quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Letra de muśica -A Little Bluer Than That e tradução(Alan Jackson)


Well tonight if you turn your radio on
You might hear a sad, sad song
About someone who lost everything they had
It may sound like me
But I'm a little bluer than that

When you look out in the morning you might see
Clouds rollin' by like memories
And a big old sky above you lookin' back
You may think of me
But I'm a little bluer than that

Where did we go wrong
I wish I knew
It haunts me all the time
Now wherever I go and
Whatever I do
You're always on my mind

I can picture you in his arms tonight
But as for me it don't feel right
To let us fade like some old photograph
It may work for you
But I'm a little bluer than that

Where did we go wrong
I wish I knew
It haunts me all the time
Now wherever I go and
Whatever I do
You're always on my mind

So tonight if you turn your radio on
You might hear a sad, sad song
About someone who lost everything they had
It may sound like me
But I'm a little bluer than that

You may think of me
But I'm a little bluer than that

Um Pouco Mais Triste Do Que Isso

Bem, hoje a noite, se você ligar seu rádio
Você pode ouvir uma triste canção
Sobre alguém que perdeu tudo que tinha
Pode parecer comigo
Mas eu estou um pouco mais triste do que isso

Quando você olhar para fora de manhã você pode ver
Nuvens passando como memórias
E um grande céu antigo sobre você recordando
Você pode pensar em mim
Mas eu estou um pouco mais triste que isso

Onde nós erramos
Eu gostaria de saber
Isso me assombra o tempo todo
Agora onde quer que eu vá e
O que quer que eu faça
Você está sempre em meu pensamento

Eu posso imaginar você nos braços dele esta noite
Mas para mim não parece certo
Nos deixar desportar como velhas fotografias
Isso pode funcionar pra você
Mas estou um pouco mais triste do que isso

Onde nós erramos
Eu gostaria de saber
Isso me assombra o tempo todo
Agora onde quer que eu vá e
O que quer que eu faça
Você está sempre em meu pensamento

Então hoje a noite, se você ligar seu rádio
Você pode ouvir uma triste canção
Sobre alguém que perdeu tudo que tinha
Pode parecer comigo
Mas eu estou um pouco mais triste do que isso

Você pode pensar em mim
Mas eu estou um pouco mais triste do que isso

Letra de muśica (COUNTRY BOY)ALAN JACKSON


Composição: Alan Jackson
Excuse me ma'am, I saw you walkin?
I turned around, Im not a stalker
Where you going? Maybe I can help you
My tank is full, and I'd be obliged to take you
Cause I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down country roads
I can get you where you need to go
cause I'm a country boy
You sure look good, sittin? in my right seat
Buckle up, I'll take you through the five speeds
Wind it up, or I can slow it way down
In the woods or right uptown
I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down country roads
I can get you where you need to go
cause I'm a country boy
Big 35?s whinin? on the asphalt
Grabbin? mud, and slingin? up some red dirt
cause I'm a country boy
My muffler's loud, dual Thrush tubes
I crank the music, the tone gets real good
Let me know when we're gettin? close
You can slide on out, or we can head on down the road
Cause I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down country roads
I can get you where you wanna go
cause I'm a country boy
Bucket seats, soft as baby's new butt
Lockin? hubs, that'll take you through a deep rut
Cause I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down winding roads
I can get you where you need to go
Cause I'm a country boy
Yea I'm a country boy, I've got a 4-wheel drive
Climb in my bed, I'll take you for a ride
Up city streets, down country roads
I can get you where you wanna go
cause I'm a country boy
Yeah, I'm a country boy,
Oh, I'm just a country boy,
A nice little country boy.

