quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

COMO A NOITE A APARECEU “LENDA TUPI”

No principio não havia noite- dia somente havia em todo o tempo. A noite estava adormecida no fundo das águas. Todas as coisas falavam.
A filha da cobra grande – contam – casara-se com um moço.
Esse moço tinha três fâmulos fiéis. Um dia, ele chamou os três fâmulos e disse-lhes: - ide passear, porque minha mulher não quer dormir comigo.
Os fâmulos foram-se, e então ele chamou sua mulher para dormir com ele.
A filha da cobra grande respondeu-lhe:
- Ainda não é noite.
- O moço disse-lhe:
- Não há noite somente a dia.
- A moça falou:
- Meu pai tem noite. Se queres dormir comigo,manda busca-la lá, pelo grande rio.
- O moço chamou os três fâmulos; a moça mandou-os a casa de seu pai para trazerem um caroço de tucumã.
- Os fâmulos foram, chegaram a casa da cobra grande, esta lhes entregou um caroço de tucumã muito bem fechado e disse-lhes:
- Aqui esta; levai-º Eia! Não o abrais, senão todas as coisas se perderão.
- Os fâmulos foram-se, e estavam ouvindo um barulho dentro do coco de tucumã, assim: tem, tem, ...xi...Era o barulho dos grilos e dos sapinhos que cantam de noite.
- Quando já estavam longe,um dos fâmulos disse a seus companheiros – Vamor ver que barulho será este?
- O piloto disse:- Não do contrario nos perderemos. Vamos embora, eia, remai!
- Eles foram e continuaram a ouvir aquele barulho dentro do coco de tucumã, e não sabiam que barulho era.
- Quando já estavam muito longe, ajuntaram-se nomeio da canoa, acenderam fogo, derreteram o breu que fechava o coco e abriram-no. De repente tudo escureceu.
- O piloto então disse: Nós estamos perdidos; e a moça, em sua casa, já sabe que nós abrimos o coco de tucumã!
- Eles seguiram viagem.
- A moça, em sua casa, disse ao seu marido:
- Eles soltaram a noite; vamos esperar a manhã.
- Então todas as coisas que estavam espalhadas pelo bosque se transformaram em animais e pássaros.
- As coisas que estavam espalhadas pelo rio se transformaram em patos e em peixes. Do paneiro gerou-se a onça; o pescador e sua canoa se transformaram em pato; de sua cabeça nasceram a cabeça e o bico do pato; da canoa, o corpo do pato; dos remos as pernas do pato.
- A filha da cobra grande, quando viu a estrela-d’alva, disse a seu marido:
- A madrugada vem rompendo. Vou dividir o dia da noite.
- Então ela enrolou um fio, e disse-lhe: Tu serás cujubim. Assim ela fez o cujubim; pintou a cabeça de do cujubim de branco, com tabatinga; pintou-lhe as pernas de vermelho com urucu, e, então, disse-lhe: - Cantaras para todo e sempre quando a manhã vier raiando.
- Ela enrolou o fio, sacudiu cinza em riba dele, e disse: tu serás inhambu, para cantar nos diversos tempos da noite de madrugada.
- De então todos os pássaros cantaram em seus tempos, e de madrugada,para alegrar o principio do dia.
- Quando três fâmulos chegaram, o moço disse-lhes: - Não fostes fiéis abristes o caroço de tucumã, soltastes a noite e todas as coisas se perderam, e vós também que vos metamorfoseastes em macacos, andareis para todo e sempre pelos galhos dos paus.
- (A boca preta e risca amarela que eles têm no braço dizem que são ainda o sinal do breu que fechava o caroço de tucumã e que escorreu sobre eles quando o derreteram)(General Couto de Magalhães,O selvagem)


- Nota – Esta lenda é provavelmente um fragmento do Gênesis dos antigos selvagens sul- americanos. É talvez o eco degradado e corrompido das crenças que eles tinham de como se formou esta ordem de coisas no meio da qual vivemos e, depois das formas grosseiras com que provavelmente a vestiram as avós e as amas de leite, ela mostra que por toda a parte o homem se propôs a resolver este problema - de onde nós viemos? Aqui, como nos Vedas, como no Gênesis, a questão é no fundo resolvida pela mesma forma, isto é: no principio todos eram felizes; uma desobediência, num episodio de amor, uma fruta proibida, trouxe a degradação. A lenda é, em resumo, a seguinte: no principio, não havia distinção entre animais, o homem e as plantas: tudo falava. Também não havia trevas. Tendo a filha da cobra grande se casado não queria coabitar com o seu marido enquanto não houvesse noite sobre o mundo, assim como havia no fundo das águas. O marido mandou buscar a noite, que lhe foi remetida encerrada dentro de um caroço de tucumã, bem fechado, co proibição expressa aos condutores de o abrirem, penas de perderem a si e a seus descendentes todas as coisas. A principio, resistem a tentação; mas depois a curiosidade de saber o que havia dentro da fruta os fez violar a proibição, e assim se perderam . Substituindo a fruta de tucumã pela arvore proibida, a curiosidade de saber pela tentação do espírito maligno, parece haver no fundo do episodio tanta semelhança com o pensamento asiático, que vacilo eu pergunto se não será um eco degradado e transformado desse pensamento.

João e Maria /(Irmãos Grimm)

Às margens de uma extensa mata existia, há muito tempo, uma cabana pobre, feita de troncos de árvore, na qual morava um lenhador com sua segunda esposa e seus dois filhinhos, nascidos do primeiro casamento. O garoto chamava-se João e a menina, Maria.
A vida sempre fora difícil na casa do lenhador, mas naquela época as coisas haviam piorado ainda mais: não havia comida para todos.

Minha mulher, o que será de nós? Acabaremos todos por morrer de necessidade. E as crianças serão as primeiras.

- Há uma solução… - disse a madrasta, que era muito malvada. Amanhã daremos a João e Maria um pedaço de pão, depois os levaremos à mata e lá os abandonaremos.

O lenhador não queria nem ouvir falar de um plano tão cruel, mas a mulher, esperta e insistente, conseguiu convencê-lo.
No aposento ao lado, as duas crianças tinham escutado tudo, e Maria desatou a chorar.

- Não chore, tranqüilizou-a o irmão. Tenho uma idéia.

Esperou que os pais estivessem dormindo, saiu da cabana, catou um punhado de pedrinhas brancas que brilhavam ao clarão da lua e as escondeu no bolso. Depois voltou para a cama.
No dia seguinte, ao amanhecer, a madrasta acordou as crianças.
As crianças foram com o pai e a madrasta cortar lenha na floresta e lá foram abandonadas.
João havia marcado o caminho com as pedrinhas e, ao anoitecer, conseguiram voltar para casa.
O pai ficou contente, mas a madrasta, não. Mandou-os dormir e trancou a porta do quarto. Como era malvada, ela planejou levá-los ainda mais longe no dia seguinte.
João ouviu a madrasta novamente convencendo o pai a abandoná-los, mas desta vez não conseguiu sair do quarto para apanhar as pedrinhas, pois sua madrasta havia trancado a porta. Maria desesperada só chorava. João pediu-lhe para ficar calma e ter fé em Deus.
Antes de saírem para o passeio, receberam para comer um pedaço de pão velho. João, em vez de comer o pão, guardou-o.
Ao caminhar para a floresta, João jogava as migalhas de pão no chão, para marcar o caminho da volta.
Chegando a uma clareira, a madrasta ordenou que esperassem até que ela colhesse algumas frutas, por ali. Mas eles esperaram em vão. Ela os tinha abandonado mesmo!

- Não chore Maria, disse João. Agora, só temos é que seguir a trilha que eu fiz até aqui e ela está toda marcada com as migalhas do pão.

Só que os passarinhos tinham comido todas as migalhas de pão deixadas no caminho.




As crianças andaram muito até que chegaram a uma casinha toda feita com chocolate, biscoitos e doces. Famintos, correram e começaram a comer.
De repente, apareceu uma velhinha, dizendo: - Entrem, entrem, entrem, que lá dentro tem muito mais para vocês.
Mas a velhinha era uma bruxa que os deixou comer bastante até cair no sono em confortáveis caminhas.
Quando as crianças acordaram, achavam que estavam no céu, parecia tudo perfeito.
Porém a velhinha era uma bruxa malvada que e aprisionou João numa jaula para que ele engordasse. Ela queria devorá-lo bem gordo. E fez da pobre e indefesa Maria, sua escrava.
Todos os dias João tinha que mostrar o dedo para que ela sentisse se ele estava engordando. O menino, muito esperto, percebendo que a bruxa enxergava pouco, mostrava-lhe um ossinho de galinha. E ela ficava furiosa, reclamava com Maria:

- Esse menino, não há meio de engordar.

- Dê mais comida para ele!

Passaram-se alguns dias até que numa manhã assim que a bruxa acordou, cansada de tanto esperar, foi logo gritando:

- Hoje eu vou fazer uma festança. Maria ponha um caldeirão bem grande, com água até a boca para ferver e dê bastante comida paro seu o irmão, pois é hoje que eu vou comê-lo ensopado.

Assustada, Maria começou a chorar.

- Acenderei o forno também, pois farei um pão para acompanhar o ensopado, a bruxa falou.

Ela empurrou Maria para perto do forno e disse:

- Entre e veja se o forno está bem quente para que eu possa colocar o pão.
A bruxa pretendia fechar o forno quando Maria estivesse lá dentro, para assá-la e comê-la também, mas Maria percebeu a intenção da bruxa e disse:

- Ih! Como posso entrar no forno, não sei como fazer?

- Menina boba! - disse a bruxa. Há espaço suficiente, até eu poderia passar por ela.

A bruxa se aproximou e colocou a cabeça dentro do forno. Maria, então, deu-lhe um empurrão e ela caiu lá dentro. A menina, então, rapidamente trancou a porta do forno deixando que a bruxa morresse queimada.
Maria foi direto libertar seu irmão.
Estavam muito felizes e tiveram a idéia de pegarem o tesouro que a bruxa guardava e ainda algumas guloseimas .
Encheram seus bolsos com tudo que conseguiram e partiram rumo a floresta.
Depois de muito andarem atravessaram um grande lago com a ajuda de um cisne.
Andaram mais um pouco e começaram a reconhecer o caminho e viram ao longe a pequena cabana do pai.
Ao chegarem na cabana encontraram o pai triste e arrependido. A madrasta havia morrido de fome e o pai estava desesperado com o que fez com os filhos.
Quando os viu, o pai ficou muito feliz e foi correndo abraçá-los. Joãozinho e Maria mostraram-lhe toda a fortuna que traziam nos seus bolsos, agora não haveria mais preocupação com dinheiro e comida e assim foram felizes para sempre.


O Retrato do Pato

O Pato ganhou sapato
Foi logo tirar retrato.

