go
cause I'm a country boy
Yeah, I'm a country boy,
Oh, I'm just a country boy,
A nice little country boy.
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