Castelo Ra-Tim-Bum(MÃO)

Lava a outra
Lava uma
Lava a outra
Lava uma
(mão)
Lava a outra (mão)
Lava uma
(mão)
Lava a outra (mão)
Lava uma
Depois de brincar no chão de areia a tarde inteira
antes de comer, beber, lamber, pergar na mamadeira
Lava uma (mão)
Lava outra (mão)
Lava uma
Lava outra (mão)
Lava uma
A doença vai embora junto com a sujeira
Verme, Bactéria, mando embora embaixo da torneira
(Água uma,
Água outra,
Água uma
(mão)
Água outra
Água uma)
Na segunda, terça, quarta, quinta e sexta-feira
Na beira da pia, tanque, bica, bacia, banheira
Lava uma (mão)
3X (mão)
Água uma (mão)
Lava outra (mão)
Lava uma (mão)
Lava outra
Lava uma

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Cantiga de roda(Ciranda cirandinha)

Cantigas: CIRANDINHA.
Ciranda,cirandinha,
Vamos todos cirandar,             
Vamos dar a meia volta,
Valta e meia vamos dar.


O anel que tu me deste
Era vidro e se quebrou,
E o amor que tu me tinhas
Era pouco e se acabou.


Senhora Dona Alice,
Entre dentro desta roda,
Diga um verso bem bonito,
Diga adeus e vá se embora.


Detrás daquele morro
Tem um pé de abricó,
Quem quizer casar comigo
Vá pedir à minha avó.

texto dissertativo

O texto dissertativo

Quando queremos defender uma idéia e convencer nosso leitor acerca de nosso ponto de vista, devemos elaborar um tipo de texto que consiga apresentar com clareza nossas hipóteses, justificá-las com base em argumentos, refutar contra-argumentos, exemplificar e encaminhar para conclusões. Enfim, com base em reflexão e raciocínio, orientamos nosso leitor na direção que consideramos a mais acertada. Esse tipo de texto é chamado dissertativo, e corresponde ao que nós conhecemos como um texto científico, um editorial de jornal.
Esse tipo de texto envolve reflexão e raciocínio, e que se apóia no genérico, no abstrato para levar ao leitor o conhecimento pretendido. Como sempre há uma intenção argumentativa, o objetivo de uma dissertação é influenciar, persuadir, convencer o interlocutor, fazendo-o crer em algo, aderir a uma opinião. Na dissertação, o enunciador de texto manifesta explicitamente sua opinião ou seu julgamento.
Estrutura do texto dissertativo

O texto dissertativo organiza-se em três etapas, cada uma das quais com funções bem específicas que, em conjunto, oferecem ao leitor uma visão de totalidade. Vejamos cada uma dessas três partes:
Introdução: é a parte em que se apresenta a idéia principal, a tese, a qual deverá ser desenvolvida progressivamente no decorrer do texto. A idéia principal é o ponto de partida do raciocínio. A elaboração dessa etapa inicial exige boa capacidade de síntese, pois a clareza alcançada na exposição da idéia constitui uma das formas de obtermos a adesão do leitor ao texto; não que o leitor de imediato concorde com nosso primeiro argumento – a tese – mas se oferecermos a ele um contato direto com a matéria que encaminhará nossa argumentação, o texto ganhará maior objetividade e rigor.
Desenvolvimento: a articulação de novos argumentos ocorre nesta etapa de elaboração do texto. No desenvolvimento, as informações sobre a matéria anunciada na introdução são analisadas, debatidas em confronto com informações integrantes, ou não, do universo a que pertence o tema. É evidente que a variedade de conexões entre os argumentos depende da riqueza do repertório de quem escreve e da possibilidade de constituir-se com eles uma rede de sentidos; a quantidade de informações por si só não assegura a qualidade da argumentação, já que esta, como uma operação lógica, decorre do domínio sobre o material lingüístico (estruturação da frase, pontuação, uso de conectivos etc.) e da adequação dos argumentos ao contexto, antecedida do exame da veracidade de cada um deles.
Conclusão: esta parte, que é também chamada de desfecho, sintetiza o que há de mais relevante no conteúdo desenvolvido; o objetivo dessa retomada de conteúdos é registrar as considerações finais do autor sobre o tema.