O Macaco retratista
Era mesmo um grande artista.

Disse ao Pato: "Não se mexa
Para depois não ter queixa".

E o Pato, duro e sem graça
Como se fosse de massa!

"Olhe pra cá direitinho:
Vai sair um passarinho".

O Passarinho saiu,
Bicho assim nunca se viu.

Com três penas no topete
E no rabo apenas sete.

Mário Quintana

Por detrás da malha fina

Poema transitório

Eu que na Era da fumaça: - trenzinho
Vagaroso com vagarosas paradas
Em cada estaçãozinha pobre
Para comprar
Pastéis
Pés-de-moleque
Sonhos
- principalmente sonhos!
porque as moças da cidade vinham
olhar o trem passar:
eles suspirando maravilhosas viagens
e a gente com um desejo súbito
de ficar ali morando sempre...
Nisto, o apito da locomotiva
e o trem se afastando
e o trem arquejando
é preciso partir
é preciso chegar
é preciso partir é preciso chegar...
Ah, como esta vida é urgente!
... no entanto
eu gostava era mesmo de partir...
e - até hoje – quando acaso embarco
para alguma parte
acomodo-me no meu lugar
fecho os olhos e sonho:
viajar, viajar
mas para parte nenhuma...
viajar indefinidamente...
como uma nave espacial perdida entre as estrelas.

Mario Quintana

Marinheiro Só

Eu não sou daqui
Marinheiro só
Eu não tenho amor
Marinheiro só
Eu sou da bahia
Marinheiro só
De são salvador
Marinheiro só
Lá vem, lá vem
Marinheiro só
Como ele vem faceiro
Marinheiro só
Todo de branco
Marinheiro só
Com o seu bonezinho
Marinheiro só
Ô, marinheiro marinheiro
Marinheiro só
Ô, quem te ensinou a nadar
Marinheiro só
Ou foi o tombo do navio
Marinheiro só
Ou foi o balanço do mar
Marinheiro só


Domínio público

Asa-Branca

Qando olhei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu perguntei a Deus do céu,ai
Por que tamanha judiação

Até mesmo a asa-Branca
Bateu asas do Setão
Então eu disse:"Adeus,Rosinha,
Guarda contigo meu coração".

Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na plantação
Eu te asseguro Não chore não,viu?
Que eu voltarei,viu?
Meu coração!

Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira

Ano Novo


Para você ganhar belíssimo Ano Novo...
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.

Não precisa chorar de arrependimento
pelas besteiras consumadas nem
parvamente acreditar que por decreto
da esperança a partir de Janeiro
as coisas mudem e seja claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações,
 
 liberdade com cheiro e
gosto de pão matinal, direitos respeitados,
começando pelo direito augusto de viver.
 
Para ganhar um ano-novo que mereça
este nome, você, meu caro, tem de
merecê-lo, tem de fazê-lo novo,
 
Eu sei que não é fácil mas tente,
experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.


Um maravilhoso ano para você
(Carlos Drummond de Andrade)

Amor é síntese

Por favor não me analise
Não fique procurando cada ponto fraco meu
Se ninguém resiste a uma análise profunda
Quanto mais eu
Ciumento, exigente, inseguro, carente
Todo cheio de marcas que a vida deixou
Vejo em cada grito de exigência
Um pedido de carência, um pedido de amor
Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braços
E eu serei perfeito amor.

Poemas de Mário Quintana     

Poemas & Prosa Poética/A Arte de Ser Feliz

A Arte de Ser Feliz
Houve um tempo em que minha janela se abriasobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
    Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
    Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
    e o jardim parecia morto.
    Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
    e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
    Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
    E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
    Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
    Outras vezes encontro nuvens espessas.
    Avisto crianças que vão para a escola.
    Pardais que pulam pelo muro.
    Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
    Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
    Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
    Ás vezes, um galo canta.
    Às vezes, um avião passa.
    Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
    E eu me sinto completamente feliz.
    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
    que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
    outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
    finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

    Cecília Meireles


    Tipos de Amigos

    Tipos de Amigos

    Amigos, tem de vários tipos, dos mais atenciosos até os mais fingidos.
    Amigo sincero: é aquele que nos aceita como nós somos, e nos leva a sério.
    Amigo passagem: é aquele que só procura a nossa amizade nos momentos de necessidade.
    Amigo interesseiro: é aquele que só procura a nossa amizade pelo o nosso dinheiro.
    Amigo inveja: é aquele que nos cobiça pelos nossos bens, ou por alguma habilidade que a gente tem.
    Amigo orgulho: é aquele que desde há muitos é nosso amigo, mas se conseguir alguma coisa na vida, nos isola por isso.
    Amigo falso: é aquele que demonstra simpatia na nossa frente, e por trás conspira contra a gente.
    Amigo ouro: é aquele que convive conosco nos momentos bons e ruins, demonstrando a sua amizade o tempo todo.
    Amigo estrela: é aquele que nem a distância nos afasta e ele permanece conosco a vida inteira.
    Amigo extermínio: este é o pior amigo, porque é capaz de tirar a nossa vida para tomar o que temos, ou lucrar com isso.
    Amigo amor: este é o amigo de verdade, porque é capaz de dar a sua vida pela consideração de uma amizade.

    Estas são as pessoas que estão no nosso convívio, pois, esses são os tipos de amigos.


    de Patrícia Dayanne
    Alto Santo -

    AMIZADE

    Verdadeira amizade

    A verdadeira amizade
    É leal à sua essência
    De amigo de irmão,
    Acima de tudo é sincera
    Se magoada, fala
    Não fica calada,
    Não guarda ressentimentos consigo
    Reparte-os com o amigo,
    Não oculta em pensamentos,
    Por mais que doa, sempre fala a verdade,
    Esta é a verdadeira amizade!

    “A amizade é a forma mais doce do amor.”


    de Inoema Nunes Jahnke
    Cachoeirinha -

    Kiss And Say Goodbye/Beijar e Dizer Adeus

    Kiss And Say Goodbye
    This is got to be the saddest thing of my life
    I called you here today
    For a bit of bad news
    I won't be able to see you anymore
    Because of my obligations
    And the ties that you have

    We've been meeting here everyday
    And since it's our last day together
    I wanna hold you just one more time
    When you turn and walk away
    Don't look back
    I wanna remember you just like this
    Let's just kiss and say goodbye
    I had to meet you here today
    There's just so many things to say
    Please don't stop me 'til I'm through
    This is something I hate to do
    We've been meeting here so long
    I guess what we've done,
    I know it was wrong
    Please darling, don't you cry
    Let's just kiss and say goodbye
    Now many months have passed by
    I'm gonna miss you, I can't lie, oh no
    I've got ties and so do you
    I think this is a thing to do
    It's gonna hurt me, I can't lie
    Maybe you need, you need another guy
    Understand me, won't you try, try, try, ...
    Let's just kiss and say goodbye
    (I'm gonna miss you)
    I'm gonna miss you, I can't lie (I'm gonna miss you)
    Understand me, won't you try, try, try
    Let's just kiss and say goodbye (Just say goodbye)

    Beijar e Dizer Adeus
    Este tem de ser mais triste momento minha vida
    Chamei você aqui hoje
    para dar más noticias
    Eu não poderei te encontrar mais
    Por causa das minhas obrigações
    E dos vínculos que você tem

    nos estamos nos encontrando aqui hoje
    e este será nosso ultimo dia juntos
    eu quero abraçar você apenas mais uma vez
    quando você se virar e for embora
    não olhe para trás
    eu quero lembrar de você apenas dessa forma
    vamos apenas nos beijar e dizer adeus
    eu tenho que encontrar você hoje
    tenho apenas algumas coisas para dizer
    por favor não me pare ...
    esta é algo que eu odeio que faça
    esse nosso encontro aqui vai ser longo
    eu desejo que não acabe
    eu sei que isso estava errado
    por favor querida não chore
    vamos apenas nos beijar e dizer adeus
    desde então vários meses se passaram
    eu sinto sua falta eu não posso mentir
    eu tenho vínculos e você também
    eu acho que isso era o que tinha que ser feito
    isso me machuca, eu não posso mentir
    talvez você precise, você precise de um outro rapaz
    compreenda me quanto eu tenta, tento, tento...
    vamos apenas nos beijar e dizer adeus
    eu vou sentir sua falta
    eu vou sentir sua falta, eu não posso mentir(eu vou sentir sua falta)
    compreenda me quanto eu tenta, tento, tento...
    vamos apenas nos beijar e dizer adeus(apenas dizer adeus)

    quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

    Linguagem e Língua -

    Linguagem

    Linguagem é a representação do pensamento por meio de sinais que permitem a comunicação e a interação entre as pessoas.
    -Linguagem verbal: é aquela que tem por unidade a palavra.
    -Linguagem não verbal: tem outros tipos de unidade, como gestos, o movimento, a imagem e etc.
    -Linguagem mista: como as histórias em quadrinhos, o cinema e a tv que utilizam a imagem e a palavra.

    Língua

    É o tipo de código formado por palavras e leis combinatórias por meio do qual as pessoas se comunicam e interagem entre si.

    Variedades lingüísticas:
    São as variações que uma língua apresenta, de acordo com as condições sociais, culturais, regionais e históricas em que é utilizada.
    -Norma culta: é a língua padrão, a variedade lingüística de maior prestígio social.
    -Norma popular: são todas as variedades lingüísticas diferentes da língua padrão.

    Dialetos:
    São variedades originadas das diferenças de região, de idade, de sexo, de classes ou de grupos sociais e da própria evolução histórica da língua (ex.: gíria)

    Intencionalidade discursiva: são as intenções, explícitas ou implícitas, existentes na linguagem dos interlocutores que participam de uma situação comunicativa.

    Conceituado:

    Texto: É uma unidade lingüística concreta, percebida pela audição (na fala) ou pela visão (na escrita), que tem unidade de sentido e intencionalidade comunicativa.

    Discurso: É a atividade comunicativa capaz de gerar sentido desenvolvido entre interlocutores. Além dos enunciados verbais, engloba outros elementos do processo comunicativo que também participam da construção do sentido do texto.

    Coesão textual são as articulações gramaticais existentes entre palavras, orações, frases, parágrafos e partes maiores de um texto que garantem sua conexão seqüencial.

    Coerência textual é o resultado da articulação das idéias de um texto ; é a estruturação lógica- semântica que faz com que numa situação discursiva palavras e frases

    Linguagem Verbal e Linguagem Não-Verbal

    O que é linguagem? É o uso da língua como forma de expressão e comunicação entre as pessoas. Agora, a linguagem não é somente um conjunto de palavras faladas ou escritas, mas também de gestos e imagens. Afinal, não nos comunicamos apenas pela fala ou escrita, não é verdade?