Exemplo de dissertação publicada em jornal:


Comerciais exibidos na televisão recorrem a estereótipos para criar a sensação de desejo no inconsciente do telespectador. A linguagem da propaganda, em qualquer meio de comunicação, é sempre a da sedução, a do convencimento. (introdução)
Na TV, seu discurso ganha um reforço considerável: a força das imagens em movimento. Assim, fica muito difícil resistir aos seus apelos: o sanduíche cujos ingredientes quase saltam da tela com sua promessa de sabor, o último lançamento automobilístico – que nenhum motorista inteligente pode deixar de comprar – deslizando em uma rodovia perfeita como um tapete, a roupa de grife moldando o corpo esguio de jovens modelos.
A publicidade funciona assim nas revistas, nos jornais, no rádio e nos outdoors, mas suas armas parecem mais poderosas na televisão. Se é verdade, como dizem os críticos, que a propaganda tenta criar necessidades que não temos, os comerciais de TV são os que mais perto chegam de nos fazer levantar imediatamente do sofá para realizar algum desejo de consumo – e às vezes conseguem, quando o objeto em questão pode ser encontrado na cozinha.

Aprender a “ler” as peças publicitárias veiculadas pela TV tem a mesma importância, na formação de um telespectador crítico, que saber analisar os noticiários e as telenovelas. A parte mais óbvia desse trabalho de conscientização refere-se, claro, à identificação das estratégias usadas para criar o apelo ao consumo.
Entre as armas da publicidade para seduzir o telespectador destacam-se a nudez, a inocência infantil e a plasticidade quase irreal das imagens. Independente do apelo ao consumo, os comerciais exibidos pela televisão também se prestam a análises mais amplas de conteúdo.
(desenvolvimento)

Ao difundir modelos de comportamento, os comerciais exercem tanta influência sobre os telespectadores quanto os personagens de novelas. E, ao reforçar estereótipos associados a raças e classes sociais, por exemplo, contribuem decisivamente para que imagens distorcidas da sociedade continuem a ser propagadas.
(Conclusão)

“Publicidade: a força das imagens a serviço do consumo.” Jornal Folha de S. Paulo.

texto dissertativo

O texto dissertativo é composto por três partes essenciais:

- Introdução:

É um bom início de texto que desperta no leitor vontade de continuar a lê-lo. Na introdução é que se define o que será dito, e é nessa parte que o escritor deve mostrar para o leitor que seu texto merece atenção.

O assunto a ser tratado deve ser apresentado de maneira clara, existem assuntos que abrem espaço para definições, citações, perguntas, exposição de ponto de vista oposto, comparações, descrição.

A introdução pode apresentar uma:

- Afirmação geral sobre o assunto
- Consideração do tipo histórico-filosófico
- Citação
- Comparação
- Uma ou mais perguntas
- Narração

Além destes, outras introduções podem ser empregados de acordo com quem escreve.


- Desenvolvimento:

Na dissertação a persuasão aparece de forma explícita, essa se faz presente no desenvolvimento do texto. É nesse momento que o escritor desenvolve o tema, seja através de argumentação por citação, comprovação ou raciocínio lógico, tomando sua posição a respeito do que está sendo discutido.

O conteúdo do desenvolvimento pode ser organizado de diversas maneiras, dependerá das propostas do texto e das informações disponíveis.

- Conclusão:

A conclusão é a parte final do texto, um resumo forte e breve de tudo o que já foi dito, cabe também a essa parte responder à questão proposta inicialmente, expondo uma avaliação final do assunto.