    Então, a linguagem pode ser verbalizada, e daí vem a analogia ao verbo. Você já tentou se pronunciar sem utilizar o verbo? Se não, tente, e verá que é impossível se ter algo fundamentado e coerente! Assim, a linguagem verbal é que se utiliza de palavras quando se fala ou quando se escreve.

    A linguagem pode ser não verbal, ao contrário da verbal, não se utiliza do vocábulo, das palavras para se comunicar. O objetivo, neste caso, não é de expor verbalmente o que se quer dizer ou o que se está pensando, mas se utilizar de outros meios comunicativos, como: placas, figuras, gestos, objetos, cores, ou seja, dos signos visuais.

    Vejamos: um texto narrativo, uma carta, o diálogo, uma entrevista, uma reportagem no jornal escrito ou televisionado, um bilhete? Linguagem verbal!

    Agora: o semáforo, o apito do juiz numa partida de futebol, o cartão vermelho, o cartão amarelo, uma dança, o aviso de “não fume” ou de “silêncio”, o bocejo, a identificação de “feminino” e “masculino” através de figuras na porta do banheiro, as placas de trânsito? Linguagem não verbal!

    A linguagem pode ser ainda verbal e não verbal ao mesmo tempo, como nos casos das charges, cartoons e anúncios publicitários.

    Observe alguns exemplos:

    Cartão vermelho – denúncia de falta grave no futebol.



    Charge do autor Tacho – exemplo de linguagem verbal (óxente, polo norte 2100) e não verbal (imagem: sol, cactus, pinguim).

    Placas de trânsito – à frente “proibido andar de bicicleta”, atrás “quebra-molas”.



    Símbolo que se coloca na porta para indicar “sanitário masculino”.



    Imagem indicativa de “silêncio”.



    Semáforo com sinal amarelo advertindo “atenção”.

    linguística

    A autora Eni Pulcinelli Orlandi em seu livro "O que é linguística" afirma que o ser humano necessita de conhecimentos para poder se estabelecer no mundo em que vive. É por isso que ela procura explicações para tudo que existe, um exemplo importante é a procura de explicações para a linguagem que o acompanha onde quer que ela esteja, isto é, ela é extremamente necessária para a convivência com os outros.

    O homem sempre está a procura de respostas que possam explicar a linguagem, pois ela o acompanha desde sempre, isto através da literatura, poesias, religião, lendas etc. Tudo isso mostra a curiosidade do homem pela linguagem.

    Para Eni, a linguística é completamente diferente da gramática tradicional, normativa, que estabelece regras de correção para o uso da linguagem verbal, oral ou escrita. Ela estuda a estrutura (como se forma, sua origem, sua decomposição) e a função (qual papel como elemento comum a uma coletividade de linguagem humana).

    Como a linguagem é uma abstração, a lingüística busca o estudo cientifico dessa linguagem, determinando normas que possibilitem o conhecimento no tempo e no espaço. Ela se preocupa com a faculdade humana de produzir signos orais e escritos de comunicação, também leva em conta principalmente a possibilidade de individuo pesquisar e buscar novos conhecimentos. Por esse motivo é que a língua portuguesa deve ser revista não como fator de exclusão, mas como um elo de interação entre os personagens que possuem um bem comum: uma mesma língua-mãe.

    Quando o ser humano fala ou escreve ele produz sinais que são chamados de signos. Esses signos é que une o homem com os demais, ou seja, com sua realidade social e natural;

    De acordo com Saussure a definição de signo é como uma união entre significante (imagem acústica) e significado (conceito), sendo o significante o suporte material do signo ou de uma expressão.

    Saussure também faz uma distinção importante que é a separação da língua e fala. Para ele língua é o conjunto de todas as regras que determinam o emprego de sons e relações sintáticas necessárias para a produção de significados, isto é, fato social, geral e visual, em contrapartida a fala é a execução da língua pelo individuo falante, ela depende do individuo e não da sistemática.

    Nesta distinção também há a que separa a sincronia da diacronia. A sincronia é o estado atual do sistema da língua, já a diacronia é a sucessão de diferentes estados da língua em evolução. Ele inclui a fala e a diacronia deixando somente os conceitos de língua, valor e sincronia.

    São traçadas pela escritora as funções da linguagem. Essas funções vão ser caracterizadas de acordo com o papel de cada um dos elementos do esquema de comunicação que é: emissor que transmite a mensagem ao receptor, canal que liga o emissor com o receptor e o código de comunicação que une todos estes elementos.

    Vamos recapitular as funções:

    Expressiva > Centrada no emissor

    Conotativa > Centrada no receptor

    Referencial > Centrada no objeto de comunicação

    Fática > Centrada no canal, ligação entre emissor e receptor.

    Poética > Centrada na mensagem

    Metalingüística > No código

    Quando nós falamos, colocamos em funcionamento todas essas funções, sendo que algumas podem apresentar mais que as outras, isso depende do contexto de cada uma.

    A autora também trata neste livro do objetivo da sociolingüística que é sistematizar a variação existente na linguagem. Ela julga que a mesma não é homogênea, mas é heterogênea e dinâmica.

    Podemos observar hoje que a linguagem esta sempre em mudança, inovando-se a cada dia conforma a atualidade. Como a sociolingüística mantém separado a lingüística e o social ela não produz inovações quando a análise propriamente lingüística.

    A linguagem não é só ordem e principio de classificação. Como o ser humano ela é feita também por suas ilusões e seus mistérios, e são essas ilusões e mistérios é que fascina.

    Conclusão

    Este livro "O que é lingüística" esclarece todas as duvidas que me acompanhava. Nele a autora traz muitas definições e exemplos do que é realmente lingüística.

    Esta leitura possibilitou o aprendizado e me incentivou ainda mais para se interar do assunto, procurando livros, pessoas mais informadas sobre o mesmo, enfim, tudo que pudesse suprir minhas necessidades e expectativas.

    Ele me auxiliou no aprendizado e me fez entender o que é lingüística, sua relação com as outras ciências, seus objetivos, sua divisão, a contribuição de Saussure para com ela, a diferença entre a lingüística e a gramática, finalmente tudo que se relaciona com ela.

    Evidentemente este trabalho foi muito bom, pois agora não só eu, mas com certeza todos os acadêmicos que o leram estão mais informados, ou seja, obterão com a leitura mais conhecimentos sobre esta disciplina.

    Espero que cada vez mais possamos nos interar sobre este assunto para alcançar mais instruções e experiências sobre o mesmo.

    Linguística

    A vida humana em sociedade não teria sido possível sem sistemas de signos que permitissem a comunicação. A ciência da lingüística começou a se desenvolver quando os homens começaram a fazer perguntas sobre a linguagem que embasava sua civilização.

    Lingüística é a ciência que estuda a linguagem. O termo foi empregado pela primeira vez em meados do século XIX, para distinguir as novas diretrizes para o estudo da linguagem, em contraposição ao enfoque filológico mais tradicional. A filologia ocupa-se, principalmente, da evolução histórica das línguas, tal como se manifestam nos textos escritos e no contexto literário e cultural associado. A lingüística tende a dar prioridade à língua falada e à maneira como ela se manifesta em determinada época.

    Apresenta ainda uma tendência maior à universalização e aspira à construção de uma teoria geral da estrutura da linguagem que abarque todos os seus aspectos. O desenvolvimento, ao longo dos séculos, de várias hipóteses sobre a formação, evolução e funcionamento da linguagem criou a base para as pesquisas lingüísticas atuais.
    Origem da lingüística. Antes do século XIX, quando a lingüística ainda não havia adquirido caráter científico, os estudos nessa área eram dominados por considerações empíricas sobre a própria condição da linguagem, que proliferaram em vários glossários e gramáticas cujo objetivo era explicar e conservar as formas lingüísticas conhecidas. No século V antes da era cristã, surgiu na Índia a primeira gramática destinada a preservar as antigas escrituras sagradas.

    Na Grécia antiga, as questões propostas em torno da naturalidade e arbitrariedade da linguagem -- ou seja, o que existe nela "por natureza" ou "por convenção" -- deram origem a duas escolas opostas: os analogistas sustentavam a regularidade básica da linguagem, devida à convenção, e os anomalistas consideravam que a linguagem era irregular, por refletir a própria irregularidade da natureza. As pesquisas sobre essas questões, que os gramáticos romanos se encarregariam, mais tarde, de continuar e transmitir, impulsionaram o progresso da gramática no Ocidente.

    A concepção da linguagem como um espelho em que se refletia a verdadeira imagem da realidade levou as gramáticas especulativas medievais a destacarem o aspecto semântico -- relativo ao significado -- da língua. A partir do século XV, a tradição gramatical greco-romana, que até então imperara, perdeu importância à medida que avançava o estudo das línguas vernáculas e exóticas.

    A gramática geral de Port-Royal, redigida por estudiosos franceses no século XVII, preparou a abordagem histórica da língua que caracterizou os estudos lingüísticos do século XVIII e abriu caminho ao comparativismo do século seguinte. Gramática comparada e lingüística histórica. A descoberta, no final do século XVIII, das afinidades "genealógicas" entre o sânscrito, o grego e o latim, atribuída comumente ao orientalista inglês Sir William Jones, deu lugar a um exaustivo estudo comparado dessas e de outras línguas. Tais pesquisas apresentaram os primeiros resultados positivos quando, em 1816, o lingüista alemão Franz Bopp publicou sua obra Über das Conjugations system der Sanskritsprache... (Sobre o sistema das conjugações em sânscrito...). Por meio da comparação metódica das conjugações do sânscrito, persa, grego, latim e alemão, Bopp concluiu que as afinidades fonéticas e morfológicas demonstravam a existência de um tronco hipotético ou língua comum anterior, o indo-europeu.
    Foram assim estabelecidos os alicerces da gramática comparada, que não tardaria a adquirir caráter científico graças ao trabalho de dois lingüistas: Rasmus Rask, na Dinamarca, e Jacob Grimm, na Alemanha.

    Ao primeiro se deve a elaboração de uma gramática geral e comparativa das línguas do mundo e o estabelecimento de uma série de correspondências fonéticas entre as palavras de significado igual ou semelhante. Grimm acrescentou a esses estudos uma perspectiva histórica, ao pesquisar as numerosas correspondências fonéticas entre as consoantes do latim, do grego, do sânscrito e do ramo germânico do indo-europeu. O resultado de sua pesquisa, conhecido como "lei de Grimm" ou "primeira mutação consonântica do germânico", representou um progresso notável nos estudos lingüísticos.
    A classificação das línguas, a evolução histórica de seus aspectos fonológicos, morfológicos e léxicos, os estudos sobre distribuição geográfica dos idiomas indo-europeus e a reconstrução da língua comum de que provinham definiram o contorno geral dos estudos lingüísticos que dominaram a segunda metade do século XIX. Na década de 1870, o movimento dos neogramáticos, cujos principais representantes foram os alemães August Leskien e Hermann Paul, marcou um dos períodos mais significativos da lingüística histórica por conferir à disciplina um caráter mais científico e preciso.

    Com base nas teorias evolucionistas de Charles Darwin e na compreensão da língua como um organismo vivo, que nasce, se desenvolve e morre, os neogramáticos atribuíram à evolução histórica das línguas a determinadas leis fonéticas, regulares e imutáveis, a partir das quais seria possível reconstruir as formas originais de que haviam surgido. Apesar das evidentes limitações desse enfoque fonético, o método e as técnicas dos neogramáticos muito influenciaram os lingüistas posteriores.
    Nas correntes lingüísticas surgidas durante a primeira metade do século XX, foram também importantes as teorias desenvolvidas um século antes pelo alemão Wilhelm Von Humboldt, para quem a língua, organismo vivo e manifestação do espírito humano, era uma atividade e não um ato. Com sua concepção estruturalista da língua como um conjunto orgânico composto por uma forma externa (os sons), estruturada e dotada de sentido por uma forma interna, peculiar a cada língua, Humboldt foi o precursor do estruturalismo lingüístico de Ferdinand de Saussure.
    Século XX.

    Com o progresso do método comparativista, os estudos lingüísticos do século XX adotaram uma nova orientação e uma nova atitude com relação ao enfoque e ao objeto de estudo da lingüística. Ao invés de se concentrar na descrição histórica da língua, como queriam os gramáticos comparativistas, a lingüística daria maior ênfase ao estudo da linguagem em si mesma e a seu caráter sociocultural.
    Durante a primeira metade do século XX, as novas orientações lingüísticas estiveram representadas fundamentalmente pelo estruturalismo, cujos expoentes foram Ferdinand de Saussure, na Europa, e Leonard Bloomfield, nos Estados Unidos.
    Estruturalismo europeu. Considera-se em geral o suíço Ferdinand de Saussure o fundador do estruturalismo lingüístico na Europa, embora suas teorias não tenham sido assim definidas explicitamente. As principais idéias de Saussure, reunidas por seus discípulos Charles Bally e Albert Séchehaye e publicadas postumamente sob o título Cours de linguistique générale (1916; Curso de lingüística geral), tiveram forte influência nos estudos lingüísticos da primeira metade do século XX.

    O estruturalismo, conforme exposto na obra de Saussure, baseia-se na convicção de que a linguagem é um sistema abstrato de relações diferenciais entre todas as suas partes. Esse sistema se apresenta subjacente aos fatos lingüísticos concretos e constitui o principal objeto de estudo do lingüista.
    Para fundamentar suas afirmações, Saussure estabeleceu uma série de definições e distinções sobre a natureza da linguagem, que se podem resumir nos seguintes pontos: (1) a diferenciação entre langue (língua), sistema de signos presente na consciência de todos os membros de uma determinada comunidade lingüística, e parole (discurso), realização concreta e individual da língua num determinado momento e lugar por cada um dos membros da comunidade; (2) a consideração do signo lingüístico, elemento essencial na comunidade humana, como a combinação de um significante (ou expressão) e um significado (conteúdo), cuja relação arbitrária se define em termos sintagmáticos (entre os elementos que se combinam na seqüência do discurso) ou paradigmáticos (entre os elementos capazes de aparecer no mesmo contexto); e (3) a distinção entre o estudo sincrônico da língua, ou seja, a descrição do estado estrutural da língua em um dado momento, e o estudo diacrônico, descrição da evolução histórica da língua, que leva em conta os diferentes estágios sincrônicos.

    Saussure considerou prioritário o estudo sincrônico, que permite revelar a estrutura essencial da linguagem: "A língua é um sistema em que todas as partes podem e devem ser consideradas em sua solidariedade sincrônica."
    Os lingüistas encontraram nas idéias renovadoras de Saussure o ponto de partida para desenvolver novos métodos e teorias. Foi o caso da chamada escola de Praga, surgida em 1926 e formada, entre outros, pelos lingüistas de origem russa Nikolai Trubetskoi, Serguei Karcevski e Roman Jakobson. No I Congresso Internacional de Lingüistas, realizado em Haia, em 1928, os integrantes da escola de Praga assinalaram a importância da fonologia no sistema da língua.
    Sobre a base das distinções realizadas por Saussure entre língua e discurso, sincronia e diacronia, os lingüistas da escola de Praga proclamaram a necessidade de se fazer distinção entre fonologia e fonética, dois termos usados até então para definir a ciência dos sons. Segundo eles, a fonologia estuda as funções lingüísticas dos sons, os fonemas, enquanto a fonética se preocupa com a produção e as características dos sons da fala.

    À escola de Praga deveu-se também a definição de fonema como a unidade mínima do significante que está no plano da língua, assim como o conceito de traços pertinentes, distintivos ou funcionais dos fonemas.
    Os lingüistas escandinavos Viggo Brøndal e Louis Hjelmslev, criadores da teoria da linguagem conhecida como glossemática, foram os principais representantes do Círculo Lingüístico de Copenhague, fundado em 1931, e que também se inspirou nos conceitos de língua, discurso, sincronia e estrutura de Saussure. Coube a Hjelmslev criar uma das mais conhecidas e precisas definições da lingüística estrutural: "conjunto de pesquisas baseadas na hipótese de que é cientificamente legítimo descrever uma língua como, essencialmente, uma unidade autônoma de dependências internas ou, numa só palavra, uma estrutura".
    Estruturalismo americano. O surgimento do estruturalismo nos Estados Unidos foi condicionado pela análise descritiva das centenas de línguas ameríndias no final do século XIX. A necessidade de buscar princípios metodológicos apropriados para a análise dessas línguas, em grande parte desconhecidas e ágrafas (não escritas), resultou num enfoque antropológico e etnológico desses estudos.

    Os pesquisadores pretendiam reconstruir as civilizações primitivas, cujas estruturas lingüísticas consideravam indissociáveis do contexto social e cultural em que se haviam originado. Nesse sentido destacaram-se os trabalhos de Franz Boas e de seu discípulo Edward Sapir, que em Language (1921; Linguagem) ressaltou, como fizera Saussure, o caráter da linguagem como modelo geral e preparou o caminho da lingüística estrutural americana, cujo principal representante seria Leonard Bloomfield.
    Em 1933, a publicação de um livro de Bloomfield, Language, marcou o início de uma nova era na lingüística e influiu nos trabalhos da escola distribucionalista (também denominada neobloomfieldiana) surgida depois dele. Para obter o máximo rigor científico no estudo da linguagem, Bloomfield adotou um enfoque behaviorista em sua análise lingüística e definiu a linguagem em termos de respostas a estímulos. O autor excluiu de suas considerações, quase completamente, alusões à significação ou à semântica.

    O estruturalismo de Bloomfield era eminentemente analítico e descritivo e centrava-se no estudo da morfologia e da sintaxe: ao partir da frase como unidade máxima analisável, empregava métodos de redução que permitiam decompô-la em seus elementos constituintes imediatos, até chegar ao morfema, unidade mínima indivisível. Esse método de análise foi o principal objeto de pesquisa dos neobloomfieldianos ou distribucionalistas, os mais importantes dos quais foram Bernard Bloch, George L. Trager, Robert Anderson Hall e, especialmente, Zellig S. Harris, autor de um livro fundamental no estruturalismo americano, Methods in Structural Linguistics (1951; Métodos da lingüística estrutural).
    Gramática gerativo-transformacional. A publicação de Syntactic Structures (1957; Estruturas sintáticas), do americano Noam Chomsky, deu nova orientação aos estudos lingüísticos modernos. Chomsky reagia contra as hipóteses teóricas do distribucionalismo (fora discípulo de Zellig S. Harris) e expunha o que deveria ser, em sua opinião, o objetivo da lingüística: a formulação de uma gramática que, por meio de um número finito de regras, fosse capaz de gerar todas as frases de um idioma, do mesmo modo que um falante pode formar um número infinito de frases em sua língua, mesmo quando nunca as tenha ouvido ou pronunciado.

    Tais regras, afirmou Chomsky, não são leis da natureza. Foram "construídas pela mente durante a aquisição do conhecimento" e podem ser consideradas "princípios universais da linguagem". A tese representou uma negação frontal do behaviorismo.
    Cabia ao lingüista a tarefa de construir essa gramática, a partir do que Chomsky denominou "competência" (o conhecimento que o falante possui de sua língua e que lhe permite gerar e compreender mensagens) e não do "desempenho" (o emprego concreto que o falante faz de sua língua). A regras gramaticais que permitissem gerar orações inteligíveis num idioma seria denominada gramática gerativa.
    Em suas formulações sobre essa gramática, Chomsky distinguiu três componentes: o sintático, com função geradora; o fonológico, a imagem acústica da estrutura elaborada pelo componente sintático; e o semântico, que interpreta essa imagem. Em oposição à gramática estruturalista dos distribucionalistas, que se baseava na análise dos constituintes imediatos, Chomsky analisou as estruturas das orações em dois níveis, o profundo e o superficial, para indicar as transformações produzidas ao se passar de um nível para outro e as regras que regem as transformações.

    Esses conceitos explicam a razão do termo gramática gerativo-transformacional e fundamentaram grande parte dos estudos lingüísticos realizados depois de Chomsky.
    Segundo a teoria gerativo-transformacional, todas as línguas possuem uma estrutura superficial ou aparente, que representa a forma em que aparece a oração, e outra estrutura profunda ou latente, que encerra o conteúdo semântico da oração e forma o corpus gramatical básico que o falante de uma língua possui. Por meio de uma quantidade limitada de regras de transformação, o falante pode criar um número infinito de orações superficiais. O componente fonológico, ou seja, a imagem acústica das estruturas elaboradas pelo componente sintático, é dado por uma série de segmentos -- denominados morfofonemas por alguns lingüistas -- com traços distintivos que indicam como devem ser representadas, na estrutura superficial, as orações geradas pela sintaxe.
    De maneira semelhante, o componente semântico fornece o significado às orações da estrutura superficial pela substituição ou inserção léxica de palavras e morfemas (unidades significativas) durante o processo de transformação da estrutura profunda na superficial.

    Essa consideração do componente semântico, que respondia à diferenciação entre sintaxe e semântica das primeiras formulações da gramática gerativa, foi um dos pontos mais conflituosos para teorias gerativas posteriores, que consideravam inexistente essa diferenciação.
    Psicolingüística e sociolingüística. A teoria gerativa de Chomsky abriu caminho para uma renovação radical da lingüística e para sua aplicação a diversas disciplinas do saber humano, como a psicologia ou a sociologia. Um dos principais campos de aplicação da gramática gerativo-transformacional, sobretudo no que diz respeito à dicotomia competência-desempenho, foi à psicolingüística, termo surgido na década de 1940 e definido como o estudo de fatos da linguagem considerados sob seus aspectos psicológicos, fundamentalmente no que se refere à aquisição da linguagem, à percepção da fala e aos distúrbios patológicos, como por exemplo a afasia (perda da fala).
    O caráter e função social da linguagem, suas repercussões no comportamento do indivíduo e os condicionamentos sociais (diferenças de classe, sexo, educação, idade e ocupação) que determinam as variações lingüísticas dentro de uma língua representam os objetivos principais da sociolingüística.