Texto narrativo

Texto Narrativo
No texto narrativo, os fatos são vividos por personagens em determinado lugar e tempo. Além disso, há um narrador que assume duas perspectivas básicas diante do texto agindo como uma personagem ou como um mero observador. Leia o texto abaixo:

O Coveiro
Millôr Fernandes
Ele foi cavando, cavando, cavando, pois sua profissão - coveiro - era cavar. Mas, de repente, na distração do ofício que amava, percebeu que cavara demais.Tentou sair da cova e não conseguiu. Levantou o olhar para cima e viu que sozinho não conseguiria sair. Gritou. Ninguém atendeu. Gritou mais forte. Ninguém veio. Enrouqueceu de gritar, cansou de esbravejar, desistiu com a noite. Sentou-se no fundo da cova, desesperado. A noite chegou, subiu, fez-se o silêncio das horas tardias. Bateu o frio da madrugada e, na noite escura, não se ouviu um som humano, embora o cemitério estivesse cheio de pipilos e coaxares naturais dos matos. Só pouco depois da meia-noite é que vieram uns passos. Deitado no fundo da cova o coveiro gritou. Os passos se aproximaram. Uma cabeça ébria apareceu lá em cima, perguntou o que havia: O que é que há?
O coveiro então gritou, desesperado: Tire-me daqui, por favor. Estou com um frio terrível! Mas, coitado! - condoeu-se o bêbado - Tem toda razão de estar com frio. Alguém tirou a terra de cima de você, meu pobre mortinho! E, pegando a pá, encheu-a e pôs-se a cobri-lo cuidadosamente.
Moral: Nos momentos graves é preciso verificar muito bem para quem se apela.

No texto, o narrador não participa dos fatos é, portanto, um mero observador. Narra em terceira pessoa e situa a personagem, o coveiro, em um determinado lugar, uma cova, fazendo com que ele se relacione com outra personagem, o bêbado, num determinado tempo, depois da meia-noite.

A partir daí podemos inferir as principais características do texto narrativo:

Apresenta
q fatos em uma seqüência, numa relação de causa e efeito;
os fatos são
q vividos por personagens, em um determinado lugar e tempo; apresenta um narrador que pode assumir, diante dos fatos, dois pontos de vista: o de narrador-personagem e o de narrador-observador.

Prof. Abrahão C. Freitas
Autor de Gramática

Texto narrativos

O gato Chinês2

Autoras e ilustradoras: Gabriela e Meiling



   Era pela segunda vez que o gato chinês ainda morava em xangai.


Um dia quando passava pelas ruas de xangai avistou uma gatinha  por quem se apaixonou mas por não ser sua namorada se magoou.


Pensava nela todo dia, mas ela não aparecia.


Quando já estava desiludido foi almoçar em frente a um restaurante chinês e pela segunda vez a avistou e seu mundo clareou.


Ele chamou ela pra jantar e comversaram durante muito tempo,mas por não terem onde dormir dormiram ao relento.


Ao acordar foram passear na cidade na maior felicidade.


Depois foram ao campo de flores onde havia plantas de todas as cores.


Decidiram namorar e depois até casar.


Seu amor durou para sempre era um amor mesmo diferente.


Poesia

Jane Lagares



É a voz do gostar,
É a voz do alertar,
dizendo nas palavras,
hei! acorde...Quero te ajudar!!!
É a voz que vem com o que precisamos ouvir,
ler, perceber, interiorizar...
Quando não conseguimos ler a nós mesmos,
Quando nos falta o chão, o teto, o rumo..
Vem como um "cutucão" benigno..
Uma sacudida,
Um alerta..
Uma sirene que soa o nobre sentimento,
de luz,
imenso cuidar..
Vem com tanta verdade,
mas, com o cuidado de não magoar..
Uma voz que Deus usa,
que vem devagar..
Que inunda...
Que traz alegrias..
Que contagia..
Uma voz de anjo,
Uma voz de irmão escolhido...
Presentes e presente..
Nos dois sentidos..o de estar e, o de jóia inestimável..
Um mestre de consciência...
Mestre paciente para ouvir,
Ser cúmplice nas dores e alegrias...
Mãos estendidas,
entrelaçadas...
Dádiva da vida...
únicos,
senhores do bem:
Voz de amigo!!!!!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O destino não é uma questão de sorte, 
é uma questão de escolha.
Alguns poucos são sucedidos por estarem predestinados,
a maioria por estarem determinados.
Olá,sejam bem vindos!!!