    Em oposição às teorias sociolingüísticas, segundo as quais a língua é ao mesmo tempo causa e efeito das concepções sobre a realidade e o mundo de uma comunidade de falantes (hipótese do americano Benjamin Lee Whorf) ou resultado de estruturas sociais determinadas (teoria do georgiano Nikolai Y. Marr), as pesquisas do americano William Labov tentaram explicar as variações lingüísticas de uma determinada língua por meio de uma redefinição do conceito chomskiano de competência. Labov entendia a competência como o conjunto de regras de conteúdo sociológico -- diferentes níveis e registros de língua -- que, uma vez conhecidas pelo falante, podem ser empregadas de acordo com o contexto social ou a situação.
    Outras teorias.

    Embora a influência do trabalho de Chomsky tenha levado praticamente todas as escolas lingüísticas a definirem suas posições com relação às teorias do lingüista americano, continuaram a surgir enfoques radicalmente opostos. A gramática estratificacional, desenvolvida pelo americano Sidney Lamb, reelaborou elementos do estruturalismo de Bloomfield ao definir a estrutura lingüística como uma teia de relações, mais do que como um sistema de regras; as unidades lingüísticas seriam apenas pontos, ou posições, nessa teia. O distribucionalismo e a escola de Praga inspiraram também tendências como à análise tagmêmica (que considera que a posição dos elementos define a gramática de uma língua) ou a chamada gramática de casos.
    A lingüística representa hoje um campo aberto e em contínua renovação, cujos estudos, a partir de perspectivas diferentes, contribuem para a construção de modelos cada vez mais amplos que considerem os elementos constituintes do fenômeno lingüístico.

    Variações linguísticas

    Os anciãos estavam a dialogar no recinto.
    Os idosos estavam debatendo no local.
    Os velhos conversavam no tal lugar.
    Os coroa tavam batendo um papo na baia.

    Verbos no infinitivo e pronomes átonos: dica básica de acentuação

    Uma dica de escrita básica, mas que sempre me deixava na dúvida.

    Quando temos um verbo no infinitivo, e precisamos empregá-lo com um pronome átono (ou pronome pessoal do caso oblíquo), obtendo formas como usá-lo (verbo usar + pronome o), entretê-la (verbo entreter + pronome a), segui-lo (verbo seguir + pronome o) e pô-la (verbo pôr + pronome a) é preciso acentuar a palavra que vem antes do hífen?

    A resposta é: quase sempre.

    Verbos terminados em ar, er e or, sempre tornam-se formas acentuadas. A única exceção é para os verbos terminados em ir, que só levam acento quando o “i” final for um hiato.

    Por isso, encontrá-lo, recebê-la e instruí-la são acentuados, mas imprimi-lo fica sem acento.

    Divisões da Linguística

    1. Considerando o foco da análise:

    Linguística Descritiva (ou sincrônica): Fala de uma língua, descrevendo-a simultaneamente no tempo, analisa as relações existentes entre os fatos linguísticos em um estado da língua, além de fornecer dados que confirmam ou não as hipóteses. Modernamente, ela cede lugar à Linguística Teórica, que constrói modelos teóricos, mais do que descreve;
    Linguística História (ou diacrônica): Analisa as mudanças que a língua sofre através dos tempos, preocupando-se, principalmente, com as transformações ocorridas;
    Linguística Teórica: Procura estudar questões sobre como as pessoas, usando suas linguagens, conseguem comunicar-se; quais propriedades todas as linguagens têm em comum; qual conhecimento uma pessoa deve possuir para ser capaz de usar uma linguagem e como a habilidade linguística é adquirida pelas crianças;
    Linguística Aplicada: Utiliza conhecimentos da linguística para solucionar problemas, geralmente referentes ao ensino de línguas, à tradução ou aos distúrbios de linguagem.
    Linguística Geral: Engloba todas as áreas, sem um detalhamento profundo. Fornece modelos e conceitos que fundamentarão a análise das línguas.
    2. Considerando o que constitui a língua:

    Fonologia: Estuda os menores segmentos que formam a língua, isto é, os fonemas;
    Morfologia: Estuda as classes de palavras, suas flexões, estrutura e formação;
    Sintaxe: Estuda as funções das palavras nas frases;
    Semântica: Estuda os sentidos das frases e das palavras que a integram;
    3. Considerando suas conexões com outros domínios:

    Psicolinguística: Estuda a relação entre a linguagem e a mente;
    Sociolinguística: Estuda a relação entre a linguagem e a sociedade;
    Etnolinguística: Estuda a relação entre a linguagem e a cultura (cultura não no sentido de erudição ou conhecimento livreiro, mas sim como as tradições de um povo, esta cultura que todos possuem.)

    O que é linguística?

    Linguística é a ciência que estuda a linguagem verbal humana. Como toda a ciência, ela baseia-se em observações conduzidas através de métodos, com fundamentação em uma teoria.

    Portanto, a função de um linguista é estudar toda e qualquer manifestação linguística como um fato merecedor de descrição e explicação dentro de um quadro científico adequado.

    Para um linguista é muito mais interessante uma passagem do tipo:

    Cumé qui é?
    a outra:

    Como é que é?
    pois as variações linguísticas e seus motivos socio-culturais são, cientificamente, muito mais relevantes do que a norma padrão da língua, isto é, o jeito “correto” de falar.

    O linguista quer descobrir como a língua funciona, estudando várias dessas línguas, de forma empírica (através de dados baseados na experiência), dando preferência às variações populares faladas em diversas comunidades.

    segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

    NÃO DEIXE O AMOR PASSAR

    olá!!! Bem vindo !!!Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.
    Se os olhares se cruzarem e, neste momento,houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.
    Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
    Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.

    Por isso, preste atenção nos sinais - não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.
    Carlos Drummond de Andrade

    sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

    Pássaro de Fogo Paula Fernandes

    Vai se entregar pra mim
    Como a primeira vez
    Vai delirar de amor
    Sentir o meu calor
    Vai me pertencer

    Sou pássaro de fogo
    Que canta ao teu ouvido
    Vou ganhar esse jogo,
    Te amando feito um louco
    Quero teu amor bandido

    Minha alma viajante, coração independente
    Por você corre perigo
    To afim dos teus segredos
    De tirar o teu sossego
    Ser bem mais que um amigo

    Não diga que não
    Não negue a você
    Um novo amor
    Uma nova paixão

    Diz pra mim...

    Longe do chão
    Serei os seus pés
    Nas asas do sonho rumo ao teu coração
    Permita sentir
    Se entrega pra mim
    Cavalguei meu corpo a minha eterna paixão...

    Vai se entregar pra mim
    Como a primeira vez
    Vai delirar de amor
    Sentir o meu calor
    Vai me pertencer

    Sou pássaro de fogo
    Que canta ao teu ouvido
    Vou ganhar esse jogo,
    Te amando feito um louco
    Quero teu amor bandido

    Minha alma viajante, coração independente
    Por você corre perigo
    To afim dos teus segredos
    De tirar o teu sossego
    Ser bem mais que um amigo

    Não diga que não
    Não negue a você
    Um novo amor
    Uma nova paixão

    Diz pra mim...

    Longe do chão
    Serei os seus pés
    Nas asas do sonho rumo ao teu coração
    E mi faz sentir
    Se entrega pra mim
    Cavalguei meu corpo a minha eterna paixão...

    Longe do chão
    Serei os seus pés
    Nas asas do sonho rumo ao teu coração
    E mi faz sentir
    Se entrega pra mim
    Cavalguei meu corpo a minha eterna paixão...

    Catedral Zélia Duncan

    O deserto que atravessei
    Ninguém me viu passar
    Estranha e só
    Nem pude ver que o céu é maior

    Tentei dizer
    Mas vi você
    Tão longe de chegar
    Mais perto de algum lugar

    É deserto onde eu te encontrei
    Você me viu passar
    Correndo só
    Nem pude ver que o tempo é maior

    Olhei pra mim
    Me vi assim
    Tão perto de chegar
    Onde você não está

    No silêncio uma catedral
    Um templo em mim
    Onde eu possa ser imortal
    Mas vai existir
    Eu sei, vai ter que existir
    Vai resistir nosso lugar

    Solidão, quem pode evitar?
    Te encontro enfim
    Meu coração é secular
    Sonha e desagua dentro de mim
    Amanhã, devagar
    Me diz como voltar

    É deserto onde eu te encontrei
    Você me viu passar
    Correndo só
    Nem pude ver que o tempo é maior

    Olhei pra mim
    Me vi assim
    Tão perto de chegar
    Onde você não está

    No silêncio uma Catedral
    Um templo em mim
    Onde eu possa ser imortal
    Mas vai existir
    Eu sei, vai ter que existir
    Vai resistir nosso lugar

    Solidão, quem pode evitar ?
    Te encontro enfim
    Meu coração é secular
    Sonha e deságua dentro de mim
    Amanhã, devagar
    Me diz como voltar

    Se eu disser que foi por amor
    Não vou mentir pra mim
    Se eu disser deixa pra depois
    Não foi sempre assim

    Tentei dizer
    Mas vi você
    Tão longe de chegar
    Mais perto de algum lugar

    TIM MAIA e GAL COSTA - UM DIA DE DOMINGO

    Eu preciso ti falar
    Te encontrar de qualquer jeito
    Pra sentar e conversar
    Depois andar de encontro ao vento
    Eu preciso respirar,O mesmo ar que te rodeia
    E na pele quero ter,O mesmo sol que te bronzeia
    Eu preciso te tocar,E outra vez te ver sorrindo
    E voltar num sonho lindo
    Já não dá mais pra viver
    Um sentimento sem sentido
    Eu preciso descobrir, A emoção de estar contigo,
    Ver o sol amanhecer, E ver a vida acontecer,
    Como um dia de domingo

    Faz de conta que ainda é cedo
    Tudo vai ficar por conta da emoção
    Faz de conta que ainda é cedo
    E deixar falar a voz do coração

    Eu preciso ti falar
    Te encontrar de qualquer jeito
    Pra sentar e conversar
    Depois andar de encontro ao vento
    Eu preciso respirar,O mesmo ar que te rodeia
    E na pele quero ter,O mesmo sol que te bronzeia
    Eu preciso te tocar,E outra vez te ver sorrindo
    E voltar num sonho lindo
    Já não dá mais pra viver
    Um sentimento sem sentido
    Eu preciso descobrir, A emoção de estar contigo,
    Ver o sol amanhecer, E ver a vida acontecer,
    Como um dia de domingo

    Faz de conta que ainda é cedo
    Tudo vai ficar por conta da emoção
    Faz de conta que ainda é cedo
    E deixar falar a voz do coração

    Faz de conta que ainda é cedo
    Tudo vai ficar por conta da emoção
    Faz de conta que ainda é cedo
    E deixar falar a voz do coração

    Solidão Sandra de Sá

    Solidão,
    dá um tempo e vá saindo,
    de repente eu tô sentindo,
    que você vai se dar mal.

    Solidão,
    meu amor está voltando,
    daqui a pouco está chegando,
    me abraçando todo meu,
    meu, meu...

    A solidão é nada
    você vem na hora errada
    em que eu não te quero aqui

    Que solidão que nada,
    eu preciso é ser amada,
    eu preciso é ser feliz

    Solidão,
    ele disse que me ama,
    se amarrou em mim na cama
    me levou até o céu,
    céu...

    A dois passos do paraíso Planta e Raiz

    Longe de casa
    Há mais de uma semana
    Há milhas e milhas distante
    Do meu amor...

    Será que ela está me esperando?
    Fico aqui sonhando
    Não vôo alto
    Chego perto do céu...

    E é quando eu saio a noite
    Uh! Uh! Uh!
    Vou andando sozinho
    Hié! Hié! Hié! Hié!...

    Mas eu não entro
    Em qualquer barra
    Uh! Uh! Uh!
    Só sigo o meu caminho
    Hié! Hié! Hié! Hié!
    De repente rola uma canção
    Ela me faz lembrar você
    Eu fico louco de emoção
    Já eu não sei o que vou fazer...

    Estou A Dois Passos do Paraíso!
    Estou A Dois Passos do Paraíso!
    Estou A Dois Passos do Paraíso!
    Não sei porque
    Que eu fui dizer
    Bye! Bye!
    Uh! Hiê!
    Não sei porque
    Que eu fui dizer
    Bye! Bye!...

    Longe de casa
    Há mais de uma semana
    Há milhas e milhas distante
    Do meu amor...

    Será que ela está me esperando?
    Eu fico aqui sonhando
    Não vôo alto
    Chego perto do céu...

    É quando saio a noite
    Uh! Uh! Uh!
    Vou andando sozinho
    Hié! Hié! Hié!
    Mas não entro
    Em qualquer barra
    Uh! Uh! Uh!
    Só sigo o meu caminho
    Hié! Hié! Hié! Hié!...

    De repente rola uma canção
    É o que me faz lembrar você
    Eu fico louco de emoção
    Já eu não sei o que vou fazer...

    Estou A Dois Passos do Paraíso!
    (Não sei se vou voltar!)
    Estou A Dois Passos do Paraíso!
    (Talvez eu volte, ou fique por lá)
    Estou A Dois Passos Do paraíso!...

    Não sei porque
    Que eu fui dizer
    Bye! Bye! Uh! Oh!...

    Não sei porque
    Que eu fui dizer
    Bye Bye Bye Bye Bye
    Bye Bye Bye Bye Bye...(2x)

    O Amor e o Poder Rosana

    olá!!! Bem vindo !!!música na sombra,
    o ritmo no ar
    Um animal que ronda
    no véu do luar
    Eu saio dos seus olhos
    eu rolo pelo chão
    Feito um amor que queima
    magia negra
    Sedução

    Como uma deusa
    você me mantém
    E as coisas que você me diz
    Me levam além

    Aqui nesse lugar
    Não há rainha ou rei
    Há uma mulher e um homem
    Trocando sonhos fora da lei

    Como uma deusa
    você me mantém
    E as coisas que você me diz
    Me levam além
    Tão perto das lendas,
    tão longe do fim
    A fim de dividir
    no fundo do prazer
    o amor e o poder

    A música na sombra
    o ritmo no ar
    um animal que ronda
    no véu do luar

    Tão perto das lendas,
    tão longe do fim
    A fim de dividir
    no fundo do prazer
    o amor e o poder

    Como uma deusa
    (me leva amor)
    você me mantém
    (longe do fim)
    E as coisas que você me diz
    Me levam além
    Tão perto das lendas,
    (me leva amor)
    tão longe do fim
    (longe do fim)
    A fim de dividir
    no fundo do prazer
    o amor e o poder

    quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

    Você sabe porque os gatos caem em pé?

    Isso ocorre porque a transmissão das mensagens nervosas entre os olhos, os ouvidos, os músculos e as articulações do gato ocorre tão rapidamente que faz com que o animal tenha um grande equilíbrio. Porém, para que ele caia em pé, é necessário que a queda lhe dê tempo suficiente para retomar o equilíbrio.

    Quando o gato cai, os olhos e os ouvidos enviam ao cérebro uma mensagem sobre a posição da cabeça em relação ao solo. O cérebro responde com comandos para os músculos, que corrigem a postura da cabeça e alinham o corpo do animal. "Isso tudo acontece em frações de segundo e o gato chega ao solo com as patas para baixo, pronto para absorver o impacto", disse a veterinária Márcia Lima de Oliveira.

    Segundo a veterinária, a elasticidade dos ossos dos gatos é apenas 1/10 menor do que a da borracha. Por isso, se um gato cair do 10º andar de um prédio, tem 90% de chance de sobreviver. Nos humanos, essa taxa cai para 10%.

    quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

    Espelhos D'Agua Patricia Marx

    hum
    seus olhos são espelhos d'agua
    brilhando você
    pra qualquer um
    hum
    por onde esse amor andava
    que não quis você
    de jeito algum
    hum
    que vontade de ter você
    que vontade de perguntar
    se ainda é cedo
    hum
    que vontade de merecer
    um cantinho do seu olhar
    mas tenho medo

    Amor Virtual Sampa Crew

    Huuuuum!
    Meu amor virtual!

    Como é que eu pude assim
    Gostar de alguém
    Que só vejo de longe
    E nunca beijei
    Foi como uma luz
    Forte atração
    Foi como ver o sol
    Em plena escuridão...

    Me deixa ver você
    Liga o computador
    Me diz onde te encontrar
    Que eu já vou
    Me deixa ver você
    Dançar de novo pra mim
    Vem cá
    Quero te conhecer..

    Deixa eu beijar você
    Deixa eu abraçar você
    Meu amor virtual!
    (só você)
    Quero sentir teu prazer
    De um jeito natural
    Meu amor virtual!
    Hiê Hiê! Ooooh!

    -"Abra sua cam
    E o seu coração
    E mostre todo o seu
    Poder de sedução
    Só te conheço assim
    Pelo computador
    Me apaixonei agora
    Vivo essa dor
    Queria te tocar
    Te acariciar
    Chega de dizer
    Quero conversar
    Quem sabe te convencer
    Ao dizer
    Que não é virtual
    O que eu sinto por você"

    O mundo hoje em dia
    Até que tá legal
    Cyberneticamente
    Tudo natural
    Mais namorar assim
    Sem poder te tocar
    Aí já é querer demais
    Não dá prá aguentar...

    Me deixa ver você
    Liga o computador
    Me diz onde te encontrar
    Que eu já vou
    Me deixa ver você
    Dançar de novo pra mim
    Vem cá
    Quero te conhecer...

    Deixa eu beijar você
    Deixa eu abraçar você
    (só você)
    Meu amor virtual!
    Quero sentir teu prazer
    De um jeito natural
    Meu amor virtual!
    Hiê Hiê! Ooooh!

    -"Essa história de amor
    Pelo computador
    Que era de prazer
    Hoje é de dor
    Posso sentir o perfume
    De sua pele
    Cada vez que pela cam
    Você se mexe
    Dançando e exibindo
    Toda sensualidade
    Até parece
    Que te tenho de verdade
    Me manda um e-mail
    Vem, faz um contato
    Me faz sentir
    Que realmente sou amado"

    Deixa eu abraçar você
    Deixa eu beijar você
    (só você)
    Meu amor virtual
    Quero sentir teu prazer
    De um jeito natural
    Meu amor virtual!
    Meu amor virtual!
    Meu amor virtual!
    Meu amor virtual!!!!

    Azul da Cor do Mar Sampa Crew

    u, u , u ,u

    Ah!
    Se o mundo inteiro me pudesse ouvir
    Tenho muito pra contar
    Dizer que aprendi
    E na vida a gente tem que entender
    Que eu nasci pra sofrer
    Enquanto o outro ri

    U, u, u, u, u

    Mas, quem sofre sempre tem que procurar
    Pelo menos vir à achar razão para viver
    E ter na vida algum motivo pra sonhar
    Ter um sonho todo azul,
    Azul da cor do mar

    (NARRAÇÃO)
    Eu sempre disse que você poderia contar
    Com meu ombro amigo pra te ajudar
    A vida ensina em também guardar segredos
    Mas só os desvenda quem nunca tem medo de levantar e gritar bem alto: Vou começar de novo
    Deixe o azul do mar invadir todo seu corpo
    Me dê a sua mão e respire bem fundo
    Vamos seguir sem rumo e abraçar o mundo

    Mas, quem sofre sempre tem que procurar
    Pelo menos vir à achar razão para viver
    E ter na vida algum motivo pra sonhar
    Ter um sonho todo azul
    Azul da cor do mar

    Uma história de amor Sampa Crew

    Deixa eu lembrar de você
    Da maneira que eu sei lembrar
    Não tente mais me convencer
    Nosso amor não foi tão vulgar...

    Nunca esperei de você
    Nem mesmo podia esperar
    Que você pudesse entender
    Tudo que eu queria te dar...

    Oooooh!
    Um Bye, Bye! Um Tchau!
    É ponto final
    Mas quem sabe um dia
    Frente a frente
    A gente ainda vai
    Se encontrar...

    Uma história de amor
    Não acaba assim
    Se não foi bom prá você
    Foi tão bom prá mim...

    Uma história de amor
    Não tem sim nem não
    E nem se pode explicar
    Numa simples canção...

    "Uma história de amor
    Não tem que ser assim
    Um final tão infeliz
    Começo, meio
    E no fim outra vez
    Estou assim, sozinho a sofrer
    Não fiz por merecer
    Só queria ter você
    Mostrar que sou capaz
    De te fazer feliz
    Não sei se foi você
    Ou o destino que não quis
    Não vou desanimar
    Não vou desistir, não
    De um dia ter a chave
    Do teu coração"

    Nunca esperei de você
    Nem mesmo podia esperar
    Que você pudesse entender
    Tudo que eu queria te dar...

    O meu coração quer saber
    Porque a gente sonha demais
    Se ontem foi romance e prazer
    Hoje amanheceu tão fulgaz...

    Um Bye! Bye! Um Tchau!
    É ponto final
    Mas quem sabe um dia
    Frente a frente
    A gente ainda vai
    Se encontrar...

    Uma história de amor
    Não acaba assim
    Se não foi bom prá você
    Foi tão bom prá mim
    Uma história de amor
    Não tem sim nem não
    E nem se pode explicar
    Numa simples canção...(3x)

    Eterno Amor Sampa Crew

    "oculto em minha alma
    Há tempos trancado
    Um grande sentimento
    Por ti foi libertado
    Coincidência ou não
    Nesse exato momento
    A folha brinca no vento
    Você no meu pensamento
    Seu corpo ardente
    Misturado ao meu
    Seguimos incansáveis
    Rumo ao apogeu
    Nesse momento
    Tudo é perfeito
    Não existe nada
    Que nos cause medo"

    Você nasceu pra mim
    Eu nasci pra você
    Eterno amor é sempre assim
    Que deve ser
    Uh! Uh! Êh! Êh!...

    "Tudo em você se encaixa
    Perfeitamente em mim
    Sua boca, sua pele
    Seu jeito, tudo enfim
    Me perdoa!
    Sem licença invadir seu camarim
    Você é a minha estrela
    És minha cena, és tudo enfim
    Minhas mãos percorrem soltas
    As estradas do teu corpo
    Demonstrando estarem aflitas
    A procura de socorro
    Os meus olhos navegam
    Numa busca delirante
    No teu corpo, um oceano lindo
    Deslumbrante"

    Você nasceu pra mim
    Eu nasci pra você
    Eterno amor é sempre assim
    Que deve ser
    Uh! Uh! Êh! Êh!...

    "Por dentro e por fora
    Você é muito brilhante
    Inspirado em você
    Foi criado o diamante
    Seus carinhos me alucinam
    Em você até me perco
    Me acho em sua boca
    E o amor se faz perfeito
    Eu pareço um poeta
    Poeta não sou
    Sou um homem embriagado
    Por seus goles de amor
    Eu me fiz uma abelha
    E fui buscar numa linda flor
    As mais belas palavras
    Desses versos de amor"

    Você nasceu pra mim
    Eu nasci pra você
    Eterno amor é sempre assim
    Que deve ser
    Uh! Uh! Uh! Uh!...

    "Tudo que quero é te amar
    Te amar com perfeição
    Te amar é meu destino
    A minha missão
    Estando com você
    Eu me sinto bem
    Pra você eu não dou 10
    Eu dou nota 100
    Vendo você eu
    Acredito no eterno amor
    Sempre estarei com você
    Aonde for
    E que seja sempre assim
    Pura magia
    Eu serei sempre seu
    Você sempre minha"

    Você nasceu pra mim
    Eu nasci pra você
    Eterno amor é sempre assim
    Que deve ser...(2x)

    Uh! Uh! Uh! Uh!
    Êh! Êh! Êh!...

    A Carta Sampa Crew

    Amor escrevo essa carta e me abro
    Espero que leia e entenda o meu lado
    É que venho sofrendo a tanto tempo que nem
    Sei por onde começar a explicar hó meu bem
    Quando me olhar tente entender
    Não tenha pena de mim pelo que vem a saber
    Não posso mais suportar por isso devo dizer
    Garota eu amo você

    Amo você, me dê uma chance de poder provar
    Amo você, eu quero acordar ao teu lado e sonhar (2x)

    Você é como a luz que desnuda as trevas
    É a paz que habita no momento da guerra
    E não há nesse mundo beleza maior
    Sem você meu amor pra sempre estarei só
    A poesia se confunde com a realidade
    Pois tudo que te escrevo é a pura verdade
    É o modo que tenho pra poder te dizer
    Garota Eu Amo Você.

    Amo você, me dê uma chance de poder provar
    Amo você, eu quero acordar ao teu lado e sonhar (3x)

    Me de uma chance,
    Te amo tanto
    Só uma chance
    Eu amo você

    Amo você, me dê uma chance de poder provar
    Amo você, eu quero acordar ao teu lado e sonhar (3x)

    Ninguém Sampa Crew

    o seu cheiro, amo seu jeito
    Eu amo os carinhos baby que você me faz
    A cada segundo te sinto cada vez mais
    Te quero bem perto vem me traz a tua paz
    Mas se você não está aqui? ...Ninguém
    Quem vai me fazer sorrir? ...Ninguém
    Quem vai me fazer sonhar? ...Ninguém
    Ninguém baby Ninguém
    Mas se você não está aqui? ...Ninguém
    Quem eu vou querer beijar? ...Ninguém
    Quem vai me fazer tão bem? ...Ninguém
    Ninguém baby Ninguém
    Por toda noite só eu e você
    Eu conto as estrelas no seu corpo nu
    Mais que amantes amigos ou algo mais
    Estamos unidos a muitas vidas atrás
    Mas se você não está aqui...
    ...Ninguém baby
    Eu não vivo sem você
    Você não tem idéia do bem que me faz
    Te conhecer foi tudo de bom ah e muito mais
    Eu não acreditava que alguém fosse capaz
    De pegar meu coração desse jeito perfeito
    Só tenho medo que não seja para sempre
    O que sinto por você não sentirei por mais ninguém
    baby
    Ah! Eu preciso tanto desse amor
    Eu também! Eu também preciso
    Não me deixe não me deixe jamais
    Não jamais não me deixe
    Não me deixe
    Vem pra mim
    Mas se você não está aqui? ... Ninguém
    Quem vai me fazer sorrir? ... Ninguém
    Quem vai me fazer sonhar? ... Ninguém
    Ninguém baby Ninguém
    Mas se você não está aqui? ...Ninguém
    Quem eu vou querer beijar? ...Ninguém
    Quem vai me fazer tão bem?...Ninguém
    Ninguém baby Ninguém

    Com todos menos comigo Dominó

    Vai por aí com uns e com outros
    E passa por mim
    Faz pouco de mim
    Anda muito bem
    Com todos menos comigo

    Seus olhos são
    São verdes bofetadas
    No meu coração
    Me dizem que não
    E vai por aí
    Com todos menos comigo

    E gosta de rir diante de mim
    Representa o papel de sereia feliz
    E perde seu controle
    Com todos menos comigo

    Já cheguei a pensar
    Mais de uma vez
    Me fazer infeliz te provoca prazer
    Dizer que faz amor
    Com todos menos comigo

    Mas hoje eu sei que dentro de mim
    Tem um lance do amor
    Que não tem mais fim
    Isso acaba mal
    Com todos menos comigo

    Nunca diga jamais
    Pra não errar
    Essa história de amor bem que pode virar
    E você vai ficar
    Com todos menos comigo

    Ela Não Liga Polegar

    sou um carro, ela não guia
    Sou um cigarro, ela não fuma
    Eu tô na dela, ela tá numa
    Eu tô de noite, ela de dia
    Eu viro rádio, ela não liga
    Eu peço um gesto, ela faz figa
    Toco guitarra e bateria, ela só ouve sinfonia.

    (Refrão)

    Ela não liga se estou apaixonado
    E nem se toca com a minha fantasia
    Se ela soubesse quanto tenho estudado
    Pra ver se entro lá na sua academia

    Ela não liga se eu pareço desligado
    Mas acontece que ela já virou mania
    Quando aparece eu já me sinto sorteado
    Eu sou o bilhete ela é a loteria

    Ela não liga Ela não liga
    Ela não liga Ela não liga pra mim

    Ela não sabe da minha história
    Eu tô na sua geografia
    Eu jogo sempre pela vitória
    Ela só joga água fria

    (Repete refrão)

    Ando Falando Sozinho Polegar

    ocê... é a primeira palavra que rola na minha canção
    Só você... tem a chave que abre as portas do meu coração
    É aquela onda que vem de mansinho e acaba me levando
    É aquele sonho que mesmo acordado eu vou viver sonhando

    Meu amor... eu te vi tantas vezes mas nunca te dei atenção
    Mas você.. pouco a pouco acabou me deixando na palma da mão
    Com esse jeito de quem não quer nada, me fez entrar na dança
    E eu que achava que conto de fadas era coisa de criança

    Ooooooo

    Você diz que me adora e grita comigo
    Devora meu amor rasga meu coração
    Mas eu não sei viver sem você
    Ando falando sozinho..oo

    Você brinca com fogo e eu que me queimo
    Se sai no temporal quem se molha sou eu
    Mas depois que eu provei seu amor
    Ando falando sozinho..oo

    Destino Patricia Marx

    Sempre viajo numa canção
    Numa emoção
    não sei qual o meu destino
    Pede passagem meu coração
    Sem direção
    e assim vou no trem da ilusão
    Que já não quer
    mais os trilhos
    porque quer voar
    e sabe que pra se achar
    é preciso sonhar
    Será que o meu destino
    é te amar
    ou será viajar
    nas palavras de amor
    que eu cantar
    Será que minha vida
    é você
    ou que pra me encontrar
    tenho que te perder
    Nesse horizonte
    blues sobre blues
    Tudo seduz
    nem sei qual o meu destino
    Pede passagem meu coração
    outra paixão
    e assim dividida que eu vou
    entre viver pra você
    Vou te deixar pra viver
    porque pro corpo gostar
    basta agente sonhar
    Será que o meu destino
    é te amar
    ou será viajar
    nas palavras de amor
    que eu cantar
    Será que minha vida
    é você
    ou que pra me encontrar
    tenho que te perder

    Nesse horizonte
    blues sobre blues
    Tudo seduz
    nem sei qual o meu destino
    Pede passagem meu coração
    outra paixão
    e assim dividida que eu vou
    entre viver pra você
    ou te deixar pra viver
    porque pro corpo gostar
    basta agente sonhar
    Será que o meu destino
    é te amar
    ou será viajar
    nas palavras de amor
    que eu cantar
    Será que minha vida
    é você
    ou que pra me encontrar
    tenho que te perder
    Será que o meu destino
    é te amar
    ou será viajar
    nas palavras de amor
    que eu cantar
    Será que minha vida
    é você
    ou que pra me encontrar
    tenho que te perder

    Certo ou Errado Patricia Marx

    Certo ou errado,
    Certo ou errado
    Quem não pula o muro
    Não aprende a se arriscar
    Não tá com nada, uou, uou
    Não tá com nada
    Certo ou errado,
    Certo ou errado
    Quem não cai da escada
    Não aprende a levantar
    Não tá com nada, uou, uou
    Não tá com nada
    Você já sabe tudo
    Princípio, meio e fim
    E vive a me dizer
    O que é bom ou mau pra mim
    Ô, ô, mas o que serve pra você
    Nem sempre vai me convencer
    Eu tenho a vida inteira
    E muito que aprender
    Mas todos os meus problemas
    Você teima em resolver
    Ô, ô, só eu que posso escolher
    A vida que eu vou viver
    Certo ou errado,
    Certo ou errado
    Quem não sai na chuva
    Não aprende a se molhar
    Não tá com nada, uou, uou
    Não tá com nada
    Eu sei que é prova de amor
    Você não quer que eu
    Jogue pra perder
    Deixa a vida me ensinar
    Eu vou provar
    Pra saber escolher
    Certo ou errado,
    Certo ou errado
    Quem não pula o muro
    Não aprende a se ariscar
    Não tá com nada, uou, uou

    Sonho de Amor Patricia Marx

    Se uma estrela cadente o céu cruzar
    E uma chama no corpo me acender
    Vou fazer um pedido e te chamar
    Pra o começo do sonho acontecer

    Quando os dedos tocarem lá no céu
    O universo vai todo estremecer
    E as estrelas rodando em carrossel
    Testemunhas de amor, eu e você

    As batidas do nosso coração
    Se acalmando depois da explosão
    Quando o sol se prepara pra nascer...
    Oh... sonho de amor...

    (refrão)
    As noites sabem como eu te esperei
    Não conto pra ninguém
    A lua sabe que eu me apaixonei
    Se você é real ,porque você não vem?!
    Oh... sonho de amor...

    Quando Chove Patricia Marx

    ando olho nos teus olhos
    Não vejo a luz do amor
    Só as sombras do passado
    Só um fogo que se apagou
    A vida é assim
    Nosso espelho se quebrou
    É hora de se guardar
    Um segredo no coração

    (refrão)
    Se chove lá fora
    Queimo aqui dentro
    De vontade de te abraçar
    Amor
    Quando chove
    Fica mais triste esperar
    Por alguém
    Que não vai chegar

    Quando ouço teu silêncio
    Escuto meu coração
    Bater apressado e urgente
    Te querendo sem querer
    Cansado de sofrer
    Mas agora já é hora
    Dessa chuva ir embora

    Kid Abelha(Pintura íntima)

    Vem amor que a hora é essa
    Vê se entende a minha pressa
    Não me diz que eu tô errado
    Eu tô seco, eu tô molhado

    (Refrão)
    Deixa as contas
    que no fim das contas
    O que interessa pra nós
    É fazer amor de madrugada
    Amor com jeito de virada

    Larga logo desse espelho
    Não reparou que eu tô até vermelho
    Tá ficando tarde no meu edredon
    Logo o sono bate

    (Refrão)
    Deixa as contas
    que no fim das contas
    O que interessa pra nós
    É fazer amor de madrugada
    Amor com jeito de virada

    Kid Abelha(Fórmula do amor)

    Eu tenho o gesto exato, sei como devo andar
    Aprendi nos filmes pra um dia usar
    Um certo ar cruel de quem sabe o que quer
    Tenho tudo planejado pra te impressionar

    Luz de fim de tarde, meu rosto em contra-luz
    Não posso compreender, não faz nenhum efeito
    A minha aparição será que errei na mão
    As coisas são mais fáceis na televisão

    Mantenho o passo alguém me vê
    Nada acontece, não sei porque
    Se eu não perdi nenhum detalhe
    Onde foi que eu errei

    Ainda encontro a fórmula do amor
    Ainda encontro a fórmula do amor

    Eu tenho a pose exata pra me fotografar
    Aprendi nos livros pra um dia usar
    Um certo ar cruel, de quem sabe o que quer
    Tenho tudo ensaiado pra te conquistar

    Eu tenho um bom papo e sei até dançar
    Não posso compreender, não faz nenhum efeito
    A minha aparição será que errei na mão
    As coisas são mais fáceis na televisão

    Eu jogo um charme, alguém me vê
    Nada acontece, não sei porque
    Se eu não perdi nenhum detalhe
    Onde foi que eu errei

    Kid Abelha(Como eu quero)

    Diz prá eu ficar muda
    Faz cara de mistério
    Tira essa bermuda
    Que eu quero você sério...

    Tramas do sucesso
    Mundo particular
    Solos de guitarra
    Não vão me conquistar...

    Uh! eu quero você
    Como eu quero!
    Uh! eu quero você
    Como eu quero!...(x2)

    O que você precisa
    É de um retoque total
    Vou transformar o seu rascunho
    Em arte final...

    Agora não tem jeito
    Cê tá numa cilada
    Cada um por si
    Você por mim e mais nada...

    Uh! eu quero você
    Como eu quero!
    Uh! eu quero você
    Como eu quero!...

    Longe do meu domínio
    Cê vai de mal a pior
    Vem que eu te ensino
    Como ser bem melhor...

    Longe do meu domínio
    Cê vai de mal a pior
    Vem que eu te ensino
    Como ser bem melhor...
    (Bem melhor!)...

    Uh! eu quero você
    Como eu quero!
    Uh! eu quero você
    Como eu quero!...(2x)

    Uh! eu quero você
    Como eu quero!
    Uuuuuuuuuuhhh!
    Uuuuuuuuuuhhh!...

    Kid Abelha(Eu só penso em você)

    Saí de casa à procura de ilusões
    Coincidências e confirmações
    Alguém com seu nome, alguma lembrança
    Alguma palavra, aquelas canções
    O mundo assim parece tão pequeno
    e eu continuo tendo visões

    Depois que nos encontramos
    eu esqueço todo tempo
    que fiquei sem te ver
    Fora tanto que eu me perco
    fora tudo mais que eu penso
    eu só penso em você
    só penso em você

    Eu só penso em você
    Só penso em você
    Só penso em você
    Só penso...

    Fiquei em casa a espera de nada
    Nenhuma visita, nenhuma chamada
    Ninguém com seu nome, nem sua feição
    Nenhuma esperança, nenhuma canção
    O mundo assim parece tão imenso
    E eu continuo vivendo em vão

    Kid Abelha(Fixação)

    Seu rosto na TV
    Parece um milagre
    Uma perfeição
    Nos mínimos detalhes...

    Eu mudo o canal
    Eu viro a página
    Mas você me persegue
    Por todos os lugares...

    Eu vejo seu poster
    Na folha central
    Beijo sua boca
    Te falo bobagens...

    Fixação!
    Seus olhos no retrato
    Fixação!
    Minha assombração
    Fixação!
    Fantasmas no meu quarto
    Fixação!
    I want to be alone...

    Preciso de uma chance
    De tocar em você
    Captar a vibração
    Que sinto em sua imagem...

    Fecho os olhos
    Pra te ver, você nem percebe
    Penso em provas de amor
    Ensaio um show passional...

    Eu vejo seu poster
    Na folha central
    Beijo sua boca
    Te falo bobagens...

    Fixação!
    Seus olhos no retrato
    Fixação!
    Minha assombração
    Fixação!
    Fantasmas no meu quarto
    Fixação!
    I want to be alone...

    Kid abelha(lágrimas e chuva-Acústico

    olá!!! Bem vindo !!!á Lará Lará Lará Lará
    Lá Lará Lará Lará Lará
    Lá Lará Lará Lará Lará
    Lá Lará Lará Lará Lará...

    Eu perco o sono e choro
    Sei que quase desespero
    Mas não sei por quê...

    A noite é muito longa
    Eu sou capaz
    De certas coisas
    Que eu não quis fazer...

    Será que alguma coisa
    Nisso tudo faz sentido
    A vida é sempre um risco
    Eu tenho medo...

    Lágrimas e chuva
    Molham o vidro da janela
    Mas ninguém me vê
    O mundo é muito injusto
    Eu dou plantão
    Dos meus problemas
    Que eu quero esquecer...

    Será que existe alguém
    Ou algum motivo importante
    Que justifique a vida
    Ou pelo menos esse instante

    Eu vou contando as horas
    E fico ouvindo passos
    Quem sabe o fim da história
    De mil e uma noites
    De suspense no meu quarto...

    Eu perco o sono e choro
    Sei que quase desespero
    Mas não sei por quê
    Não sei por quê...

    A noite é muito longa
    Eu sou capaz
    De certas coisas
    Que eu não quis fazer
    Quis fazer
    Será que existe
    Alguém no mundo?...

    Eu vou contando as horas
    E fico ouvindo passos
    Quem sabe o fim da história
    De mil e uma noites
    De suspense no meu quarto
    No meu quarto...

    Eu vou contando as horas
    E fico ouvindo passos
    Quem sabe o fim da história
    De mil e uma noites
    De suspense no meu quarto
    No meu quarto
    No meu quarto...

    Lá Lará Lará Lará Lará
    Lá Lará Lará Lará Lará
    Lá Lará Lará Lará Lará
    Lá Lará Lará Lará Lará...

    Kid Abelha (na rua,na chuva ,na fazena)

    olá!!! Bem vindo !!!ão estou disposto
    A esquecer seu rosto
    De vez
    E acho que é tão normal
    Dizem que sou louco
    Por eu ter um gosto assim
    Gostar de quem não gosta de mim
    Jogue suas mãos para o céu
    E agradeça se acaso tiver
    Alguém que você gostaria que
    Estivesse sempre com você
    Na rua, na chuva, na fazenda
    Ou numa casinha de sapê


    Não estou disposto
    A esquecer seu rosto
    De vez
    E acho que é tão normal
    Dizem que sou louco
    Por eu ter um gosto assim
    Gostar de quem não gosta de mim
    Jogue suas mãos para o céu
    E agradeça se acaso tiver
    Alguém que você gostaria que
    Estivesse sempre com você
    Na rua, na chuva, na fazenda
    Ou numa casinha de sapê

    Palpite (com KID ABELHA)

    olá!!! Bem vindo !!!To com saudade de você
    Debaixo do meu cobertor
    De te arrancar suspiros
    Fazer amor.
    To com saudade de você
    Na varanda em noite quente
    E do arrepio frio que dá na gente
    Truque do desejo,
    Guardo na boca o gosto do beijo

    Eu sinto a falta de você
    Me sinto só

    E aí, será que você volta,
    Tudo à minha volta
    É triste.
    E aí, o amor pode acontecer,
    De novo pra você,
    Palpite.

    To com saudade de você,
    Do nosso banho de chuva,
    Do calor na minha pele
    Da língua tua.
    To com saudade de você
    Censurando o meu vestido,
    As juras de amor ao pé do ouvido,
    Truque do desejo,
    Guardo na boca o gosto do beijo.

    Eu sinto a falta de você,
    Me sinto só

    E aí, será que você volta,
    Tudo à minha volta,
    É triste.
    E aí, o amor pode acontecer,
    De novo pra você,
    Palpite.

    Eu sinto a falta de você,
    Me sinto só

    E aí, será que você volta,
    Tudo à minha volta,
    É triste.
    E aí, o amor pode acontecer,
    De novo pra você,
    Palpite.

    E aí, será que você volta,
    Tudo à minha volta,
    É triste.
    E aí, o amor pode acontecer,
    De novo pra você,
    Palpite